A EQUIPE DO FC08 DESEJA A TODOS...
UM PRÓSPERO ANO NOVO!!

domingo, 31 de agosto de 2008

Clássico é clássico e vice-versa!!!

Maurício (FLU) marcou belo gol
crédito: Cléber Mendes


Caros amigos tricolores,

Flamengo e Fluminense mostram porque o FLA-FLU é considerado por muitos o maior clásico do futebol brasileiro. Em grande partida, com cerca de 60 mil torcedores e cheia de emoções para as duas torcidas, a única coisa a se lamentar pelas duas equipes foi o empate em 2 a 2, já que o Flu não conseguiu se afastar muito da zona de rebaixamento (décimo quinto com 24 pontos) e o Fla continua fora do G4 (sétimo com 37 pontos). Mas o Fluminense tem maiores motivos para lamentações, porque vencia até aos 43 minutos do segundo tempo, mas sofreu o empate com um gol de cabeça de Kleberson (FH poderia ter saído no cruzamento, mas fez uma bela partida e não vou crucificá-lo).

O que mais chamou a atenção no clássico, por parte do Flu, foram os dois gols marcados pelo time do técnico Cuca: em chutes de longa distânica, como se fossem mísseis "teleguiados", Conca e Maurício (sim, ele mesmo, quem diria) balançaram a rede do goleiro Bruno. O interessante é que no momento do segundo gol, Cuca reclamava das falhas de marcação de Maurício e eis que o futebol nos proporcionou mais um daqueles momentos mágicos, quando o volante acertou do "meio da rua".

Outra fator marcante do clássico: quando o Flamengo no segundo tempo dominava a partida e estava mais próximo do desempate, o Flu chegou ao segundo gol. E no final da partida, quando estava próximo de matar a partida, depois de duas boas oportunidades com Tartá (que é bom jogador, mas tem que ter mais calma nas finalizações), o Tricolor sofreu o empate. Coisas do futebol e como dizem os sábios: "clássico é clássico e vice-versa..."

FICHA TÉCNICA:FLAMENGO 2 X 2 FLUMINENSE
Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)Data/hora: 31/8/2008 - 18h10 (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS)Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Alessandro Alvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) Renda/público: R$ 1.011.637,00 / 56.074 pagantesCartões amarelos: Arouca (FLU)Cartões vermelhos: não houve
GOLS: Conca, 11'/1ºT (0-1); Marcelinho Paraíba, 25'/1ºT (1-1); Maurício, 22'/2ºT (1-2); Kleberson, 43'/2ºT

FLAMENGO: Bruno, Jaílton, Fábio Luciano e Ronaldo Angelim; Léo Moura, Toró (Erick Flores, 34'/2ºT), Kleberson, Everton (Sambueza, 25'/2ºT) e Juan; Marcelinho Paraíba e Obina (Maxi, 14'/2ºT). Técnico: Caio Júnior.

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Thiago Silva, Luiz Alberto e Roger; Eduardo Ratinho (Tartá, 15'/2ºT), Arouca, Maurício (Romeu, 26'/2ºT) e Junior Cesar; Conca (Fernando, 34'/2ºT) e Everton Santos; Washington.

sábado, 30 de agosto de 2008

Nada está perdido, mas...

Lúcio Flávio disputa bola
Foto: Lancenet
Torcedores do Glorioso,

Assim como no jogo contra o Vasco, o time do Botafogo parecia que iria vencer, tinha maior posse de bola e oportunidades de gol, porém, novamente em falha de Castillo, o time permitiu o empate em 1 a 1. Depois que vi a atuação do time contra o Atlético-MG, eu pensei que a vitória hoje estava no papo, mas são duas competições diferentes. Na Sul-Americana o Bota vai pra cima, tenta o gol a todo instante, no Brasileiro é um time acomodado, acha que com 1 a 0 já está garantido, mas eu ainda não sei o que leva isso. Antes a desculpa era que a torcida não ia ao estádio, agora que a torcida vai, o glorioso da vexame.

O Ney Franco chega, dá uma arrumada, o time tem um crescimento incrível, em TODOS os jogos que o Ney comandou o Bota jogou mais que o adversário, porém, deixou de somar pontos importantes contra Santos, Flamengo, Vasco e Náutico = 8 pontos, seria hoje o clube mais bem colocado no Brasil, mas a alto confiança deixou esses pontos escaparem.

O jogo começou no Engenhão e o Botafogo tomava a iniciativa, mas parava na forte marcação do Náutico, o clima tenso da partida em Recife não veio para o Rio, para sorte do glorioso, pois qualquer acontecimento poderia perder mandos de campo. A primeira grande oportunidade foi aos 15 minutos, quando Lúcio Flávio tocou para Jorge Henrique deixar Thiaguinho na cara do gol, mas o camisa 2 bateu cruzado para fora.

O alvinegro tinha dificuldade para furar a defesa do Timbú e só chegou novamente aos 36 minutos. Lúcio Flávio soltou a bomba de fora da área, Eduardo deu rebote e Thiaguinho zuniu pela linha de fundo. Porém o camisa 10 iria criar a jogada do gol do Botafogo três minutos mais tarde, depois de cobrança rápida de escanteio a bola veio para Lúcio Flávio que deixou Carlos Alberto na boa para empurrar e fazer o gol.

E esses minutos finais fizeram bem ao maestro, pouco depois ele entrou na área driblando três adversários e concluiu acertanto o poste esquerdo. Esse foi um daqueles lances que só vale a pena quando a bola não entra, mas se entrasse seria um golaço. O Náutico ainda teve uma chance com Kuki, mas Túlio cortou. Depois de tanto ser vaiado, o meio-campo Ruy fez gestos obcenos para a torcida do Botafogo, bom dizer que ele não foi preso pois no Rio de Janeiro a polícia proteje os atletas e não os coloca em risco.

Veio o segundo tempo e a pressão do Bota continuava. Gil acertou o travessão aos oito minutos. Aos 15, Alceu foi expulso e a polícia carioca fez seu papel, ficou parada no local que é destinado a ela. O jogador do Náutico não foi tratado com ignorância, não saiu do campo pela arquibancada da torcida do Botafogo e não foi conduzido a delegacia.

A torcida gritava "mais um", mas o glorioso não conseguia marcar. Ney Franco colocou Zárate e o argentino fez sua estréia. Na primeira oportunidade, o camisa 18 saiu na cara do goleiro, mas não conseguiu a conclusão. E aos 39, "tem coisas que só acontecem ao Botafogo" após escanteio a bola ficou solta na área e Adriano contou com falha de Castillo para empatar. O glorioso não teve mais pernas para virar e saiu vaiado de campo. Na próxima rodada o Bota encara o Coritiba, no Paraná.

BOTAFOGO 1 x 1 NÁUTICO

Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ).
Data: 30/08/2008.
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa/SP).
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto (SP) e Marcelino Tomaz de Brito Neto (SP).
Público: 23.946,00 / Renda: R$ 258.425,00
Cartões amarelos: Carlos Alberto (Botafogo) Alceu, Negretti, Ticão (Náutico).
Cartão vermelho: Alceu (NAU)
Gols: Carlos Alberto, aos 39 minutos do primeiro tempo; Adriano, aos 37 minutos do segundo tempo

BOTAFOGO: Castillo, Thiaguinho (Zárate), Renato Silva, Andre Luis e Triguinho; Túlio (Alessandro), Diguinho, Lucio Flavio e Carlos Alberto; Jorge Henrique e Gil (Zé Carlos). Téc: Ney Franco.

NÁUTICO: Eduardo, Vágner Santos, Negretti e Adriano; Ruy, Ticão (Felipe), Hamilton, Valdeir (Gilmar) e Alceu; Paulo Santos e Kuki (Radamés) . Téc: Roberto Fernandes.

Até breve Thiago Neves...

Thiago Neves jogará no Hamburgo, da Alemanha
Crédito: Cléber Mendes
Lancenet.com.br
Caros amigos tricolores,

O que vinha se desenhando desde a final da Libertadores se concluiu nesta sexta-feira. Thiago Neves acertou sua transferência para o Hamburgo, da Alemanha. O meio-campo foi vendido pelo valor de 9,2 milhões de euros (cerca de 22 milhões de reais) e o contrato terá validade de 5 anos. Depois de todo disse me disse dos últimos dias, os torcedores tricolores chegaram a sonhar com a permanência do camisa 10, entretanto Neves decidiu jogar no futebol alemão não pelo lado financeiro (o Flu cobriu a proposta salarial) e sim pelo desafio de vida, de jogar no futebol europeu.

O que posso é desejar boa sorte ao Thiago Neves, que fora a polêmica com o Palmeiras no ano passado, sempre jogou com disposição, honrando a camisa do Fluzão, marcando belos gols e se tornando o primeiro jogador a marcar três gols em um jogo de final de Libertadores. Thiago Neves se despede do tricolor com a decepção de não ter conquistado a maior competição sul-americana, mas ao mesmo tempo feliz, porque foi vestindo a camisa do Fluminense que chegou à seleção brasileira.

Thiago Neves disputou 83 jogos pelo Fluminense, marcando 31 gols. Em 2007, foi eleito o craque do Brasileiro pelo Revista Placar, tornando-se o primeiro jogador do Tricolor das Laranjeiras a ganhar a Bola de Ouro. Pela seleção, já atuou em 8 partidas, marcando por 3 vezes.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Eu já sabia !

Diguinho, Jorge Henrique e Lúcio Flavio festejam a goleada
Foto: Agência Estado


Torcedores do Glorioso,

Não tem mais graça. Toda a vez que o Botafogo joga contra o Atlético-MG, eu tenho certeza de que a vitória virá, seja no Rio de Janeiro ou em Minas Gerais. Ontem a vitória não valeu três pontos, mas valeu passagem à próxima fase da Sul-Americana e a manutenção da superioridade sobre os mineiros. Lúcio Flávio (2), Jorge Henrique, Carlos Alberto e Leandro Almeida (contra) marcaram para o glorioso, com Lenílson fazendo os dois do Atlético.

A partida começou com uma leve pressão do galo, parecia que o clube mineiro iria enfim vencer o Botafogo, mas ainda estava longe de uma classificação. Por sua vez, o Botafogo mal chegava ao ataque, faltava ainda alguém aparecer para "chamar a responsabilidade". Aos oito minutos Jael saiu na cara de Castillo e bateu forte para excelente defesa do goleiro titular da seleção uruguaia. O Bota ainda estava acuado, o time montado por Ney Franco não estava jogando o que sabia.

A partir de então, o Botafogo passou a mostrar que não está entre os quatro primeiros do campeonato por acaso. Aos 21 mintos, após corte equivocado da defesa, o camisa 10 Lúcio Flávio pegou de primeira e marcou um golaço. O maestro não fazia um gol com a bola rolando desde o jogo contra o Duque de Caxias, no estadual. Parece que o capitão gostou de fazer gols assim, tanto que aos 26 minutos ele escorou de primeira um cruzamento de Jorge Henrique e marcou novamente. Botafogo 2 a 0.

Antes de começar o jogo, havia a expectativa de que Lúcio Flávio não jogasse essa partida. Ele não só jogou, como marcou duas vezes. E o que falar de Jorge Henrique, o camisa 23 sentiu dores durante a partida e quase foi substituido. Ficou no jogo e também marcou gol. Foi logo com um minuto do segundo tempo, após receber de Zé Carlos e arrematar a bola de primeira para o fundo do gol.

O time de Ney Franco enfim marcava mais de um gol após 4 partidas (Palmeiras, Sport, Cruzeiro e Vasco), restava agora contar com a defesa para sair de campo sem levar gol. Mas isso não foi possível. Após chute de Renan, Castillo deu rebote nos pés de Lenílson que escolheu o canto e descontou. A essa altura, aos 15 minutos do segundo tempo, o desespero dos atleticanos era tamanho que nem se ouviu os gritos de gol. Quem parecia em casa era o glorioso, com os cantos da torcida ecoando pelo mineirão. Alguns cantos fazendo alusão ao tempo que o galo não vence o Bota, outros dizendo que o Botafogo era campeão mineiro, por ter vencido Cruzeiro e Atlético.

O alvinegro não descansou e conseguiu o quarto com extrema facilidade. Alessandro encontrou Gil pelo lado esquerdo, o atacante esperou Carlos Alberto chegar na área e cruzou para ele empurrar para o gol de cabeça. A vibração de Gil e Carlos Alberto foi intensa. Sem esperança para mais nada, alguns torcedores do Atlético ainda fizeram o Brasil inteiro rir, ao gritar "olé" e "É campeão" com uma desvantagem tamanha.

Parece que o único comovido com os cantos dos mineiro foi Gil, justo ele que jogou no rival do Atlético, o Cruzeiro. Após pênalti em Jorge Henrique, ele teve a chance de ampliar, mas chutou no estilo Roberto Baggio na copa de 94 e desperdiçou. Não fazia a menor diferença, o jogo já estava ganho. Mas perder pênalti Gil, e ainda mais bater tão mal assim com o melhor batedor de pênaltis do Brasil, quiça do mundo, jogando ao seu lado? Logo depois, num contra-ataque rápido, Gil tentou tocar para Carlos Alberto, mas se enrolou todo e o máximo que conseguiu foi cair sentado no gramado.

Como quem não faz, leva. O galo descontou com o único jogador mediano do time, Lenílson. A defesa deu bobeira e espaço e o camisa 22 soltou o pé esquedo na saída de Castillo. Disposto a golear, o Botafogo fez mais um, aos 41 minutos. Carlos Alberto cobrou escanteio e o zagueiro Leandro Almeida colocou para dentro quando era pressionado por Gil.


Se alguém perdeu a conta no meio do caminho, o Botafogo goleou por 5 a 2 e vai viajar para Cali, na Colômbia, onde encara o vencedor do confronto entre Deportivo e América na próxima fase da Sul-Americana.

ATLÉTICO-MG 2 X 5 BOTAFOGO

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data/hora: 27/08/2008, às 22h
Árbitro: Evandro Rogério Roman (SP)
Auxiliares: Altemir Hausmamm (RS) Emerson de Carvalho (SP)
Renda/público: R$ 43.975,00 / 5.081 pagantes
Cartões Amarelos: Jael, Vinícius, Serginho e Leandro Almeida (ATL); Andre Luis (BOT)
Cartões Vermelhos: Serginho, 33'/2ºT
GOLS: Lucio Flavio, 21'/1ºT (1-0); Lucio Flavio, 28'/1ºT (2-0); Jorge Henrique, 1'/2ºT (3-0); Lenílson, 14'/2ºT (1-3); Carlos Alberto, 19'/2ºT (1-4); Lenílson, 36'/2ºT (2-4); Leandro Almeida (contra), 40'/2ºT (2-5)

ATLÉTICO-MG: Édson, Mariano, Vinícius, Leandro Almeida, e Luís Gustavo (Renan, intervalo); Denílson (Gedeon, 20'/2ºT), Márcio Araújo, Serginho e Lenílson; Pedro Paulo (Rafael Aguiar, 12'/2ºT) e Jael - Técnico: Marcelo Oliveira

BOTAFOGO: Castillo, Thiaguinho (Alessandro, intervalo), Renato Silva (Ferrero, 16'/2ºT), Andre Luis e Triguinho; Diguinho (Zé Carlos, intervalo), Túlio, Lucio Flavio e Carlos Alberto; Jorge Henrique e Gil - Técnico: Ney Franco

terça-feira, 26 de agosto de 2008

A porta da casa é a serventia da rua!!!

Artilheiro dos gols bonitos não deixará saudades!!!
Crédito: Agência/Photocâmera


Caros amigos tricolores,

Renato Russo foi um dos grandes poetas do rock brasileiro e em um dos seus últimos discos (ou CD) escreveu em uma das músicas a seguinte frase: “...vai, se você precisar ir, não quero mais brigar esta noite...” e acho que isso define muito bem a relação entre o atacante Dodô e o Fluminense Futebol Clube. Por quê digo isso? Simples: ele não queria mais jogar pelo Tricolor das Laranjeiras (não estava feliz), o time já não o aturava mais, com suas crises de estrelismo e a diretoria tricolor não agüentou mais essa indisciplina (no jogo contra o Sport Recife, em que reclamou da substituição e foi embora antes do término da partida) e resolveram da forma mais objetiva possível, com a rescisão do contrato do “Artilheiro dos Gols Bonitos”.

Dodô não foi o primeiro jogador a ter o contrato rescindido na era Horcades (em 2005 o meia Felipe também foi dispensado) e faz parte de uma lista que contém nos últimos 5 anos jogadores como Edmundo, Romário (no famoso caso da “janela” com o técnico Alexandre Gama), Roger, Ramón e Petkovic. Isso mostra que o trabalho de disciplina no Fluminense é serio, porém existe algo de errado no planejamento do clube, visto que é inadmissível e inaceitável que essas coisas aconteçam no clube das Laranjeiras.

A passagem de Dodô pelo Fluminense não deixará saudades. Contratado no início do ano junto com Leandro Amaral e Washington, para a formação dos “três tenores”, o atacante que vinha do rival Botafogo não conseguiu em momento algum entusiasmar a torcida tricolor, a não ser em três partidas pela Libertadores da América: contra o Arsenal, na goleada de 6 a 0, em que marcou dois gols (um desses gols acertando voleio lindo de fora da área) e participou dos outros quatro; e nas partidas contra o São Paulo e Boca Juniors, sendo que nesta última, ao marcar o terceiro gol e sacramentar a passagem para a final da competição, não comemorou o gol, insatisfeito por estar na reserva.

A partir desse momento, as portas das Laranjeiras começaram a se “abrir” para que Dodô desse adeus. Na partida de volta da final da competição Sul-Americana, mais uma vez ficou desapontado por não ser titular da equipe e segundo alguns, não comemorou os dois primeiros gols da equipe. Depois disso, na partida contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, pediu para não jogar, para que se recuperasse fisicamente. Com a queda do técnico Renato Gaúcho, voltou ao time titular na estréia no comando de Cuca, na partida contra o Atlético-MG. Fez o gol da vitória, mas isso não garantiu a sua titularidade no jogo seguinte contra o Náutico, em Recife.

Assistiu o a vitória por 3 a 1 no banco de reservas. E por fim, fez a sua “despedida em grande estilo” do Fluminense no empate em 1 a 1 frente ao Sport Recife, quando substituído no intervalo, foi embora antes do final da partida. O artilheiro fez 17 gols pelo Fluminense, em 50 jogos.

O Corinthians pode ser o destino de Dodô, entretanto os dirigentes vão esperar o resultado do julgamento de doping do atacante, programado para o fim deste mês, na Corte Arbitral do Esporte, na Suíça.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

EL PISTOLERO NA MIRA

Gonzalo Fierro com a camisa do Colo Colo
Foto: Wikipédia

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

A diretoria do Flamengo continua investindo em jogadores estrangeiros. Gonzalo Fierro, atacante chileno do Colo Colo, é o novo atleta na mira do vice presidente de futebol do Flamengo, Kléber Leite. A negociação está avançada e uma decisão pode sair até o final da noite. Fierro terá uma reunião com a cúpula do time chileno e mostrará seu desejo de se transferir para o Mais Querido do Brasil. Caso saia, o Colo Colo receberá U$$ 1,8 milhão.

O Flamengo tem grandes possibilidades de contratar o meia-atacante, já que caso o Colo Colo não venda o jogador nesse momento, no final de seu vínculo com o time em janeiro, o atleta poderá deixar o clube sem que o mesmo lucre absolutamente nada.

El Joven Pistolero, como é conhecido no Chile, é um dos principais jogadores do elenco do "Cacique" e tem se destacado nas últimas partidas no Campeonato Chileno. Ontem, Fierro marcou um belo gol na vitória por 3 a 0 sobre o O’Higgins.

Gonzalo Fierro é amigo do meio-campo Valdivia e atuou ao lado de importantes jogadores chilenos como Humberto Suazo e Alexis Sánchez. Com 25 anos de idade, Fierro marcou 58 gols com a camisa do Colo Colo. Ele foi convocado pela seleção de seu país e deverá enfrentar o Brasil na próxima partida pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo 2010.


Esse jogador poderá ser o tão esperado camisa 10 que a torcida espera. Com muita habilidade com a perna direita e um chute potente, Fierro tem totais condições de se destacar e cair nas graças da Nação rubro-negra.

FICHA DO JOGADOR:

Nome: Gonzalo Antonio Fierro Caniullán
Nascimento: 21 de Março de 1983
Idade: 25 anos
Altura: 1,71M
Títulos:
Clausura 2002
Apertura 2006
Clausura 2006
Apertura 2007
Clausura 2007

VIDEOBLOG
MELHORES MOMENTOS DE GONZALO FIERRO




VIDEOBLOG 2
FONTE DE INSPIRAÇÃO PARA O HEXA


Até quando..?

Até quando clássico no Vasco será sinônimo de invencionices e retranca? Até quando vamos entrar em campo de forma covarde contra nossos rivais? Porque mexer em um esquema que vem dando certo, logo em um jogo difícil, contra um time embalado? Poderíamos ter vencido ontem, apesar do bom futebol do Botafogo. Empatamos, sem merecer o resultado. Já faz quase um ano que não vencemos um clássico sequer e sempre pelo mesmo motivo. Escalações inventadas à véspera das partidas e excesso de respeito ao adversário. Muda treinador, muda diretoria e sempre essa postura covarde em clássicos.

Evidentemente, empatar quando se perdia até os 44 do segundo tempo, deixou a torcida feliz. Enquanto os botafoguenses saiam calados e chateados do estádio, a torcida do Vasco saiu cantando e risonha. Porém, ficou a sensação de que se tivéssemos sido ousados desde o início, o resultado podia ser melhor.

Como era de se esperar, o público compareceu em bom número. Quase 40 mil pagantes, reflexo do bom momento das equipes. A festa foi bonita e o melhor, em clima de paz. Vasco e Botafogo fazem sempre um belo clássico, sem brigas, com torcedores dos dois times andando juntos. Que sirva de exemplo para os outros clássicos.

Logo no início, o Vasco teve um gol de Alan Kardec anulado. O juiz marcou falta do atacante em seu marcador. Depois, o próprio Alan foi derrubado por Castillo, mas o impedimento já estava marcado. O primeiro tempo foi chato, já que o Vasco marcava muito bem e o Botafogo centralizava muito as jogadas. Sem Madson, também não criávamos tanto, o que obrigava Edmundo a buscar jogo. Um 0x0 justo pela falta de futebol dos times.

Como o 0x0 não era bom pra ninguém, os times foram mais ofensivos no segundo tempo. Em lance de cabeça, Edmundo quase marcou. No contra-ataque, o Bota marcou, justamente pelo lado onde Rodrigo Antônio estava improvisado. Carlos Alberto chutou, Roberto deu rebote e W. Paulista fez o primeiro gol do jogo. Tita então resolveu mexer. Colocou Madson e Marquinho nos lugares de Wagner Diniz e Mateus. A entrada do mini-craque foi a salvação, mas Marquinho errou tudo que tentou, pra desespero da torcida.

O Vasco tentava impor uma pressão, mas quem chegava com mais perigo era o Botafogo, que quase ampliou com Lucio Flavio e Lucas Silva. Mesmo com o time mal em campo, a torcida apoiava bastante, sem desistir. Foi quando na primeira falta marcada do juiz sobre Alex Teixeira, veio o melhor lance do jogo pra galera vascaína. Na cobrança aos 44, Madson, cruzou e a bola entrou. Do estádio pareceu gol do camisa 18, mas o autor foi Rodrigo Antônio. Explosão da torcida após o empate e silêncio do outro lado. O Bota ainda mandou uma bola na rede pelo lado de fora antes do apito final.

Hoje, Madson é o principal jogador do Vasco e disso, qualquer um sabe. A ausência dele espantou e irritou a torcida. Segundo Tita e o próprio jogador, ele precisava ser poupado. Quando ele entrou, o jogo mudou. E comprovando que quando a fase é boa, a sorte ajuda, o contestado Rodrigo Antônio fez o gol de empate.

VASCO 1 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 24/8/2008 - 18h10 (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (Fifa-RJ)
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Cláudio José de Oliveira Soares (RJ)Renda/público: R$ 591.550,00 / 35.619 pagantes
Cartões amarelos: Edmundo, Jonílson, Eduardo Luiz e Madson (VAS); Triguinho (BOT)
GOLS: Wellington Paulista, 8'/2ºT (1-0); Rodrigo Antônio, 44'/2ºT

VASCO: Roberto, Wagner Diniz (Madson, 15'/2ºT), Eduardo Luiz, Jorge Luiz e Edu (Serginho, 41'/1ºT); Jonílson, Rodrigo Antônio, Mateus (Marquinho, 15'/2ºT) e Alex Teixeira; Edmundo e Alan Kardec. Técnico: Tita.

BOTAFOGO: Castillo, Thiaguinho, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho; Diguinho, Túlio, Lucio Flavio e Carlos Alberto; Gil (Zé Carlos, 17'/2ºT) e Wellington Paulista (Fábio, 26'/2ºT) (Lucas Silva, 35'/2ºT) . Técnico: Ney Franco.

Saudações vascaínas a todos!

domingo, 24 de agosto de 2008

Que sirva de lição

Túlio tenta a marcação no ataque do Vasco
Foto: Jornal dos Sports


Torcedores do Glorioso,

O Botafogo entrou em campo para fazer sua última partida no Maracanã este ano. A expectativa era de vitória para poder ficar em segundo lugar, já que o Cruzeiro perdeu outra partida, mas em um clássico nunca tem favorito, só que o Bota não pensou assim e quis jogar soberano. O lado bom ficou com Wellington Paulista, o atacante que não marcava desde a vitória sobre o Ipatinga voltou a deixar o seu e agora chega a 4 na competição. Mádson empatou para o Vasco.

Nas últimas três partidas, o alvinegro venceu por 1 a 0 (Palmeiras, Sport e Cruzeiro), e desta vez também achou que estava garantido quando Wellington Paulista marcou. A partir daí, começou a dar toquinho de lado, fazer jogada de efeito, segurar o jogo em alguns momentos e esqueceu que do outro lado tinha o Vasco da Gama, pagou pela soberba, mas deu sorte na rodada de tropeços dos times que brigam por uma vaga na Libertadores. Caiu apenas uma posição e agora ocupa a quarta colocação.

Hoje eu pude presenciar um Carlos Alberto gigante em campo, brigando por todas as bolas, fazendo as jogadas certas, buscando o ataque a todo momento, uma partida ímpar do camisa 19. O lateral Alessandro recuperou-se de uma contusão e voltou ao time, porém ocupando o banco de reservas. O improvisado Thiaguinho deve ter sentido que a sua titularidade estava acabando e fez uma das piores partidas pelo Botafogo, uma simples disputa de bola era o suficiente para deixar nevorso o camisa 2. O seu companheiro Triguinho, não acertou UM cruzamento, e pra completar, fez a falta que originou o gol do Vasco.

No começo de jogo o Botafogo dava espaço para o cruzmaltino jogar, um recuo inesperado do alvinegro, fez o Vasco balançar a rede aos oito minutos, com Alan Kardec, por sorte, o atacante vascaíno fez falta em André Luís e o árbitro Djalma Beltrami (que não deveria apitar mais nenhum jogo do Botafogo) marcou.

O primeiro tempo sonolento acabou com uma pressão do Bota, mostrando o que estava por vir na sgunda etapa. Antes de terminar a primeira etapa, o técnico Tita colocou Serginho em lugar de Edu, machucado.

Começou o segundo tempo e os dois times enfim encontraram futebol para jogar, o que faltou no primeiro tempo esteve presente no segundo, inclusive os gols. O primeiro saiu aos oito minutos, Carlo Alberto bateu cruzado, Roberto deu rebote e Wellington Paulista chutou para o gol. Botafogo 1 a 0. O atacante fez a tradicional comemoração de embalar um neném criada por Bebeto na copa de 94 para homenagear sua filha Isabelli, nascida há duas semanas.

O técnico Ney Franco esperou mais alguns minutos para sacar o apagado Gil e colocar Zé Carlos em seu lugar, colocando Carlos Alberto para jogar mais no ataque. O alvinegro teve algumas oportunidades de marcar, mas o preciosismo falou mais alto na hora de concluir. O Vasco seguia acuado e a certeza da vitória só crescia, no momento o Botafogo era o vice-líder.

Aos 45, quando os primeiros cantos de vitória soavam da arquibancada, Triguinho parou o lance com falta. Mádson cobrou de perna esquerda pelo lado direito, a bola deu um leve raspão na cabeça de Rodrigo Antônio e morreu no cantinho do gol de Castillo que não saiu para cortar o lance. 1 a 1. O silêncio se fez presente na torcida do Botafogo, e nos cinco minutos restantes, o glorioso teve mais duas oportunidades de gol que não foram bem concluídas. Ficou aquele pensamento. -"Ah, se o time tivesse a gana de marcar o segundo como teve nos cinco minutos finais...".

VASCO 1 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 24/8/2008 - 18h10 (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (Fifa-RJ)
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Cláudio José de Oliveira Soares (RJ)
Renda/público: R$ 591.550,00 / 35.619 pagantes
Cartões amarelos: Edmundo, Jonílson, Eduardo Luiz e Madson (VAS); Triguinho (BOT)
GOLS: Wellington Paulista, 8'/2ºT (1-0); Rodrigo Antônio, 44'/2ºT

VASCO: Roberto, Wagner Diniz (Madson, 15'/2ºT), Eduardo Luiz, Jorge Luiz e Edu (Serginho, 41'/1ºT); Jonílson, Rodrigo Antônio, Mateus (Marquinho, 15'/2ºT) e Alex Teixeira; Edmundo e Alan Kardec. Técnico: Tita.

BOTAFOGO: Castillo, Thiaguinho, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho; Diguinho, Túlio, Lucio Flavio e Carlos Alberto; Gil (Zé Carlos, 17'/2ºT) e Wellington Paulista (Fábio, 26'/2ºT) (Lucas Silva, 35'/2ºT) . Técnico: Ney Franco.

QUE JOGÃO!

Obina marca o gol do empate contra o Internacional
Foto: Vipcomm

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Internacional e Flamengo promoveram um dos melhores jogos do Campeonato Brasileiro 2008. Um jogo aberto, com muitas oportunidades de gol para ambos os lados e o empate foi o resultado mais justo pelo o que o Colorado apresentou no primeiro tempo e pela vontade de reação do Mengão no segundo tempo, após sofrer um gol na falha grotesca, bisonha, ridícula... do goleiro Bruno.

O empate por 1 a 1 entre Internacional e Flamengo, no Beira-Rio, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, deixou o Rubro-Negro na 7ª posição e ainda deixa o time em condições de brigar pelo título. O Mais Querido não perde a quatro jogos (dois empates e duas vitórias).

Caio Júnior só não viu porque não quis nessa partida que o Jaílton não é jogador para ser titular do Flamengo. Com menos de 10 minutos ele já recebera o cartão amarelo e por pouco não foi expulso antes de ser substituído por Toró ainda no primeiro tempo, porque o árbitro Sérgio da Silva Carvalho foi bastante amigável com o "açougueiro da Gávea". Airton está insuperável. Gostei desse jogador que tem toque refinado e desarma na bola ao contrário de outros na maior parte das divididas. Excelente volante. Já mostro minha satisfação com este atleta há tempos. Sua fase é excelente e a personalidade de enfrentar um grande time que é o Inter, com craques em seu elenco, é de encher os olhos da torcida do Flamengo.

Juan está jogando muito bem e mereceu a convocação para a seleção brasileira. Obina mostrou que é um jogador de 45 minutos, marcando o gol do empate e poderia ter se consagrado com uma chance incrível nos acréscimos, dentro da área, mas o chute foi para fora.

A partida começou dominada pelo time da casa. Logo no começo do jogo, o árbitro não marcou um pênalti para o Inter, mas o goleiro Bruno retribuiu minutos depois com um presente para o atacante Nilmar empurrar a bola para o fundo do gol. O Flamengo ficou acuado em campo e o Colorado pressionou em busca do segundo gol. A zaga do Flamengo marcava mal e Nilmar infernizava com sua habilidade aliada com a velocidade. Ronaldo Angelim não conseguia acompanhar o camisa 9 do Inter, que tinha liberdade para avançar.

O Flamengo chegou ao gol pela primeira vez apenas aos 26 minutos em um chute fraco do meio-campo Ibson.

O Inter continuava na pressão e teve no mínimo mais três oportunidades para ampliar. Na última delas, novamente Nilmar, o atacante driblou o goleiro Bruno e chutou para o gol, porém Fábio Luciano salvou de carrinho em cima da linha.

A bronca do técnico Caio Júnior no vestiário mudou o espírito do time. Obina entrou na vaga do argentino Maxi Biancucchi e foi do Anjo Negro o gol do empate aos 14 minutos. Juan em falta na linha de fundo cruzou para a área, e o xodó subiu mais que os zagueiros colocando a bola no fundo do gol de Clemer.

A partida melhorou com as equipes criando diversas chances. Ibson quase virou o jogo aos 34 minutos, mas o Clemer salvou colocando para escanteio. Nos acréscimos, Erick Flores carimbou a trave e Obina foi infeliz na finalização na grande área. Nilmar ainda perdeu o gol da vitória em jogada individual, cortando Fábio Luciano e Angelim, mas a bola foi para fora, para alívio da Nação. Placar final: 1 a 1.

FICHA TÉCNICA: INTERNACIONAL 1 X 1 FLAMENGO

Estádio: Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Data/hora: 24/8/2008 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho(DF)
Auxiliares: Renato Miguel Vieira (DF) e Emerson de Carvalho (SP)
Renda/público: R$ 456.600,00 / 29.329 pagantes
Cartões amarelos: Adriano, Magrão, Rosinei, D'Alessandro (INT); Jaílton, Fábio Luciano, Aírton, Ibson, Erik Flores (FLA).


INTERNACIONAL: Clemer, Índio (Danny Morais), Bolívar e Marcão; Rosinei, Magrão (Taison), Guiñazú, D'Alessandro e Gustavo Nery; Alex (Adriano) e Nilmar. Técnico: Tite.

FLAMENGO: Bruno (4.5), Fábio Luciano (5.5), Jaílton (4.0) (Toró - 5.5) e Ronaldo Angelim (5.0); Leonardo Moura (6.0), Aírton (6.0), Ibson (5.5), Kleberson (6.0) e Juan (6.0); Marcelinho Paraíba (5.5) (Erik Flores - 5.0) e Maxi (4.5) (Obina - 6.0). Técnico: Caio Júnior (6.0).

VIDEOBLOG - INTER 1X1 FLAMENGO

Faça o simples Cuca!!!

Washington marcou de pênalti e evitou a derrota tricolor
crédito: André Durão/www.globoesporte.com



Caros amigos tricolores,

O Fluminense perdeu uma grande chance de se distanciar da da zona de rebaixamento ao empatar em 1 a 1 com o Sport Recife, no Maracanã, pela vigésima-segunda rodada do Brasileirão 2008. O Tricolor continua na décima-sexta colocação, agora com 23 pontos e torce contra Portugesa e Náutico para não voltar a ficar entre os quatro últimos. Roger abriu o placar para o Rubro-Negro pernambucano e Washington empatou para o Flu cobrando pênalti no segundo tempo.

A torcida tricolor chegou ao Maracanã ainda sem saber direito qual time o técnico Cuca colocaria em campo. E no seu terceiro jogo no comando do Flu, foi a terceira escalação diferente de Cuca, dessa vez por causa das suspensões de Roger e Fabinho. Misterioso, o treinador tricolor escalou o Flu com Arouca de ala e Maurício e Romeu como volantes e com Everton Santos, Dodô e Washington na frente.

O que até agora não entendi foi o motivo que levou o comandante do Flu a deixar Tartá no banco e insistir com Arouca na ala, já que o jogador rende melhor no meio?? Outra coisa: Dodô tinha marcado o gol da vitória no jogo contra o Galo, depois foi barrado, não entrou contra o Náutico e saiu como titular na partida de hoje?? E por falar no "artilheiro dos gols bonitos", quando passará a jogar com o time?? E o que faz Everton Santos como titular, já que eu ainda não vi (e acho que o restante da toricda também) uma atuação que o faça jogar entre os 11?? Tantas perguntas e algumas respostas durante a partida: logo no primeiro tempo, Tartá entrou no lugar de Maurício; no intervalo, Carlinhos substituiu Dodô. Acho que nesses momentos, Cuca percebeu que tinha escalado mal a equipe e tentou corrigir.

Por sorte do Flu, Washington conseguiu empatar cobrando pênalti, salvando o tricolor das laranjeiras da derrota e chegando a 12 gols no campeonato. Só espero que na próxima partida (Fla-Flu), Cuca seja simples e objetivo.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 1 X 1 SPORT
Estádio:
Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 23/8/2008 - 18h20 (de Brasília)
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (Asp. Fifa-GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Jesmar Benedito Miranda de Paula (GO)
Renda/público: R$ 141.312,00 / 11.442 pagantes
Cartões amarelos: Maurício (FLU); Sandro Goiano, Roger, Carlinhos Bala, Moacir (SPO)Cartões vermelhos: não houve.
GOLS: Roger, 24'/1ºT (0-1); Washington, 39'/2ºT (1-1)

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Anderson, Romeu (Somália, 16'/2ºT) e Luiz Alberto; Arouca, Maurício (Tartá, 33'/1ºT), Conca e Junior Cesar; Everton Santos, Dodô (Carlinhos, intervalo) e Washington. Técnico: Cuca.

SPORT: Magrão, Sidny, Igor, Durval e Dutra; César Lucena, Moacir, Sandro Goiano e Kássio (Fábio Gomes, 40'/2ºT); Carlinhos Bala (Enilton, 43'/2ºT) e Roger (Wilson, 24'/2ºT). Técnico: Nelsinho Baptista.

sábado, 23 de agosto de 2008

De castigo e sem TV

Botafogo na televisão, cena rara nas próximas rodadas
Montagem: Ricardo Oliveira (FC08)

Torcedores do Glorioso,

Apesar da ascenção no campeonato brasileiro, o nosso fogão vai ficar muito tempo sem aparecer na telinha, isso tudo porque a emissora de televisão detentora dos direitos de transmissão, juntamente com a CBF, divulgaram os horários das partidas do Botafogo no torneiro. E até a 30ª Rodada (Botafogo x Santos) o glorioso vai jogar após às 16h, horário da transmissão.

Se alguém quiser acompanhar os jogos do alvinegro, terá que garantir ingresso ou recorrer para emissoras de tv a cabo. Lembrando que, em 21 rodadas no campeonato, a "televisão aberta" só transmitiu dois jogos do Bota. A derrota para o Náutico e o empate com o Santos. Nesse período de abstinência do Botafogo, a televisão irá transmitir dois jogos do Fluminense (que luta contra o rebaixamento) e quatro jogos de Vasco e Flamengo.

O boicote ao Botafogo é ainda mais sério ao se pensar que nem os jogos no Engenhão serão transmitidos, pois serão no meio de semana às 20:30h, quando o horário para transmissão é 21:50h. Esses jogos são Cruzeiro pela 21ª rodada (partida vencida pelo Botafogo por 1x0) e Vitória, pela 29ª rodada.

Por enquanto, o Bota quebrará o jejum com os jogos da Sul-Americana. Na próxima quarta-feira (dia 27), o glorioso encara o Atlético-MG, no Mineirão às 21:50h com transmissão ao vivo. Os jogos realizados a partir da 31ª rodada do brasileirão (Ipatinga x Botafogo), ainda não tem horário definido e há esperança de fim do boicote.

Pra quem é supersticioso, vale lembrar que o Botafogo não venceu as partidas transmitidas pela TV no brasileirão, a última delas contra o Santos, e, por ironia, é exatamente contra o Santos que o Bota pode quebrar o jejum da transmissão (19 rodadas sem jogos na televisão). Então, é hora de apoiar o Botafogo no estádio, antes que proibam o time de entrar em campo.

Veja abaixo os jogos do Botafogo até da 30ª rodada:
20:30 Botafogo 1x0 Cruzeiro - 20/08/2008
18:10 Vasco x Botafogo - 24/08/2008
18:20 Botafogo x Náutico - 30/08/2008
18:20 Coritiba x Botafogo - 06/09/2008
18:10 Botafogo x Internacional - 14/09/2008
18:10 Portuguesa x Botafogo - 21/09/2008
18:10 Botafogo x Fluminense - 28/09/2008
18:20 Grêmio x Botafogo - 04/10/2008
20:30 Botafogo x Vitória - 09/10/2008
18:20 Botafogo x Santos - 18/10/2008
Saudações Alvinegras

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

TORÓ DE ESPERANÇA

Toró comemora o gol da esperança rubro-negra
Foto: Globoesporte.com

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

“A atitude que tivemos contra o Grêmio foi a de um jogo decisivo. Esse foi o espírito e a diferença." - Caio Júnior, após o jogo.

Essa atitude deveria ser posta em prática em todos os jogos. Esse espírito de luta, garra e dedicação é a alma rubro-negra. É a vontade de vencer e ser campeão que tornou o Flamengo o time temido e amado por todos brasileiros. Ontem, em um jogo espetacular, com um público acima dos 30 mil espectadores, o Mengão venceu por 2 a 1, o Grêmio, líder do Campeonato Brasileiro. A vitória encheu de esperança a torcida. Confesso que estava esmorecido e desacreditado após os jogos irregulares, mas esse importante resultado diante de uma equipe isolada na liderança e que não sofria gols desde o dia 27 de julho, revigora qualquer astral.

Importante frisar as atuações de Kléberson, Maxi, Juan, Bruno e lógico, Aírton. Esse "moleque" é bom de bola. Não deu espaços para o experiente Tcheco jogar. Apesar da sua juventude e pouca experiência, Airton se mostra um jogador de personalidade e capaz de dar muitas alegrias ao Flamengo.

Marcelinho Paraíba conseguiu ter uma atuação melhor do que a apresentada em sua estréia diante do Santos, na Vila Belmiro. E a cada jogo a expectativa é de melhorar gradativamente com o entrosamento e todo o requinte de habilidade que esse nordestino tem.

No primeiro tempo da partida, o time do Mengão parecia disputar uma maratona. Todos estavam ajudando na marcação, correndo para todos os lados, impedindo a progressão do ataque gremista. Já o Fla, buscando o gol, quando chegava ao ataque com todo nervosismo de um jogo decisivo, errava na conclusão. Mas em uma falha do até então intransponível goleiro Victor, o nosso baixolinha Maxi não teve piedade e abriu o marcador: 1 a 0.

O Grêmio tentou o empate na cabeçada de Marcel, mas a fase do melhor goleiro do Brasil é maravilhosa. Bruno saltou e espalmou a bola para escanteio. Nesse lance, a zaga demonstrou insegurança, ponto que precisa ser trabalhado para que não aconteçam erros nas próximas partidas.

No segundo tempo, o Flamengo foi superior, porém acabou sendo castigado com um gol aos 37 minutos, com o ex-São Paulino Souza, em uma cobrança de falta indefensável. Naquele momento, o miocárdio deu sinais de não aguentar, mas eis que Toró, após bate-rebate na área marcou o gol da vitória. Duas partidas no Maracanã e dois gols decisivos através dos pés de jogadores perseguidos pela torcida: Jaílton e Toró. (Após a benção do Padre Benedito, o Flamengo não perdeu nenhum jogo. Só falta a fé do baiano Obina resultar em gols com a benção especial do sacerdote.)

A sorte também voltou a jogar ao nosso lado e que continue assim. A arrancada deve começar agora. Quem pensa em título não pode perder, por isso, todo cuidado é pouco diante do Internacional, no Beira Rio, domingo, às 16h.

Vamos Mengo, Avante Mengo, Nosso Time É Forte!!!!

VIDEOBLOG - FLAMENGO 2X1 GRÊMIO

Presente para a torcida!

No dia do seu aniversário de 110 anos, o Vasco deu um belo presente para sua torcida. Sob os olhares do campeão olímpico César Cielo, venceu a Portuguesa por 1x0, chegando a três vitórias consecutivas e se afastando ainda mais da zona de rebaixamento. Agora na 13ª posição, o time volta a campo para enfrentar o rival Botafogo no domingo, com expectativa de grande público no Maracanã.

Antes do jogo, o grande Cielo ganhou de presente uma camisa de cada equipe. Antes de um minuto, a Lusa já chegou com Fellype Gabriel, que colocou a bola na trave de Roberto. Mais ofensiva, a Portuguesa chegava com perigo, principalmente com Edno, em chutes de fora da área. O camisa 11, entretanto, estava sem pontaria e pouco preocupou Roberto. Sem conseguir penetrar na área do Vasco, devido a boa marcação no meio, essa era a principal arma do adversário. O Vasco chegava apenas em contra ataques, nos lampejos de Madson, caçado em campo.

Aos 42, Jonílson recuou de peito para Roberto. Erradamente, o juiz marcou infração, cobrada por Edno, que bateu na trave. Se a bola entrasse, ia pra conta do juizão, mas dessa vez contamos com a sorte, que em outros tempos faltava.

No segundo tempo, o jogo piorou, muito em função do péssimo estado do gramado. A lusa vinha desesperada e o Vasco só saia na boa. Aos 13, Alex Teixeira fez grande jogada pela esquerda, cortou pra dentro e chutou forte para marcar o gol da vitória. Gol de craque, que Alex ainda não é, mas tem tudo pra ser em um futuro próximo.

Depois disso, Valdir Espinosa pôs mais um atacante e no desespero, a Lusa pouco criou. Sua pequena torcida começou a protestar e até do meio de campo, os caras chutaram. Aos 45, Edu, em bela arrancada, só parou no goleiro, no que seria um golaço.

Fim de jogo, vitória do Vascão e agora que venha o Botafogo. Apesar do grande momento que vive o adversário, a torcida acredita em uma vitória, que seria a primeira em um clássico este ano e daria muito mais moral para o resto da competição.

Vamos Vascão, 110 anos de história e de alegrias para essa imensa torcida BEM FELIZ!

Ontem não houve destaque individual. O destaque foi o conjunto. Alex fez o gol da vitória, mas sem o bom trabalho da defesa e do goleiro Roberto, a vitória não teria sido possível. Já é o segundo jogo seguido que o time não sofre gols, comprovando que com um minimo de organização e com um goleiro melhor, a defesa, antes tão criticada, pode nos passar um pouco de credibilidade.


Sei que vai vir aqui a turma do MAS. Mas a Portuguesa é fraca, mas o time tomou duas bolas na trave, mas, mas, mas. A vocês, pergunto: Quanto foi Lusa X Cruzeiro? Lusa x Flamerda? Lusa x Florminense? Fomos lá, vencemos e estamos sim melhorando, só não enxerga quem não quer.

Saudações vascaínas a todos!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Fluzão coração valente!

Washington comemora um dos gols da vitória
Crédito: Photocâmera


Caros amigos tricolores,

O atacante Washington foi o grande destaque da vitória do Fluminense sobre o Náutico, em Recife, por 3 a 1. O camisa 9 tricolor marcou todos os gols do tricolor, chegou a 11 no Brasileirão 2008, garantindo os três pontos que fizeram com que o time deixasse a zona de rebaxamento, chegando a décima-sexta posição, com 22 pontos. O Fluminense só voltará a ficar entre os quatro último se o jogo entre Portuguesa e Vasco terminar empatado.

O Estádio dos Aflitos foi o palco para o duelo de duas equipes desesperadas em busca da vitória. Melhor para o time do técnico Cuca, que saiu na frente em cobrança precisa de falta de Washington aos 6 minutos, sofreu o empate um minuto depois com Kuki, mas no segundo tempo definiu o placar com mais dois gols do Coração Valente, um de cabeça e outra em cobrança perfeita de falta (sofrida por Júnior César em grande arrancada) no ângulo direito de Eduardo, definindo o placar faltando pouco mais de cinco minutos para o fim do jogo.

Só quero salientar algo: Cuca quase pôs tudo a perder quando o time vencia por 2 a 1 e com 25 minutos do segundo tempo resolveu fechar o time, colocando Ygor no lugar de Everton Santos e enchendo o time de volantes, tal como fazia o antecessor Renato Gaúcho. Porém, Washington inspirado garantiu o flu e se continuar nesse ritmo ouvirá muito a torcida tricolor cantar: "Coração Valente, guerreiro tricolor, Washington é matador".

FICHA TÉCNICA:
NÁUTICO 1 X 3 FLUMINENSE

Estádio: Aflitos, Recife (PE)
Data/hora:
20/8/2008 - 22h (de Brasília)
Árbitro: Antônio Hora Filho (SE)
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (Fifa-RN) e Ivaney Alves de Lima (SE)
Renda/público: Não divulgados
Cartões amarelos: Negretti, Ticão (NAU); Roger, Carlinhos, Fabinho (FLU)Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Washington, 6'/1ºT (0-1); Kuki, 7'/1ºT (1-1); Washington, 16'/2ºT (1-2); Washington, 41'/2ºT (1-3)

NÁUTICO: Eduardo, Ruy, Adriano, Negretti e Piauí (William, 15'/2ºT); Ticão, Alceu (Fabiano Gadelha, 25'/2ºT), Valdeir e Paulo Santos (Anderson, 37'/2ºT); Felipe e Kuki. Técnico: Roberto Fernandes.

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Luiz Alberto, Fabinho e Roger; Arouca, Romeu, Conca (Maicon, 31'/2ºT) e Junior Cesar; Everton Santos (Ygor, 29'/2ºT), Tartá (Carlinhos, 16'/1ºT) e Washington. Técnico: Cuca.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Mantidos os tabus

Lúcio Flávio (no meio do bolo) agradece a Deus e os jogadores agradecem ao maestro.
Foto: Globoesporte.com
Torcedores do Glorioso,

O Botafogo manteve hoje, na vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro, o tabu de 13 anos sem perder para a raposa, no Rio de Janeiro. Foram mantidos também, os tabus de André Luís, que nunca perdeu uma partida no Engenhão e o tabu da torcida. Sempre que teve mais de 15 mil pagantes no Engenhão, o Bota saiu vitorioso. O glorioso conquistou a sexta vitória seguida no brasileirão e vai se mantendo no G4. Lúcio Flávio marcou de pênalti.

No início de jogo faltou inspiração ao Botafogo, talvez pela forte marcação cruzeirense. O técnico Adílson Batista, mesmo com seu meio-campo desfalcado, conseguiu armar o Cruzeiro de forma com que o Botafogo só chegasse pelas laterais, e nos cruzamentos, a alta defesa da raposa afastava facilmente, o baixolinha Jorge Henrique sofreu com a marcação de Thiago Martinelli.

O Cruzeiro aproveitava a dificuldade do Botafogo em romper sua defesa e saia bem no contra-ataque. Aos 21 minutos, após cobrança de escanteio, Thiago Martinelli escorou de cabeça para Guilherme, também de cabeça, escorar inapelável para Renan que viu a bola tocar em seu poste esquerdo e tomar o rumo das redes, mas não viu que Triguinho salvou o Botafogo chutando a bola antes que ela cruzasse a linha fatal. Esse foi o único lance de perigo dos visitantes no primeiro tempo.

A fraca ofensividade do primeiro tempo afetou também o Bota, uma das poucas oportunidades de perigo foi com André Luís. Lúcio Flávio cobrou escanteio e o zagueiro obrigou Fábio a fazer boa defesa. O primeiro tempo acabava e o Botafogo dos últimos jogos ainda não tinha entrado em campo, as principais jogadas, que são as bolas paradas, não foram aproveitadas por Lúcio Flávio, os laterais encontravam espaço, mas os cruzamentos só encontravam os zagueiros do Cruzeiro e Wellington Paulista estava totalmente nulo.

O segundo tempo veio junto com um "cheirinho de gol". Logo com dois minutos, Wellington aproveitou cruzamento, deu um corte lindo em Fábio e Léo Fortunato salvou o Cruzeiro. Os ataques alvinegros eram frequentes, mas a bola ainda não encontrava a rede cruzeirense. O jogo começou a melhorar para o Bota após expulsão do meio-campo Camilo que cometeu falta em Wellington Paulista. O técnico Ney Franco aproveitou para fazer sua primeira e única substituição, colocou Gil e tirou Diguinho que estava pendurado.

Aos 34 minutos a torcida enfim soltou o grito de gol. Wellington Paulista foi derrubado na área por Thiago Heleno, mesmo sob reclamação dos defensores da raposa, o árbitro Bozzano marcou pênalti. O maestro Lúcio Flávio cobrou no canto e manteve o aproveitamento de 100% em cobranças de pênalti. Botafogo 1 a 0.

O alvinegro então resolveu recuar dando chutões e prendendo bola, o tempo foi passando e a certeza da vitória foi crescendo, o Cruzeiro pouco pressionou nos três minutos de acréscimo e o Bota saiu vitorioso chegando a terceira colocação do campeonato (antes de acabar o jogo do Palmeiras).

BOTAFOGO 1 x 0 CRUZEIRO

Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ).
Data: 20/08/2008.
Árbitro: Giulliano Bozzano (DF).
Auxiliares: Angelo Rudimar Bechi (SC) e Eberval Lodetti (SC).
Cartões amarelos: Jorge Henrique, Diguinho (Botafogo); Thiago Heleno, Guilherme, Marquinhos Paraná, Jadilson, Camilo, Fábio (Cruzeiro).
Cartão vermelho: Camilo (Cruzeiro).
Público: 23.796 pagantes. Renda: R$ 251.902,50.
Gol: Lucio Flavio, aos 34 minutos do segundo tempo.

BOTAFOGO: Renan, Thiaguinho, Andre Luis, Edson e Triguinho; Túlio, Diguinho (Gil), Lucio Flavio e Carlos Alberto; Jorge Henrique e Wellington Paulista. Técnico: Ney Franco.

CRUZEIRO: Fábio, Léo Fortunato, Thiago Heleno e Thiago Martinelli; Elicarlos, Henrique, Marquinhos Paraná, Camilo, Gerson Magrão (Weldon) e Jadilson (Carlinhos); Guilherme (Jajá). Técnico: Adilson Batista.

SUPERAÇÃO NO SUBÚRBIO CARIOCA

Foto: Renan de Moura

No clássico entre Bonsucesso e São Cristovão, O Cesso vem crescendo a cada partida na Segunda Divisão do Campeonato Carioca e pela 1ª rodada do returno, no estádio Leônidas da Silva, o Rubro-Anil venceu o São Cristóvão por 1 a 0, gol de Buiú Jones, aos 25 minutos do segundo tempo. Com a vitória, o Leão da Leopoldina encosta no Villa Rio também com 6 pontos no Grupo C e começa a sonhar com a classificação para a próxima fase.

A partida começou morna, com as equipes se estudando. A primeira boa chegada do primeiro tempo ocorreu aos 16 minutos com o meio-campo Bruninho, do Bonsucesso, em chute de fora da área que assustou o goleiro Fernando. Aos 23, o veterano Maciel arriscou da entrada da área, porém a bola passou à direita do gol alvinegro. Aos 30 minutos, Maciel, sempre ele, lançou a bola para a área e no bate e rebate o atacante Gil Bala não conseguiu completar para as redes. O São Cristóvão chegou apenas aos 32 minutos, com Júnior Maranhão, mas o estreante goleiro Marcos Leandro, ex-Botafogo, salvou colocando pela linha de fundo. Na sequência, no escanteio, o zagueiro Wendell subiu sozinho na pequena área e quase abriu o placar.

Próximo do fim do primeiro tempo, o técnico Ademir Fonseca teve que substituir dois jogadores por contusão. Victor Hugo e Gil Bala saíram com dores e entraram o zagueiro Fabiano e o meio-campo Buiú Jones, respectivamente. Na volta do intervalo, o São Cristóvão voltou com uma atitude mais ofensiva. Aos cinco minutos, Roni soltou a bomba e Marcos Leandro espalmou de forma magnífica.

Aos 25 minutos, enfim, a alegria tomou conta da torcida rubro-anil. Depois do cruzamento de Maciel, Paty atuando pela primeira vez pelo Leão da Leopoldina ajeitou a bola de cabeça e Buiú Jones soltou o petardo de primeira para o fundo do gol. Bonsucesso 1 a 0.

Nos dez minutos finais, o técnico do São Cristóvão foi expulso após reclamar da não marcação de falta a favor de sua equipe. Pelo lado rubro-anil, o goleiro reserva Daniel também foi expulso por reclamação.

Nos acréscimos, a apreensão tomou conta do estádio. O São Cricri pressionou e quase conseguiu o empate em um escanteio que a bola caprichosamente acertou a trave de Marcos Leandro, mas a sorte volta a ser aliada do Bonsucesso.

No final da partida, o experiente treinador Ademir Fonseca afirmou que a equipe entrou na competição:

“Segunda vitória em duas partidas, a equipe incorporou o espírito da Segunda Divisão e conseguimos vencer o jovem time do São Cristóvão. Estamos trabalhando o lado psicológico que também está nos auxiliando no trabalho,” disse o comandante que logo após recebeu um abraço caloroso do diretor de futebol, Jaider Moreira.

FICHA DO JOGO:

Estádio: Leônidas da Silva
Hora: 15h
Data: 20 de agosto de 2008
Arbitro: Leandro Noel Laranja
Assistentes: Flavio Manoel da Silva e Sérgio Waldman
4º Árbitro: Rodrigo Carvalhes de Miranda
Cartões Amarelo: Marcos Paraíba, Triguinho, Wendell (SÃO); Buiu (BON)

Bonsucesso: Marcos Leandro; Buiu, Victor Hugo (Fabiano), Marcílio e Mário César (Cassio); Jefferson, Sassá, Maciel e Bruninho; Gil Bala (Buiú Jones) e Paty. Técnico: Ademir Fonseca

São Cristóvão: Fernando; Wendell, Márcio Costa e Rodrigo; Wendell, Diogo (Roni), Junior Maranhão, Daniel e Luiz Carlos; Marcos Paraíba (Carlão) e Moises (Rafael). Técnico: Gilson Paulino

terça-feira, 19 de agosto de 2008

A ESPERA DE UM MILAGRE

Josiel deve acertar com o Flamengo após desistir da negociação
Foto: Globoesporte.com


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Se já não bastasse o clube viver em um mar de dívidas, na semana mais importante do Flamengo no segundo semestre, onde decidirá praticamente o futuro do time, o jornal "O Globo" divulga um grande ato falho da administração de Kléber Leite na época em que o mesmo era o presidente do clube (e hoje, ele não é?).

"A Justiça deferiu o pedido de penhora do Ninho do Urubu, além de receitas de bilheteria e direitos de TV, em ação movida pelo consórcio Flamengo Plaza, que em 1995 assinou um consórcio para construir um shopping na Gávea. Na ocasião, o consórcio repassou US$ 6 milhões ao clube a título de doação, conforme foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Flamengo, para a contratação de Edmundo.

A obra não aconteceu, uma confissão de dívida foi assinada pela diretoria e o consórcio move ação que chega a R$ 50 milhões. O clube estuda ceder ao consórcio o Morro da Viúva."

Isso é um absurdo, mas ele não aprende com os erros, mostrando mais uma característica do seu amadorismo. Com aproximadamente 30 milhões em caixa, sonhando com Wagner Love e Felipe, o "pacotão" do Flamengo será apresentado composto por: Josiel (ex-Paraná), Fernandão (Ex-América-RJ), Fernandinho (Mixto-MT) e Éverton (Paraná Clube). Esse último talvez seja a grande esperança de bom jogador. Fernandão conseguiu destaque no Campeonato Carioca, marcando oito gols pelo Mecão, rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Carioca e Fernandinho, da equipe do Mato Grosso, de 22 anos, é melhor nem comentar.

Isso é Flamengo e pra vestir essa camisa não pode ser qualquer um. É inadmissível ver jogadores desse nível chegando como grandes reforços para a sequência do Brasileirão e já visando a temporada 2009 com essas "figuras". Esperamos jogadores que venham para resolver e não para ser mais um no grupo rubro-negro. Caso contrário era melhor investir toda essa grana na finalização do CT Ninho do Urubu.

Com jogadores como esses só a espera de um milagre.

A Nação merece respeito!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Essa camisa merece ser honrada!

Edmundo comemora o segundo gol do Vasco
Foto: Arquivo
Jogando com garra, técnica e muita força de vontade, o Vasco venceu neste domingo o excelente time do Inter-RS por inapeláveis 4x0 em São Januário. O placar levou o Clube ao 15º lugar, abandonando assim a zona de rebaixamento. Os gols foram de Bolivar (contra), Edmundo, Eduardo Luiz e Jean.

Durante a semana, conversando com algumas pessoas sobre a partida, frisei que temia muito, já que sob meu ponto de vista, o time do Internacional é com sobras o melhor do Brasil. Ainda que os resultados não mostrem, há de se respeitar um time com Nilmar, D'Alessandro, Daniel Carvalho e etc. Se você perguntar a qualquer torcedor quantos jogadores do Inter ele queria no seu time, com certeza não serão menos de 6.

A torcida, ainda desconfiada, compareceu em número regular a São Januário. Oficialmente, 5.387 pagantes, mas dava a impressão de mais gente na Colina. Com dois minutos, Nilmar, que sempre joga bem contra o Vasco, deu o primeiro susto, chutando a direita da trave de Roberto, que substituiu Tiago, lesionado.

O Vasco chegava na base da velocidade de Madson e Alex Teixeira, enquanto o Inter sempre procurava a habilidade de D'Alessandro, que muito marcado pouco produziu. Um grande mérito do Vasco era marcar em cima a saída de bola dos zagueiros do Inter. E foi assim que saiu o gol. Em chutão do goleiro Roberto, a bola caiu nos pés do zagueiro Bolívar. Pressionado pelos atacantes, ele foi forçado a recuar para o ex-mulambo Clêmer, que deu um grande presente para a torcida vascaína. Uma firada bisonha e gol do Vasco, o primeiro de uma tarde fantástica. Apesar do placar mostrar o nome de Edmundo, a torcida não se conteve e gritou muito o nome do goleiro colorado. Hilário!

Logo aos 2 minutos do segundo tempo, bela tabelinha entre Edmundo e Alan Kardec. Nosso camisa 10 recebeu de cara pro gol e só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes do frangueiro. Alívio e explosão na Colina. Em maio a tantos braços e bandeiras, mal deu pra ver o tergeiro gol, feito por Eduardo, após jogada fantástica de Alex Teixeira, que vem melhorando jogo após jogo. Se a vitória já estava encaminhada, agora ela era uma certeza. O Inter não mostrava a mínima capacidade de reação.

Embora com maior posse de bola, o time gaúcho acabou assistindo mais um gol do Vasco. Lindo passe de Mateus para Edmundo. O craque driblou Clemer, mas quem acabou marcando foi Jean, selando assim a paz entre os dois grandes atacantes. Faltava algo? Sim. Após ouvir pela TV, algumas torcidinhas gritando olé, chegou a hora da torcida vascaína gritar OLÉ após uma goleada fantástica sobre o melhor time do país. E ainda tem gente que acha que nosso time não presta...Tolos, não sabem o que dizem...Perguntem pro D'Alessandro quem é o Jonílson? Pergunta pro Nilmar quem é o Roberto? Guiñazu? Quem é Guiñazu, aquele que o Madson humilhou?

VASCO DA GAMA!!! ISSO AQUI É MUITA TRADIÇÃO!!!

Se o time do Vasco for medíocre, fraco e continuar jogando assim, a torcida vai ficar muito feliz. Hoje deve estar cheio de comentarista pensando no que falar sobre o jogo. Ah, já vi alguns que disseram que o Inter deu mole, ou seja, o Vasco não ganhou, foram os gaúchos que perderam. Ok, acredito!Quem sabe eu também acredite que dois meias como Madson e Alex Teixeira não sejam a altura do Vasco. Morais? Pros curiosos da bola, esse sim deve ser um grande jogador. Que fique lá no Curinthians. A pior zaga do Brasil não tomou gols do melhor atacante do Brasil! OOOHHH!!! Milagre! Hoje Tita deve estar na igreja, dirão os mesmos gênios futebolísticos de sempre.

Tita teve um grande mérito ontem: inverteu Alex e Madson. O canhoto foi pra direita e o destro pra esquerda, copiando assim o Barcelona 2006/07 de Messi e Ronaldinho. Os dois infernizaram a defesa, cortando pra dentro ou partindo pra linha de fundo. Um perigo permanente pra defesa colorada.

Quinta temos a Portuguesa e uma vitória, pode afundar o adversário na zona de rebaixamento. Uma derrota pode nos levar de volta à zona perigosa, mas depois de uma vitória dessas, nem quero pensar nessa hipótese.

Saudações vascaínas a todos!

Cuca estréia com vitória!

Dodô voltou e marcou o gol da vitória
Foto: Ricardo Ayres - Photocâmera


Caros amigos tricolores,

Foi no sufoco, mas a estréia do técnico Cuca no comando do Fluzão foi vitoriosa. Com um gol do atacante Dodô, aos 16 minutos do segundo tempo, o Tricolor das Laranjeiras venceu pelo placar mínimo o Atlético-MG, chegando aos 19 pontos, ocupando a décima-oitava posição do Brasileirão. Se não foi um jogo dos sonhos para a torcida, a vitória foi importante, para que o trabalho do novo técnico começasse com confiança e cá entre nós, do jeito que estão as coisas, qualquer vitória é importante para o Fluminense.

O primeiro tempo do jogo mostrou um time com vontade e padrão tático diferentes dos últimos jogos, mas isso não significou muita coisa, tanto que a única boa chance foi em um chute de Dodô para fora. Na volta do intervalo, Cuca tirou Eduardo e colcou Everton Santos, para jogar como ala-direito. O Flu passou a explorar as jogadas pelo lado de campo e de tanto insistir conseguiu marca o gol da vitória: Conca tocou para Washington, que deu lindo passe para Dodô marcar e aliviar a torcida tricolor. Depois, o Flu passou a explorar os contra-ataques e levou alguns sustos do Atlético-MG, mas no final a torcida fez a festa!!!!

FICHA TÉCNICA:FLUMINENSE 1 X 0 ATLÉTICO-MG

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Luis Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Émerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP)
Renda/público: R$ 180.028 / 12.666 pagantes
Cartões amarelos: Roger, Conca (FLU); Mariano, Serginho (ATL)GOLS: Dodô, 16'/2ºT (1-0)

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Eduardo Ratinho (Éverton Santos, intervalo), Luiz Alberto, Roger e Junior Cesar; Romeu, Maurício, Conca e Tartá; Dodô (Somália, 27'/2ºT) e Washington (Maicon, 37'/2ºT). Técnico: Cuca.

ATLÉTICO-MG: Édson, Mariano, Marcos, Leandro Almeida e Renan; RafaelMiranda, Márcio Araújo, Serginho e Petkovic (Tchô, 35'/2ºT); Marques (Rafael Aguiar, 27'/2ºT) e Jael (Lenílson, 14'/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira

domingo, 17 de agosto de 2008

Botafogo, o melhor do Rio

Jorge Henrique e Wellington Paulista comemoram o gol único do Bota
Foto: Agência LANCEPRESS

Torcedores do Glorioso,

Ahhh que maravilha... O Botafogo detonou o Sport, chegou ao G4, se tornou o melhor carioca do campeonato e ainda revidou sobre os pernambucanos aquele fato da prisão do André Luís. O time do Sport estava desfalcado da oficial aspirante Lúcia Helena, o que facilitou a vida do Botafogo que não precisou temer a polícia pernambucana, aí, quando os policiais cumprem o papel de defender os jogadores, o fogão leva a melhor em Recife. 1 a 0, gol contra de Moacir.

O jogo começou muito equilibrado, disposto a segurar a pressão do Leão, o Botafogo sofria com a ausência de Diguinho. O alvinegro tinha até oportunidades para marcar, porém pecava muito no último passe para chegar ao gol, enquanto o Sport tinha em seus laterais as melhores chances no ataque. Aos 16 minutos, Luciano Henrique, uma das principais armas do time nordestino, saiu machucado e deu lugar a Juninho.

A única tentativa que levou susto no primero tempo foi do Sport aos 43 minutos. Dutra cruzou, Carlinhos Bala ganhou no alto e a bola passou perto. O gol só saiu no segundo tempo. Aos 11 minutos, Triguinho ganhou uma bola na defesa e correu para o ataque, passou a bola para Carlos Alberto que lançou para Wellington Paulista cruzar na área, Jorge Henrique tentou finalizar, mas o zagueiro Moacir chegou antes fazendo contra. Botafogo 1 a 0.

Após o gol o Sport acordou para o jogo, disposto a manter a boa fase e sua terceira vitória seguida fora de casa, o glorioso tinha um pouco mais de trinta minutos para segurar a vantagem. Nelsinho Baptista tentou colocar armas no ataque para tentar furar o bloqueio alvinegro, mesmo assim Ney Franco não se importou e colocou Gil em lugar de Zé Carlos colocando o Botafogo pra cima.

Com o passar do tempo o Bota recuou naturalmente devido a vantagem fora de casa e o Sport teve algumas oportunidades de marcar. Quase no fim do jogo, o time pernambucano teve duas faltas próximas a área que foram facilmente cortadas pela defesa. O árbitro apitou o fim de jogo e a pequena torcida do Botafogo soltou o grito de "Ninguém cala".

SPORT 0 x 1 BOTAFOGO

Estádio: Ilha do Retiro, Recife (PE).
Data/hora: 17/08/08 – 18h10 (de Brasília)
Árbitro: Wallace Nascimento Valente – Especial (ES)
Assistentes: Antônio Carlos de Oliveira (ES) e Helberth Costa Andrade (MG)
Cartão amarelo: Renato Silva e Carlos Alberto (BOT)
Gols: Moacir (contra), 10'/2ºT (0-1)

SPORT: Magrão, Sidny, Igor, Durval e Dutra; Daniel Paulista, Moacir, Francisco Alex (Roger, 19'/ 2ºT) e Luciano Henrique (Juninho, 18'/1ºT); Carlinhos Bala (Ciro, 0'/2ºT) e Joelson - Técnico: Nelsinho Baptista.

BOTAFOGO: Renan, Thiaguinho, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho; Zé Carlos (Gil, 23'/2ºT), Túlio, Lucio Flavio e Carlos Alberto (Eduardo, 30'/2ºT); Jorge Henrique e Wellington Paulista - Técnico: Ney Franco.

TÍTULO DISTANTE

Léo Moura marca os dois gols do Flamengo na partida diante do Santos
Foto: FlamengoRJ

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

O tabu de 32 anos sem vitória contra o Santos na Vila Belmiro continua. O empate por 2 a 2 deixou o Flamengo mais longe do sonho de título já que o Grêmio venceu o São Paulo por 1 a 0 e abriu 12 pontos de vantagem para o Rubro-Negro. Léo Moura marcou os dois gols do Mengão e o matador Kléber Pereira anotou os gols do time da Baixada Santista.

Caio Júnior colocou a campo Marcelinho Paraíba que teve boa movimentação, porém com a forte marcação individual (às vezes até absurda com dois ou três jogadores em cima dele) e a falta de entrosamento com os companheiros, o "cabra-macho" não pôde demonstrar seu bom futebol. Durante a semana, Léo Moura treinou como camisa 10, fazendo a ligação do meio com o ataque, mas no vestiário o "Harry Potter" decidiu manter o lateral-direito na sua posição habitual para o começo da partida.

O jogo parecia ser do Flamengo que com cinco minutos abriu o placar em um bonito gol de Léo Moura. Mas foi um mero engano. O Santos dominou o primeiro tempo e teve grandes oportunidades de empatar, mas esbarrava em tarde inspirada do goleiro Bruno.

O Flamengo veio em um esquema 3-5-2 desastroso, que permitiu o empate do Santos no fim do primeiro tempo. Jaílton, Fábio Luciano e Ronaldo Angelim batiam cabeça constantemente e Cristian e Toró não conseguiam ajudar na marcação, permitindo espaços para a fácil troca de passes da equipe do Santos. Em uma boa trama entre Michael e Kléber Pereira, Cristian ficou observando o atacante invadir a área e empatar a partida.

No intervalo, Caio Júnior sacou o fraco Eltinho, que estreou e não agradou com uma atuação apagadíssima e colocou Luizinho na lateral-direita, deslocando Leonardo Moura para a função de armador. Mas com cinco minutos do segundo tempo, Kléber Pereira, novamente ele, virou a partida em mais um erro da zaga.

Após a entrada do argentino Maxi, da volta do lateral Léo Moura para a sua verdadeira função e da expulsão do volante Cristian, o Flamengo acordou no jogo. Aos 31, o zagueiro Domingos derrubou Ibson na área. Léo Moura cobrou o pênalti sem chances para o goleiro Douglas. Fla 2 a 2.

Com um jogador a menos, o Flamengo tocava bola, tomava sustos em dois chutes na trave e torcia para o fim do jogo. Com o empate e a vitória do Botafogo sobre o Sport, na lha do Retiro, o Flamengo fica na 6ª posição, com 32 pontos. Na próxima partida, teremos o Grêmio pela frente. Vandinho, Kléberson, Airton e Juan estarão a disposição e será o jogo chave para decidir o que o Mengo poderá alcançar no Campeonato Brasileiro. Da forma que estão jogando, a Copa do Brasil será o principal torneio do primeiro semestre de 2009.


FICHA DO JOGO:

SANTOS: Douglas, Dionísio (Apodi), Domingos, Fabiano Eller e Carleto; Wendel, Roberto Brum, Kleber e Michael; Maikon (Lima) e Kléber Pereira. Técnico: Márcio Fernandes.

FLAMENGO: Bruno (6.5); Toró (5.0) (Maxi - 6.5), Fábio Luciano (5.0), Ronaldo Angelim (5.0) e Eltinho (3.5) (Luizinho - 4.5); Jaílton (4.5), Cristian (4.0), Ibson (5.5) e Leonardo Moura (6.0); Marcelinho Paraíba (5.0) e Obina (4.0) (Erick Flores - sem nota). Técnico: Caio Júnior (4.5).

Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (Fifa /RN) e José Carlos Dias dos Passos (PR).
Cartões amarelos: Obina e Marcelinho Paraíba (Flamengo), Wendel e Domingos (Santos).
Cartão vermelho: Cristian (Flamengo)
Gols: Leonardo Moura (7 do primeiro tempo e 31 do segundo tempo). Kleber Pereira (38 do primeiro tempo e 6 do segundo tempo).
Renda: R$ 141.599,00.
Público: 15.359 pagantes.


VIDEOBLOG - SANTOS 2X2 FLAMENGO

BRUNO MARIONI? SÓ ACREDITO COM O CONTRATO ASSINADO

Bruno Marioni é o jogodor da vez no Flamengo
Foto: Arquivo de Internet

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Depois de fracassar na contratação do atacante Wagner Love, a desistência do uruguaio Richard Morales devido um pedido de sua família relacionado a violência no Rio de Janeiro e com a negociação parada com Ilan, ex-Atlético Paranaense, o Flamengo corre atrás de outro jogador para a posição. O vice-presidente de futebol do rubro-negro vai em busca de um jogador sul-americano. Bruno Marioni é o sonho de consumo da diretoria.

Segundo o blog do Mauro Cezar, da ESPN, o Mengão estudará quais são as possibilidades para trazer o camisa 9 para a Gávea. A contratação não será fácil, pois o atual clube do jogador, o Pachuca-MÉX tem apoio da prefeitura e estabilidade financeira para tentar segurar o jogador. O clube mexicano tem um elenco reduzido com apenas 23 jogadores e terá no final do ano o Mundial de Clubes.

Aos 33 anos de idade, o atacante argentino é um andarilho no "planeta bola". Iniciou a carreira no Newell´s Old Boys, depois se transferiu para o Estudiantes. Após o sucesso prematuro, foi contratado pelo Sporting Lisboa, de Portugal. Já atuou no Villareal, Tenerife, Independiente, Boca Juniors, Pumas UNAM, Toluca e antes de jogar pelo Pachuca, Marioni estava no Atlas (foto).

CONQUISTAS:
Primera Divisão do Campeonato Mexicano: Apertura 2004
Duas vezes artilheiro do Campeonato Mexicano: Apertura 2004, Apertura 2006
Artilheiro da Copa Sul-Americana: 2005
Campeão da Copa Libertadores 2007 (Boca Juniors)
Artilheiro da Interliga 2008 (Atlas)


VIDEOBLOG
MELHORES MOMENTOS NO ATLAS

sábado, 16 de agosto de 2008

PROPOSTA IRRECUSÁVEL

Thiago Neves deixará as Laranjeiras após as Olimpíadas
Foto: Globoesporte.com

O Fluminense não terá seu principal jogador para a sequência do Campeonato Brasileiro. Thiago Neves jogará na Alemanha, mais precisamente no modesto Hamburgo. Segundo informações do Diário Lance!, uma proposta irrecusável na casa dos 12 milhões de euros seduziu não só ao clube carioca, mas ao jogador que veslumbrava uma possibilidade de atuar na Europa.

Thiago Neves substituirá o holandês Van der Vaart, que foi negociado com o poderoso Real Madrid. Desses 12 milhões de euros, o Fluzão terá direito a 30% da negociação, cerca de 8,5 milhões de reais.

Ainda de acordo com o L!, o Lokomotiv Moscou, da Rússia, acenou com uma proposta de nove milhões de euros (R$ 21,56 milhões).

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DIEGO TARDELLI É FLAGRADO NA NIGHT

Após a grave lesão na partida contra o Cruzeiro, no Maracanã, o jogador do Flamengo Diego Tardelli foi flagrado na night, curtindo as férias forçadas. O atacante sofreu duas fraturas no antebraço direito e está fora do Campeonato Brasileiro. Com isso, a camisa 11 de Tardelli foi herdada por Marcelinho Paraíba, novo reforço, que veio do Wolfsburg, da Alemanha.

VIDEOBLOG - LANCE DA FRATURA

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Do fundo do baú: Palmeiras (SP) 1 X 0 Fluminense (RJ): 1971

No dia 4 de Setembro de 1971,num sábado, Palmeiras e Fluminense se enfrentaram no Estádio Palestra Itália em rodada do Campeonato Brasileiro e o Verdão fez o dever de casa com a vitória de 1 tento a 0, gol do Lateral direito Eurico.

O Jogo

PALMEIRAS (SP) 1 x 0 FLUMINENSE (RJ)
Data:
04/09/1971
Campeonato Brasileiro
Local: Parque Antártica / São Paulo
Árbitro: José Luís Barreto (RS)
Gol: Eurico 41/2º
PALMEIRAS: Leão, Eurico, Luís Pereira, Nélson (Polaco), Dé, Dudu (Héctor Silva), Ademir da Guia, Paulo Borges, Leivinha, César, Edu / Técnico: Mário Travaglini.
FLUMINENSE: Félix, Toninho, Galhardo, Assis, Marco Antônio, Silveira, Marquinho (Didi), Wílton, Ivair (Jair), Jeremias, Lula / Técnico: Zagallo.

O Craque: Ivair

Ivair Ferreira, o "Príncipe",nascido em Bauru (SP) no dia 27 de janeiro de 1945, foi um dos maiores ídolos da história da Lusa do Canindé. Começou nas categorias inferiores da Portuguesa, nas quais tinha o apelido de "Gibi". Sua estréia como profissional aconteceu em 1962, num jogo contra a Prudentina válido pelo segundo turno do Campeonato Paulista. A Portuguesa perdia o jogo por 1 a 0 até que, aos quarenta minutos do segundo tempo, Ivair empata a partida. Não agüentando a emoção, desmaiou em campo. . Só saiu de lá em 1969, transferindo-se para o Corinthians. Passou depois por Fluminense, Toronto, Los Angeles Astecas e América do Rio. Foi bicampeão da Liga Norte-Americana. Quando estava no Toronto, por sinal, teve a alegria de ver seu filho nascer. O ex-ponta-de-lança hoje mora em São Paulo, no bairro do Jardim São Bento, e trabalha com escolinhas de futebol nos bairros da Aclimação, Tremembé e Ipiranga. Casado, tem um filho de nome Denis

Um dia, Pelé descobriu que havia uma sombra do Rei em campo. Mais que isso. Viu que aquele menino teve a coragem de desafiar o (quase) imbatível Santos. Depois de marcar os três gols da vitória da Portuguesa de Desportos (3 a 2), em 1962, Ivair recebeu a camisa de Pelé. Entregue pelas mãos do próprio gênio, que reverenciou a ousadia do garoto. Assim, surgiu o Príncipe. “Acho que marquei mais de 300 gols na minha carreira. Nem sei direito.”

A imagem de Ivair permanece bem vinculada à Portuguesa de Desportos. É verdade que o ex-centroavante também atuou no Corinthians e Fluminense. Ainda passou pelo Canadá e Estados Unidos. Só que a Lusa significou muito mais no currículo do ex-craque. Tudo bem que ele tenha conquistado inúmeros títulos no Fluminense. No entanto, o Canindé esconde segredos que só Ivair consegue compreender. “Me identifiquei demais na Lusa. Como explicar isso? É claro que o Fluminense representou muito no meu currículo”, reconhece Ivair.

O nobre título de Príncipe envaidecia o refinado atacante, mas não alterava o comportamento de quem Se apoiava nos conselhos dos mais jogadores mais velhos. Entre eles, Ditão, Dida, Nair, Dudu e Oreco e o goleiro Gilmar dos Santos Neves. Dida, aliás, iniciou o Mundial-58 como titular e perdeu a vaga para Pelé.

Atualmente, Ivair mantém duas escolinhas de futebol — uma em Mairiporã, outra no Círculo Macabi/SP. Lá, os alunos desconhecem que o mestre era simplesmente o Príncipe nos tempos de Pelé. “Os pais contam, mas eu não falo. Nem gosto de comentar”, explica.

Além de transmitir os ensinamentos e as experiências de quem esteve lá, Ivair - ao lado de Pedro Rocha - revela talentos que são repassados a clubes profissionais do Brasil e da Comunidade Européia. Forlan, ex-lateral do São Paulo, completa o trio, mas no mercado uruguaio. “É um tipo de trabalho que me fascina. Gosto do que faço. Adoro futebol. É a minha paixão. Mas não jogo mais nem de brincadeira”.

Sem muitas chances com a camisa da Seleção Brasileira, Ivair foi um dos 47 convocados por Vicente Feola para a preparação da Copa de 66. Só que foi chamado para a ponta-esquerda e acabou sendo cortado porque concorreu com o santista Edu, com o são-paulino Paraná e ainda com os cortados Amarildo (Milan) e Rinaldo (Palmeiras).

Clubes
1963-1969: Portuguesa-SP
1970: Corinthians-SP
1971-1975: Fluminense-RJ
1975: America-RJ
1975: Paysandu-PA
1975-1979: Toronto Metros - Canadá
Cleveland Cobras - Estados Unidos
Kansas City Stars - Estados Unidos
Boston Athletic - Estados Unidos
Los Angeles Azteca - Estados Unidos
America-RJ

Títulos por equipe

Campeonato Carioca: 1971, 1973, 1975
Campeonato dos Estados Unidos: 1975, 1977

Fontes: Milton Neves, Gazeta Esportiva, Sambafoot