A EQUIPE DO FC08 DESEJA A TODOS...
UM PRÓSPERO ANO NOVO!!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

CHORANDO DE RIR


Torcedores do Mais Querido do Brasil,

Perdeu? Coloca a culpa no árbitro. Essa tem sido a atitude do “Buáátafogo” em todos os jogos decisivos ultimamente. O vice muda, o campeão é o mesmo e a reclamação também. A arbitragem tem seus equívocos, mas não é a única culpada pela derrota de uma equipe. Os jogadores do Botafogo se passam como os “bonzinhos”, corretos, coerentes e inocentes, desmerecendo a luta e a determinação desse elenco rubro-negro que tanto batalhou para a conquista desse título (Taça Guanabara).

Em 1989, o alvinegro saiu de um jejum de 20 anos sem tentos após um gol irregular de Maurício. Dias depois da discussão do lance decisivo, surge à declaração do árbitro da partida de que teria recebido dinheiro do então presidente da FERJ, “Caixa D´agua”, para favorecer o clube de General Severiano. Qual a atitude do Flamengo? Vencer, vencer e vencer confrontos seguintes e dançar o creu em 2008.

Portanto, não há o porquê de chorar. Isso é ridículo, vergonhoso. Se o Montenegro afirmou que esse seria um verdadeiro elenco de “machos”, se enganou perfeitamente, porque um time de "machos" é aquele que dá a resposta em campo, e não após o jogo, apontando defeitos e erros inexistentes na arbitragem.

Souza mostrou sua criatividade diante da Nação no jogo contra o Cienciano pela Libertadores, fazendo o gesto de choro em alusão as reclamações botafoguenses da final. Mas, o que seria do futebol sem a rivalidade sadia? É isso que torna o futebol um esporte popular e de atração encantadora. Ao contrário do meia Tricolor, Thiago Neves, que comemorou de forma acintosa em frente a torcida do Mengão, o camisa 9 da Gávea comemorou diante de sua torcida e de uma forma irreverente sem agredir a moral de ninguém.

Inconformados, os jogadores alvinegros rebateram a comemoração do centroavante, principalmente Túlio que criticou severamente o jogador rubro-negro:
_ Souza deveria estar jogando pelada. É um cara que caiu de pára-quedas no profissionalismo. Foi falta de respeito. Tratando-se de Souza que sai pela porta dos fundos por onde ele passa, não é novidade alguma.


Mas, quem diz o que quer, ouve o que não quer. Souza rebateu as críticas aumentando ainda mais o embate entre eles:
_ Não conheço Túlio como nada. Nunca vi ele jogar futebol em clube algum. Tenho 25 anos, já fui artilheiro. Se eu sou peladeiro, ele tem que trabalhar e muito para ganhar os títulos que já ganhei.


Se essa é a mais nova bronca dos botafoguenses, então porque eles não reprimiam Túlio Maravilha que cansava de usar suas artimanhas para comemorar diante dos arqui-rivais? Se até mesmo a imprensa repudiar a atitude do atacante Souza, o que será da comemoração do gol? O futebol não pode cair na insensatez do político e correto jeito de ser, da falta de liberdade e de expressão. A ética das torcidas é caracterizada pela zoação nos cantos da cidade enriquecidas pelo cotidiano e polêmicas que envolvem os clubes, porém sem violência.

Então cachorrada, como a sua inspiração é ver a derrota do Mengão, continuem chorando pois eu não vou ligar, não vou ligar, chegou a hora, vais me pagar, pode chorar, pode chorar...

E eu choro de rir!

Videoblog



Saudações rubro-Negras!!

Do fundo do baú: Botafogo 3 x 0 Flamengo (1961)

No dia 28 de Dezembro de 1961, numa noite de quinta-feira, Botafogo e Flamengo jogaram pela última rodada do campeonato carioca no Estádio do Maracanã, com o Botafogo ganhando do rubro-negro por 3 tentos a 0. Foi um jogo sem muito interesse, pois o Botafogo entrou em campo já como campeão carioca, curiosamente há duas rodadas passadas na derrota para o América por 2 tentos a 1. Gols de Nilo (42m/1ºt) para o América, Amarildo (28m/2ºt) de pênalti para o Botafogo e Zé Maria contra (45m/2ºt) fechando o placar para o time rubro.

Principais artilheiros do campeonato:

Amarildo (BOT)...................18 gols
Henrique (FLA)...................17 gols
Humberto (FLU)..................10 gols
Amoroso (BOT)....................8 gols
Gérson (FLA)......................8 gols

O Jogo

BOTAFOGO 3 x 0 FLAMENGO
Data: 28 / 12 / 1961
Competição: Campeonato Carioca
Local: Maracanã
Árbitro: Guálter Portela Filho
Gols – China,43/1ºT e Amarildo,15 e 23/2º
Obs: Babá foi expulso.
BOTAFOGO: Manga, Cacá, Zé Maria, Paulistinha e Rildo; Ayrton e Édison;
Garrincha, China, Amarildo e Zagallo / Técnico: Marinho Rodrigues.
FLAMENGO: Fernando, Ouraci, Jadir, Bolero e Jordan; Carlinhos e Gérson; Babá, Carlos Alberto, Aírton e Germano / Técnico: Fleitas Solich.

O Craque: Amarildo

Amarildo na copa de 1962

Amarildo Tavares Silveira nasceu em Campos dos Goytaczes em 29 de Julho de 1939. Começou a carreira em sua cidade natal jogando nas divisões inferiores do Goytacaz. Veio para o Rio de Janeiro em 1958 fazer testes no juvenil do Flamengo, mas como foi pouco aproveitado, acabou sendo dispensado. Foi servir o exército e pouco depois recebeu um convite do zagueiro Paulistinha para fazer um teste no Botafogo. Acabou sendo aprovado e a partir daí, iniciou uma gloriosa carreira no Brasil e também no exterior mas precisamente na Itália. Estreou no Botafogo no dia 11 de novembro de 1958 no empate de 2 x 2 contra o Canto do Rio no Maracanã pelo campeonato carioca gols de Quarentinha e Garrincha pelo Botafogo.

Participou da Copa do Mundo de 1962 no Chile onde, teve uma importante participação quando, incumbido de substituir Pelé contundido no segundo jogo contra a Thecoslovaquia entrou nos jogos seguintes fazendo dupla com Garrincha que já entrosados desde o Botafogo ajudou o Brasil trazer pela segunda vez a Taça Jules Rimet para o Brasil. Recebeu o apelido de "Possesso" depois da excelente participação na Copa do Mundo de 1962.

Fez seu último jogo com a camisa do Botafogo em 1963 na vitória de 6 x 0 contra o Madureira pelo campeonato carioca em General Severiano gols de Jairzinho(2), Jair Bala(2), Quarentinha e Élton.

Em 1963 foi negociado com o AC Milan, da Itália, onde fez sucesso, jogando até 1967. Jogou ainda na Fiorentina (de 1967 a 1971), onde foi campeão italiano em 1969 e na AS Roma (de 1971 até 1972. Voltou ao Brasil em 1973, para defender o Vasco, time no qual encerrou a carreira em 1974, quando foi campeão brasileiro.

TÍTULOS:

Bicampeão Carioca (1961 e 1962)
Campeão do Torneio Rio-São Paulo (1962)
Quadrangular de Bogotá (1960)
Pentagonal do México (1962)
Torneio de Paris (1963)

ARTILHARIA:
Campeonato Carioca 1961 / 18 gols
Torneio Rio-São Paulo 1962 / 8 gols
Seleção Brasileira principal (1961 a 1963, período do Botafogo F. R.):
Estréia: 30 / 04 / 1961 / 2 x 0 Paraguai (Taça Oswaldo Cruz), Assunção.
Jogos: 19 / 8 Gols
Total na Seleção / 25 jogos , 17 vitórias , 3 empates , 5 derrotas , 9 gols
Copas do Mundo:4 jogos , 4 vitórias , 3 gols

Clubes em que jogou:
Goytacaz (RJ) (1956 - 1957); Flamengo(RJ) (1958); Botafogo (RJ) (1959 - 1963); Milan(ITA) (1963 - 1967); Fiorentina (ITA) (1967 -1971); Roma (ITA) (1971 - 1972); Vasco (RJ)(1973 - 1974)

Campeão Italiano pela Fiorentina em 1969
Campeão Brasileiro pelo Vasco da Gama em 1974

Fontes: história do botafogo / Pedro Varanda
Wikipedia
Enciclopédia do Futebol Brasileiro / Lance / volume 1 / 2001

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

De primeira


Lúcio Flávio, Triguinho e Jorge Henrique comemoram mais um gol do Botafogo
Foto: Lancenet

Torcedores do Glorioso,

O Botafogo foi ao Acre fazer sua estréia na Copa do Brasil, em clima de festa os torcedores alvirrubros encheram o estádio Arena Floresta e foram maioria, mas a superioridade do time da casa parou por aí, o fogão foi melhor durante os 90 minutos e eliminou o jogo da volta.

Logo com 10 minutos o Botafogo abriu a contagem, Jorge Henrique lançou Wellington Paulista que deu um toquinho na saída de Gustavo, Botafogo 1 a 0.

Os jogadores do Rio Branco passaram a apelar para as faltas, principalmente em cima de Jorge Henrique, mas o Botafogo não ficou para trás, Diguinho poderia ter sido expulso, mas o árbitro ignorou um lance nítido de cartão amarelo e o jogador permaneceu em campo.

Ao final do primeiro tempo a alegria da equipe local, depois de cobrança de falta, Marcelo Brás, em posição irregular, cabeceou sem chances para Castillo e empatou a partida. Final do primeiro tempo 1 a 1.

O glorioso voltou para o segundo tempo sempre buscando o ataque, enquanto isso, o Rio Branco, se segurava como podia para tentar forçar o jogo da volta. A partir dos 15 minutos o Botafogo ficou em vantagem numérica, Ronimar foi expulso por falta violenta sobre Túlio.

Cuca fez três alterações tentando forçar o Botafogo a jogar mais para frente e aos 39 o time voltou a ficar em vantagem, Zé Carlos cobrou falta com muita categoria e marcou o gol que desafogou a angústia alvinegra. Ainda assim o resultado não evitava o jogo de volta, então, novamente Wellington Paulista apareceu, ele escorou de cabeça para o fundo das redes, depois do cruzamento de Abedi e eliminou as chances do time acreano conhecer o Rio.

Na próxima partida o Botafogo encara o vencedor de River-PI e Jaguaré-ES, no jogo de ida o time capixaba levou a melhor vencendo por 3 a 2.

RIO BRANCO - AC 1 x 3 BOTAFOGO

Estádio: Arena da Floresta, em Rio Branco
Gols: Wellington Paulista (10m/1ºt), Marcelo Brás (42m/1ºt), Zé Carlos (36m/2ºt), e Wellington Paulista (45m/2ºt).
Cartões amarelos: Cartões amarelos: Diguinho e Jorge Henrique (Botafogo); Testinha e Marquinho Costa (Rio Branco)
Cartão vermelho: Ronimar (Rio Branco)
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP)
Auxiliares: Evanildo da Costa Esteele (RO) e Moacir Osterne de Cruz Filho (RO)
Data: 27/02/2008
Público: 11.477 pagantes / Renda: R$ 317.075,00

RIO BRANCO-AC: Gustavo, Ley, ICO, Marquinho Costa, Rafinha, Ronimar, Zé Marco, Neném, Testinha (Ricardo Feltri), Marcelo Brás (Sideny) e Doka Madureira (Mário Augusto). Téc: Pedrinho Rocha

BOTAFOGO: Castillo, Alessandro (Abedi), Renato Silva, Ferrero, Triguinho, Túlio, Diguinho, Lúcio Flávio (Fábio), Zé Carlos, Jorge Henrique (Adriano Felício) e Wellington Paulista. Téc: Cuca

VITÓRIA CHORADA

Marcinho comemora o gol da vitória em cima do Cienciano nos minutos finais
Foto: Fotocom.net


Torcedores do Mais Querido do Brasil,

O Flamengo assumiu a liderança do Grupo 4, da Taça Libertadores da América, após vencer no sufoco o Cienciano, do Peru, por 2 a 1. O rubro-negro teve maior posse de bola no jogo inteiro, mas pecava no último passe e nas conclusões. O Cienciano totalmente fechado, buscava o gol através do meia-atacante Chiroque, da velocidade do japonês Sawa e do perigoso centroavante Vassalo, autor do gol de empate.

Nos minutos iniciais, o ímpeto do Mengão era contído pela "barreira" armada pelo técnico Franco Navarro. Aos 22 minutos, Léo Moura teve a chance de abrir o placar, após receber excelente lançamento de Kléberson, porém o goleiro Flores salvou.

Aos 27 minutos, o Cienciano teve a sua primeira grande oportunidade de marcar. Depois de um bate-rebate na grande área, a bola sobrou para Solis, que chutou forte para Bruno salvar com a ponta dos dedos.


A impaciência da torcida tomava conta do estádio, já que o gol não saia. Mas Souza tratou de acalmar a nação. Toró encontrou o "Caveirão" livre no lado direito. O atacante dominou e fuzilou o gol de Flores. Na comemoração, o camisa 9 do Flamengo ironizou o Botafogo fingindo um choro.

Enquanto a torcida cantava e parodiava a múscia símbolo do alvinegro ( "E ninguém cala / Esse chororô / Chora presidente / Chora o time todo / Chora o torcedor"), o Cienciano empatava o jogo aos 46 minutos. Após cruzamento, Vassalo subiu no meio dos zagueiros e cabeceou no canto do goleiro Bruno que saiu muito mal do gol. Foi o empate da equipe peruana para delírio dos cerca de cem torcedores da Fúria Vermelha.


Com esse balde de água fria, a equipe rubro-negra voltou ligada para o segundo tempo. Toró quase marcou, após invadir a área pela direita e chutar cruzado para a defesa de Flores. Aos seis minutos, Juan cruzou e Diego Tadelli tocou de letra, para a bola carimbar a trave caprichosamente.

O resultado era desfavorável ao Flamengo que com o empate ficava fora da zona de classificação, então, a equipe partiu para cima do Cienciano, porém deixava espaços para os contra-ataques adversários. Em um deles, aos 25 minutos, o time peruano marcou um gol legítimo com Vassalo, mas o árbitro Grance Ricardo (PAR) assinalou impedimento.

Com a dificuldade de penetrar na zaga do "El Papá", Joel Santana colocou um time mais ofensivo com três atacantes (Souza, Obina e Marcinho) e substituiu o cansado Kléberson por Jonatas. A substituição surtiu efeito, e aos 43 minutos, Jonatas lançou Obina, que dominou no peito, e consequentemente, a bola sobrou para Marcinho que driblou o goleiro Flores e balançou a rede. Fla 2 a 1.

Joel Santana continua iluminado. No último jogo, na final da Taça Guanabara, o técnico colocou Diego Tardelli que marcou o gol do título ao entrar no lugar de Marcinho. Ontem a história foi inversa. Que seja assim, um elenco forte e competente, que é formado de 30 titulares somada a uma torcida que sempre fará a diferença.


Ficha Tecnica: Flamengo 2 x 1 Cienciano

Flamengo: Bruno (5.5), Leo Moura (6.0), Fábio Luciano (5.5), Ronaldo Angelim (6.0), Juan (6.5), Kleberson (6.0), (Jônatas - 6.0), Cristian (5.5), Ibson (6.0), Toró (6.0), (Marcinho - 7.0), Diego Tardelli (6.0), (Obina - 5.5), Souza (6.5). Técnico: Joel Santana (7.0)

Cienciano: Flores, Solís, Marengo, Romaña, Bazalar, Guizasola, Ortiz, García, (Olceze), Chiroque, Sawa, (Corcuera), Vassallo. Técnico: Franco Navarro

Cartões amarelos: Juan (F), Romaña (C), Flores (C), Sawa (C)
Árbitro: Ricardo Grance (PAR)
Auxiliares: Carlos Galeano (PAR) e Oscar Viera (PAR)
Público: 27.802 pagantes (31.221 presentes)
Renda: R$ 605.691,00

VideoBlog - Paródia Rubro-Negra"


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

COLUNA: DE OLHO NA PRESA

Torcida calorosa em seu estádio na cidade de Cuzco, no Peru

Seguindo a coluna “De olho na presa”, o Cienciano será o próximo adversário do Flamengo na Taça Libertadores da América, pela segunda rodada do torneio. O Mengão enfrenta o time peruano, hoje, no Maracanã, às 21h45min. Na primeira rodada, o clube peruano venceu o Nacional-URU, por 2 a 1. Portanto, torna-se um jogo de extrema importância principalmente para a equipe rubro-negra, que empatou contra o Coronel Bolognesi por 0 a 0 na estréia e tem a chance de assumir a liderança isolada do Grupo 4 (confira ao lado do blog a classificação).

O Club Sportivo Cienciano foi fundado em 08 de julho de 1901, como um time da faculdade de ciências da Universidade de Cuzco. Sua principal aliada para a busca de bons resultados dentro de casa é a altitude de mais de 3.000m. Mesmo não sendo um dos candidatos direto ao título mais importante do continente americano, o “El Papá” tem em sua galeria troféus importantes como a conquista do Clausura, em 2001, o torneio Apertura, em 2005 e as Copas El Grafico (2004 e 2005), El Libero (2005), Inka (2006) e Interandina (2004) que equivaliam ao 1º turno do campeonato. Porém as principais conquistas do time peruano são a Copa Sul-Americana, em 2003, diante do tradicional River Plate e a Recopa Sul-Americana, em 2004, derrotando o poderoso e temído Boca Juniors. No ranking da Conmebol, o Cienciano ocupa a quarta colocação em seu país.

Para disputar a Libertadores, o Cienciano conseguiu a maior pontuação no campeonato peruano de 2007, mesmo não sendo o campeão do Apertura (vice) e nem do Clausura (3º colocado). Entretanto a vaga só veio após vencer o Montevideo Wanderers pelo placar de 1 a 0 e empatar no segundo jogo em 0 a 0, na pré-Libertadores. O objetivo é igualar pelo menos o ano de 2002, em que o time chegou as oitavas, mas caiu diante do América, do México.

Garcilaso de la Vega, é um belíssimo estádio e casa do Cienciano, acomodando 45 mil torcedores. Foi reformado para a Copa América de 2004, e comportava apenas 22 mil lugares. O campo está em perfeitas condições, com uma grama natural e medidas que contribuem para uma bela partida (105 x 68 m). A torcida eufórica, apoia o time com cânticos na maior parte do tempo.

Vista panorâmica do estádio Garcilaso de la Vega, em Cuzco, no Peru - Foto: www.masquefutbol.com

O técnico Franco Navarro, manteve em sua equipe duas peças importantes da última temporada, o meia Balazar, responsável pelas armações e o meio-atacante Chiroque. Outros jogadores chegaram como o zagueiro colombiano Julio Romaña, ex-Cúcuta e que estava no Mineros-VEN e o brasileiro Victor Manique, ex-Internacional e Partizan-SER. O principal jogador do Cienciano não é um sul-americano, e sim um japonês, Masakatsu Sawa, que sonha vencer o Flamengo no “Maracanazo” (termo usado pelos uruguaios na conquista da Copa de 1950 em pleno Maracanã): “Sempre é um sonho para qualquer jogador de futebol jogar em um estádio tão importante como o Maracanã. Será a primeira vez que pisarei nesse campo. Por que não pensar numa vitória? Podemos fazer o "Maracanazo"”, responde a revista “Líbero’.

O comandante da equipe peruana também menosprezou a força de nossa torcida e disse que não iria se intimidar com o nosso apoio das arquibancadas. Ele não conhece a força da torcida rubro-negra que empurra o Flamengo em todas as ocasiões e torna os problemas mais difíceis em soluções simples. Vamos em busca da primeira vitória na Taça Libertadores 2008. Em casa, não há equipe que nos segure. “Vamos Mengão, avante Mengão, nosso time é forte!”


Ficha Pré-Jogo:

Flamengo: Bruno, Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Cristian, Jaílton (Kleberson), Ibson e Toró; Diego Tardelli (Marcinho) e Souza. Técnico: Joel Santana

Cienciano: Flores, Solís, Marengo e Romaña; Bazalar, Corcuera, Ortiz, Garcia, Chiroque e Saua; Vassallo. Técnico: Franco Navarro

Local: Maracanã - Horário: 21h50 - Árbitro: Ricardo Grande (Paraguai) - Auxiliares: Carlos Galiano e Óscar Viera (Paraguai) - Quarto árbitro: Djalma Beltrami (Brasil)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

De olho na presa: Rio Branco-AC

Montagem que mostra o quanto esse jogo é aguardado pelos alvirrubros.
Foto: site oficial do clube: http://www.riobrancofc.com.br/


Torcedores do Glorioso,

Após baixar parcialmente a poeira da lamentável final da Taça Guanabara, o Botafogo faz sua estréia na Copa do Brasil, o adversário é o desconhecido Rio Branco. Desconhecido por enquanto, pois o Blog do Futebol Carioca não te deixará na mão e trará informações importantes desse clube.

O “estrelão” foi fundado no dia 8 de junho de 1919, segundo os seus torcedores, o Rio Branco Football Clube já nasceu grande e importante, afinal surgiu de reunião convocada pelo advogado amazonense Luiz Mestrinho Filho, no Eden Cine Theatro.

O Clube é famoso por conquistar títulos estaduais, são 24 ao todo, o último no ano de 2007. Títulos nacionais ou internacionais o clube não possuí, mas regionais ele conquistou quatro, dentre eles a copa norte de 1997 que deu ao clube o apelido de “campeão do norte”.

As glórias mais conhecidas nacionalmente do estrelão são: Uma vitória por 2 a 1 sobre o time B do Flamengo, na Copa do Brasil de 1997, porém, na volta, o Rio Branco sofreu uma impiedosa goleada por 5 a 1 e foi eliminado da competição e a outra é mais recente, na inauguração do principal estádio do Acre, o Arena da Floresta, no ano de 2006, ocorreu uma partida entre o alvirrubro e a seleção brasileira sub-20, foi um jogo histórico, em que Rogério Tarauacá, do Rio Branco, que hoje atua no futebol equatoriano fez o primeiro gol na Arena e o clube da cidade venceu por 2 a 1 a seleção que mais tarde conquistaria o sul-americano da categoria, no Paraguai.



Estádio Arena da Floresta

A principal arma do time acreano é exatamente esse estádio, após a inauguração do local, o Rio Branco ainda não perdeu jogando em casa, são 16 jogos com 14 vitórias e dois empates, envolvendo estadual, amistosos e brasileirão da Série C. E mesmo sem ser seu de fato e de direito, a Arena da Floresta já é considerada a "Casa do Estrelão". Com capacidade para 20.000 pessoas, a esperança é de que o estádio se torne um dos mais modernos do Brasil em termos de estrutura.


No sábado passado, o Rio Branco fez seu último amistoso antes da estréia na Copa do Brasil e goleou um combinado da Brasiléia, cidade que faz fronteira com a Bolívia, por 13 a 0, no estádio da Federação.

Time base: Gustavo, Ley, Rafinha, ICO, Marquinho Costa, Zé Marco, Neném, Andrezinho, Testinha, Marcelo Brás e Doka Madureira. Téc: Pedrinho Rocha

Boa sorte, glorioso.

A DUPLA RO-RO NA GÁVEA

Dois dos grandes centroavantes mundiais podem encerrar a carreira no Flamengo
Montagem: Renan de Moura

Ambos vivem um momento de expectativa. Romário após ser absolvido pelo STJD pelo uso da substância proibida (finasterida) que combatia a queda de cabelos, está bem próximo do acerto com o Flamengo,e alguns já até se arriscam a dizer que o atacante teria assinado um compromisso com o “Mais Querido do Brasil”. Ronaldo recupera-se de uma cirurgia delicada no joelho e que pode comprometer sua carreira futebolística. Mas essa dupla ainda é aguardada no rubro-negro. Não para atuarem um ao lado do outro, pois o tempo não espera, mas sim para estarem juntos novamente e darem a volta por cima dos obstáculos que a vida os pregou e encerrarem a carreira de forma digna e respeitosa em um clube de massa.

Ronaldo Luís Nazario de Lima e Romário de Souza Faria, dois dos maiores centroavantes que o Brasil já produziu, se contrastam pela infância humilde nos bairros cariocas (Bento Ribeiro e Morro do Jacarezinho, respectivamente) e pelos objeitvos alcançados: ser um craque da bola. Mas, as coincidencias vão muito além. A principal delas, o amor ao clube de coração. Não adianta esconder, Romário é rubro-negro, é sócio-proprietário do clube e Ronaldo, torcedor declarado é sem sombra de dúvidas um dos eternos ídolos dessa nação que ainda o espera de braços abertos.

Os dois jogadores começaram a unir suas histórias na Copa do Mundo de 1994, no qual o Baixinho foi um dos responsáveis pela conquista do tetracampeonato mundial e o Fenômeno, um mero jovem promissor que teria tudo para dispontar em um futuro próximo.

Ronaldo e Romário passaram por Barcelona e PSV em épocas distintas, enquanto um atuou por duas temporadas, o outro atuou por cinco no clube holandês, e com uma média de gols exatamanente igual, 0.9 gols por partida. A diferença é que depois do sucesso e de ser escolhido o melhor jogador do mundo, o Baixinho retornou ao Brasil, mais precisamente para o Flamengo, e Ronaldo continuou trilhando seu caminho por diversos clubes do continente europeu, como: Inter de Milão, Real Madrid e recentemente, o Milan.

Na volta ao futebol brasileiro, Romário não adquiriu todo o sucesso como o habitual no velho continente, e um dos considerados mais potentes trio de ataque do mundo (Sávio, Edmundo e Romário) não passou de uma ilusão. Já o “dentuço” em 96, foi considrado o melhor do planeta pela primeira vez, atuando com a camisa do Barça e mesmo sendo eliminado das Olimíadas pela Nigéria no mesmo ano. O fenômeno ainda seria “O melhor” por mais duas vezes.

Em 1997, a dupla apareceu pela primeira vez de forma titular na Seleção em partida contra o México. Romário marcou três gols e Ronaldo nenhum. Em 1998, o slogan “Ro-Ro”, em alusão as iniciais de seus nomes, era tida como um ataque infalível e detentora de características que mesmo parecidas seriam imbatíveis em busca do pentacampeonato mundial. Mas, eis que Romário sofre uma contusão e é cortado pela comissão técnica da Seleção brasileira. Ronaldo continuou disputando a Copa sem o seu amigo, ídolo e companheiro. Na final entre Brasil e França, uma convulsão quase tira o ainda “fininho” Ronaldo. Atuando lado a lado, em 19 jogos, o Brasil ganhou 14 partidas e fizeram 56 gols.

Em 1999, o camisa 9 da seleção canarinho, sofre sua primeira operação na rótula do joelho direito e que mais tarde se tornaria uma contusão ainda pior que o tiraria dos gramados por um ano. Fato que se repete com o Fenômeno atualmente, porém no joelho esquerdo.

Mas, quando menos se esperava do Fenômeno na volta aos campos em sua primeira grave contusão, o atleta foi o artilheiro da Copa de 2002, trouxe o penta e calou a boca dos críticos. Romário também teve uma grande conquista pessoal a ser o artilheiro do Campeonato Brasileiro de 2005, com 22 gols, as vésperas de completar 40 anos de idade.

Com uma carreira rica de títulos, feitos e conquistas, os dois continuam na mira do Flamengo e o apoio tanto para Ronaldo quanto para Romário é o mesmo. Após seu desentendimento com Eurico, o caminho mais provável para o camisa 11 é a Gávea. A ansiedade toma conta dos veículos de comunicação para dar essa notícia e mexe muito com a cabeça dos torcedores também, já “R9” após sua grave lesão, preocupa-se primeiramente em voltar a ter os movimentos do joelho e quem sabe realizar seu maior sonho, que é encerrar a carreira com o Manto Sagrado. A dupla Ro-Ro pode estar de volta, quem aposta nessa idéia?

Obs: Torcedores rubro-negros, amanhã, a coluna "De olho na presa" trará informações sobre o Cienciano. Fique ligado!

Do fundo do baú: Vasco da Gama 3 x 1 América(RJ) (1956)

No dia 9 de Setembro de 1956, num Domingo, Vasco da Gama e América se enfrentaram pelo primeiro turno do Campeonato Carioca no Maracanã. A vitória pendeu para o lado vascaíno pelo placar de 3 tentos a 1. Nesse ano o C.R. Vasco da Gama tornou-se Campeão Carioca.

Principais artilheiros do campeonato:
Waldo (FLU)...........22 gols
Índio (FLA)...........17 gols
Didi (BOT)............16 gols
Hilton (BAN)..........15 gols
Quarentinha (BON).....15 gols
Valter Marciano(VAS)..14 gols

O Jogo

VASCO DA GAMA(RJ) 3 X 1 AMÉRICA(RJ)

Data:02/09/1956
Campeonato Carioca de 1956
Local: Maracanã
Juiz: Alberto da Gama Malcher
Gols: Sabará, Valter Marciano, Vavá, Leônidas
VASCO DA GAMA: Carlos Alberto, Paulinho, Bellini, Orlando , Coronel, Laerte, Sabará, Livinho, Vavá, Valter Marciano, Pinga / Treinador: Gradim
AMÉRICA: Pompéia, Rubens, Édson, Helio, Ivan, Agnelo, Canário, Romeiro, Leônidas, Alarcon, Alvinho / Treinador: Não encontrado

O Craque: Pompéia



O goleiro Pompéia em 1960, no América.

Foto: Site do Milton Neves

Nos meus tempos de garoto, jogando as minhas peladas nos campinhos próximos de casa, na hora de definir os times, três ou quatro garotos, faziam questão de serem escolhidos para serem os goleiros. Naquela época, um dos nomes mais falado nas rádios e nos jornais era o famoso goleiro Pompéia, com suas defesas acrobáticas e milagrosas que faziam o delírio de todas as torcidas.


“Eu tinha doze anos quando comecei a dar saltos. Apareceu lá em Itajubá um circo e um dia eu ia passando quando vi uma garota treinando. Ela me perguntou se eu seria capaz de dar saltos de trampolim. Respondi-lhe que sim. Rapidamente, corri ao encontro do trampolim e dei um salto. Quando vi o dono do circo, pensei que ele me fosse me repreender e corri. Na porta, o gerente apanhou-me pelo braço. Tremendo de medo, fui levado à presença do dono. Ele me perguntou se eu tinha vocação para a coisa e pediu-me para dar outro salto. Dei e ele me convidou para trabalhar. Inicialmente, treinei durante três meses. Nessa época, fazia apenas piruetas no chão. Mas, achava muito bonitas as vestes dos volantes e fui tentar também ser volante. Nos treinos iniciais, caí muito sobre a rede. Certo dia, quando treinava na barra, desloquei o braço direito. Aí, depois de dois meses e meio de atuação, abandonei o circo”.- Comentou o goleiro em entrevista a um jornal local."

José Valentino da Silva, o Pompéia, nasceu em Itajubá (MG) no dia 27 de Setembro de 1934 e faleceu no Rio de Janeiro em 18 de Maio de 1996. Nos seus tempos de criança, gostava de desenhar a figura do marinheio Popeyee e como seus colegas não sabiam dizer o nome certo do marinheiro, chamavam José Valentino de Pompéia.

No início de carreira jogava como centroavante em sua cidade natal. Certo dia seu time iria jogar em uma cidade próxima e o goleiro adoeceu. Seu treinador pediu que ele fosse para o gol e deu certo. Agarrou tudo e nunca mais quis jogar na linha. Mais tarde veio para o Bonsucesso, fez tanto sucesso que um ano depois o América o contratava.

A estréia com a camisa americana aconteceu, em Lima, na final do Quadrangular, contra o Santos. O América venceu por 2 a 1 e conquistou o título. Nesse jogo, Pompéia defendeu um pênalti batido pelo ponta esquerda Pepe.

Pompéia participou de grandes momentos com a camisa do América. Em 54, como reserva de Osni, foi vice-campeão carioca; no ano seguinte, suas atuações foram importantíssimas para o América chegar a decisão do título contra o Flamengo. Durante várias temporadas revezou com Ari na meta rubra. Em 1960, integrou o time campeão carioca daquele ano, não participando do jogo final.

O goleiro rubro esteve na seleção brasileira e participou de um jogo-treino diante do Bonsucesso, em São Januário, quando o selecionado brasileiro venceu por 3 a 0. Em 1957, Pompéia substituiu Castilho nas partidas frente aos paulistas que conquistaram o tricampeonato após a vitória de 2 a 0, no Pacaembu. A seleção do Distrito Federal, sob a direção técnica de Sílvio Pirilo, jogou com: Pompéia (América); Paulinho (Vasco) e Belini(Vasco); Zózimo(Bangu), Benedito(São Cristóvão) e Altair(Fluminense); Joel(Flamengo), Índio(Flamengo), Valdo(Fluminense), Déquinha(Flamengo) e Pinga(Vasco).

Pompéia defendeu o gol americano por 11 anos, interrompidos pelos oito meses em que jogou, por empréstimo, no Botafogo, de Ribeirão Preto.

Pompéia deixou o América em 1965 e viajou para a Venezuela, onde jogou pelo Deportivo Itália, Valência e por último atuou no Deportivo Português.

A famosa equipe do Real Madrid, com seus astros, visita à Venezuela, em 1969. Um dos adversários dos espanhóis é o Deportivo Português. O jogo começa e Pompéia fecha o gol com uma série de grandes defesas. Faltavam poucos minutos para terminar a partida e o Real ataca pela direita. O chute é forte e rasteiro. Pompéia defende a bola parcialmente e cai para impedir a finalização do jogador vinha na corrida. Dá o bote, mas o atacante chuta com toda violência. A bola bate violentamente no seu olho esquerdo. O goleiro só acorda no hospital depois de ser operado. Pompéia perdera a visão da vista esquerda e naquele momento encerrava a sua carreira. Segundo o brilhante jornalista e querido amigo Aristélio de Andrade, quem disputou o lance com Pompéia e chutou a bola contra a sua vista foi Di Stéfano, famosíssimo jogador argentino, naturalizado espanhol. Em conversa com Aristélio, o ex-goleiro do América afirmou que não houve a intenção de atingi-lo.

Amaro, seu ex-companheiro de América, ainda, levou Pompéia para treinar os goleiros juvenis do Bonsucesso. Sem conseguir superar a tristeza por seu trágico fim de carreira, o nosso “Constelation”, o chamava o locutor esportivo Waldir Amaral, não decolou mais e se deixou derrotar pelo mal da bebida.Jogou também no Futebol Clube do Porto de Portugal e no Galicia da Venezuela. Pelas suas defesas acrobáticas e seus saltos espetaculares foi apelidado de “ponte aérea”.

Campeão carioca em 1960 pelo América e campeão venezuelano pelo Deportivo Português.

Fontes: Blog soccerlogos(parcial) de texto retirado do livro:“HEI DE TORCER ATÉ MORRER”, de José Rezende.

Portal Campeonato Carioca: http://www.campeonatocarioca.kit.net/primeira_divisao/temporadas_anteriores/1956.htm

Fazendo justiça

Torcedores do Glorioso,

Até agora só demonstrei toda minha insatisfação com a arbitragem e não dei o devido valor que o Botafogo merece, mas, com o texto abaixo, eu pago com juros o que estou devendo a equipe e a torcida.

Homenagem gloriosa
Por: Ricardo Oliveira

Não preciso de um objeto (Taça, pôster...) para demonstrar o amor ao meu time, daqui a 20 anos, ou menos, quando alguém quiser saber quem foi o campeão da Taça Guanabara de 2008, terá de recorrer aos livros, pois simplesmente, esse time do Flamengo não significou absolutamente NADA na história, quem permanece na história, quem é sempre lembrado, são os grandes, os nem sempre vencedores, mas os grandes.

Tenham certeza que cada jogador que hoje compõem o elenco do nosso Botafogo já está eternizado nos corações dos torcedores e na gloriosa história do clube.

Eles fizeram com que a paixão fosse resgatada, me fizeram ter orgulho de dizer, mesmo que na derrota, que sou botafoguense, só que desta vez com muito mais intensidade do que antes da bola rolar.

Choro, vibração, emoção, lamento e orgulho, em tão pouco tempo essas sensações tomaram conta de cada alvinegro, como um time consegue gerar essas sensações no ser humano? É algo que nem a ciência explica. Às vezes gostaria de ser como João Saldanha, que apesar de botafoguense, assistia aos jogos do Botafogo sem que nenhum sentimento aflorasse. Mas paro e penso, ele não era humano, ele era gênio.

Porém mudo rapidamente de idéia, pois tolo é aquele que não foi botafoguense nem que seja por um minuto. O Botafogo significa muito mais que um simples título, posso aqui escrever mais de 1000 palavras, mas nenhuma delas irá retratar o glorioso, pois ele está além da razão.

Saudações alvinegras.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

SELEÇÃO DA TAÇA GUANABARA

A equipe do blog Futebol Carioca 2008 escolheu os melhores jogadores para formar a seleção da Taça Guanabara. Como bicampeão, o Flamengo tem quatro jogadores nesse elenco, seguido do Botafogo com três e o técnico. Fluminense e Vasco possuem um atleta cada e o Madureira também está representado com o artilheiro da competição até o presente momento, Muriqui. Veja a ficha técnica de cada um:

Bruno Fernandes das Dores Silva: [23/12/1984] - [Belo Horizonte (MG)] - [1,90m] - [80Kg]

Leonardo da Silva Moura: [23/10/1978] - [Niterói (RJ)] - [1,76m] - [65Kg]

Fábio Luciano: [29/04/1975] - [Vinhedo (SP)] - [1,90m] - [80Kg]

Thiago Emiliano Silva: [22/09/1984] - [Rio de Janeiro (RJ)] - [1,83m] - [79Kg]

Juan Maldonado Jaimez Júnior: [06/02/1982] - [São Pulo (SP)] - [1,67m] - [66Kg]

Túlio Lustosa Seixas Pinheiro: [25/04/1976] - [Brasília (DF)] - [1,75m] - [69Kg]

Ibson Barreto da Silva: [07/11/1983] - [São Gonçalo (RJ)] - [1,77m] - [74Kg]

Lúcio Flávio dos Santos: [03/02/1979] - [Curitiba (PR)] - [1,75m] - [69Kg]

Manoel Morais Amorim: [17/07/1984] - [ Maceió (AL)] - [1,70m] - [64Kg]

Jorge Henrique de Souza: [23/04/1982] - [Resende (RJ)] - [1,69m] - [69Kg]

Luis Guilherme da Conceição Silva: [16/06/1986] - [Mangaratiba (RJ)] - [1,70m] - [71Kg]

Alexis Stival: [07/06/1963] - [Curitiba (PR)] - [Passagens por Clubes: Uberlândia, Avaí, Brasil-RS, Internacional-SP, Remo, Inter-RS, Lages-SC, Gama, Criciúma, Paraná, Goiás, São Paulo, Grêmio, Flamengo, Coritiba e São Caetano.]

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Fotos FC08 - IMPRENSA


(Fotos: Gloesporte.com e Fotocom.net)

O glorioso, contra tudo e contra todos

A torcida do Botafogo, alegria em vê-la lotando o Maracanã.
Foto: Arquivo pessoal.
Torcedores do Glorioso,

Na final da Taça Guanabara, acreditem se quiser, o que menos importou foi o jogo, eu vi um show de bola do criticado Adriano Felício, uma velocidade incrível de Zé Carlos, a oportunidade de Wellington Paulista e é claro um Botafogo para dar orgulho ao seu torcedor.

Situações adversas acontecem, isso é fogão, time desfalcado e Cuca soube armar as peças, montou ele competitivamente, não nos abalamos com a desvantagem e fomos para cima. Mais uma vez contamos com a má vontade do Sr. Marcelo de Lima Henrique, que por diversas vezes deixou de marcar irregularidades a favor do Botafogo, para marcar ao adversário.

No primeiro tempo o Botafogo saiu na frente, depois de ótima triangulação, Wellington Paulista marcou, ele recebeu, se livrou de três marcadores e bateu cruzado para levantar a galera, um golaço.

O glorioso ganhou ânimo com o gol e passou constantemente a chutar contra a meta do adversário, mas em nenhuma delas o gol saiu e fomos para o intervalo na frente.

No segundo tempo o Botafogo voltou com o mesmo time, porém um pouco mais recuado. Depois de sofrer uma entrada, Eduardo deu vaga a Édson. Enquanto a postura do Botafogo mudava, a do árbitro permanecia a mesma, ele insistia em inventar faltas a favor do time contrário, numa delas, ele conseguiu ver um pênalti de Ferrero, na cobrança o empate aconteceu.

Depois disso, como era de se esperar, aconteceu uma confusão envolvendo o atacante do time oposto e o goleirão Castillo, que colocou moral e honrou as cores alvinegras (Castillo ídolo), depois do bate-boca, o árbitro, inexplicavelmente, expulsou Zé Carlos que até então era um dos melhores jogadores do Botafogo e junto com ele mandou para rua o atacante adversário.

Mas o árbitro não se contentou com apenas uma expulsão pelo lado do Botafogo e puxou o vermelho para Lúcio Flávio, deixando o Botafogo em desvantagem numérica. Ainda assim o fogão se sustentava com todas as forças e guerreava contra o adversário, desta vez com Jorge Henrique no campo, em lugar de Felício.

Depois de mais algumas interpretações duvidosas do árbitro, o Botafogo não suportou e sofreu mais um, desta vez as 44 do segundo tempo. Qualquer um diria que ali encerrava as ações alvinegras, mas, Cuca é gênio. Ele colocou Fábio, faltando dois minutos para terminar, e o garoto surpreendeu, sofreu falta na entrada da área e na cobrança de Jorge Henrique ele ainda foi capaz de acertar a trave do goleiro oposto depois de cabeçada.

Jogar contra um time, sou mais fogão, mas jogar contra um time e uma arbitragem, não há elenco que suporte. Parabéns pelo empenho fogão. Mais eu vivo, mais te amo. Agora estamos sem presidente, Bebeto renunciou após o jogo, devido ao segundo ano seguido o Botafogo ser vice da arbitragem. A Federação deveria melhor escalar e preparar os seus juízes, ou então trazer um árbitro de fora do pais para apitar.

Jogamos como nunca e fomos roubados como sempre.

OS HERÓIS: Castillo, Renato Silva, Ferrero, Eduardo, (Édson), Alessandro (Fábio), Diguinho, Túlio, Adriano Felício (Jorge Henrique), Lucio Flavio, Zé Carlos e Wellington Paulista. Técnico: Cuca

O Botafogo tem um time de guerreiros, eles realmente amam e honram a camisa gloriosa. Eu estou feliz por fazer parte da família alvinegra, mais uma vez agradeço aos jogadores e a comissão técnica, o que vocês estão fazendo por esse time não tem preço. O grupo é tão unido, que depois do jogo, todos estavam na coletiva. Infelizmente o que impera no futebol carioca é o peso financeiro, o que dá audiência e grana no bolso é o que comanda. Queria ver o futebol do Rio crescer, mas muita coisa deve ser mudada.

Saudações alvinegras.

A PRIMEIRA DE MUITAS CONQUISTAS

O Créu é o hit do Flamengo na conquista do bicamepeonato da Taça GB
Foto: Globoesporte


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Em um jogo que ultrapassou os 220v, o Flamengo venceu de virada (2 a 1) o Botafogo, em uma partida que teve de tudo: brigas, expulsões, gols, chuva e principalmente um estádio lotado. A torcida rubro-negra mostrou novamente que reina no “Maior do Mundo”.

No primeiro tempo, o Botafogo foi superior com uma marcação muito bem armada pelo técnico Cuca, e que impedia os avanços dos laterais do Mengão. Sem saída, Souza buscava muito o jogo na intermediária e Marcinho com uma atuação muito aquém do seu futebol, procurava e não encontrava espaços pelos flancos do campo. Jaílton e Cristian tímidos, pouco avançavam e a responsabilidade aumentava para Ibson nas armações das jogadas.

Porém o cartão de visitas foi do Fla, com um cruzamento de Léo Moura para a área, aos 24 segundos, mas o “caveirão” Souza não chegou a tempo para completar. Aos 13 minutos, a chance mais clara para a "Seleção da Gávea". Em uma jogada muito bem trabalhada, Souza recebeu na lateral esquerda, cruzou, Fábio Luciano ajeitou de calcanhar e Jailton, o “operário” zuniu de forma bisonha na saída do goleiro Castillo, a “Pocahontas”.

Mas como quem não faz, leva, em um uma saída errada de bola, a “faísca” abriu o placar com Wellington Paulista. Aos 27 minutos, o atacante passou por Jailton e Ronaldo Angelim batendo cruzado sem chances para o goleiro Bruno. Bota 1 a 0.

Com o gol, o Flamengo ainda tentou empatar no primeiro tempo assim como na partida contra o Vasco, na semana passada, porém sem êxito.

No segundo tempo, a chuva veio seguida de substituições. Joel Santana colocou Obina e Kléberson na vaga de Jailton e Marcinho, respectivamente, para aumentar o poder de fogo e ter um homem de finalização a mais ao lado de Souza.

A postura ofensiva rubro-negra melhorou e com dois minutos, o xodó, Obina chutou para a defesa do goleiro alvinegro. A torcida veio junto e como todos sabem, se isso acontece, o Mengão cresce e mete medo em qualquer um.

Aos 10 minutos, em uma blitz do Flamengão, a bola sobrou para Léo Moura, que bateu de primeira, para defesa firme de Castillo.

Acuado, o Botafogo sofreu uma modificação. Edson entrou na vaga de Eduardo que até então desempenhava muito bem sua função. Logo depois, falta pelo lado direito. Léo Moura cobrou, Ferrero puxou a camisa do capitão, Fábio Luciano. Pênalti muito bem assinalado pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique. Ibson cobrou com categoria no canto esquerdo, sem possibilidades para o goleiro uruguaio.

Na seqüência, Souza foi buscar a bola dentro do gol para reiniciar a partida, porém os jogadores do Botafogo impediram e começou a confusão. Moral da história, dois expulsos, Souza e Zé Carlos.

O Flamengo gostou do jogo, e aos 25 minutos, em um lançamento para Obina, Castillo cortou a jogada de carrinho e presenteou Juan, que chutou conscientemente para a meta, mas o zagueiro Edson, em baixo das traves salvou o Bota.

Aos 27 minutos, Lúcio Flávio foi expulso por falta em Juan que puxava contra-ataque. Mesmo com um jogador a menos, aos 35 minutos, a "cachorrada" quase marcou o segundo. Diguinho deixou Wellington Paulista de cara para o gol, mas Ronaldo Angelim salvou com as abençoadas pernas.

Aos 40 minutos, Papai Joel foi ousado e inteligente colocando mais um atacante. : Diego Tardelli. O camisa 11 da Gávea estava em noite iluminada. Em sua única jogada individual, ele marcou o gol do bicampeonato da Taça Guanabara. Com uma boa visão de jogo, o “matador” percebeu o goleiro do Botafogo adiantado e encobriu-o de forma magnífica, aos 46 minutos. A torcida fazia a festa, mas o jogo não estava decidido.

Na última jogada da partida, aos 50 minutos, a principal arma do alvinegro foi executada: o cruzamento para a área. Jorge Henrique, que entrou para infernizar a defesa do Fla cruzou e o zagueiro Edson cabeceou a bola na trave do goleiro Bruno. Sorte nossa que podemos soltar o grito de bicampeão da Taça Guanabara!!!

Ao fim do jogo, mais uma vez, o Botafogo reclamou de forma absurda, alegando que foi garfado. Isso, logicamente , é desculpa de perdedor. E eu posso dizer que a 100ª postagem do Blog do Futebol Carioca 2008 é especial!

Muito obrigado Flamengo por me dar essa alegria.

Tu és Time de Tradição
Raça, Amor e Paixão,
Ohhh Meu Mengo!!

Eu Sempre te Amarei,
Onde Estiver, Estarei
Ohhh Meu Mengo!!

Ficha Técnica: Flamengo 2 x 1 Botafogo

Flamengo: Bruno (8.0), Leo Moura (8.5), Fábio Luciano (7.5), Ronaldo Angelim (7.0), Juan (7.5), Jaílton (6.5), (Kleberson - 7.5), Cristian (7.5), Ibson (8.5), Toró (6.5), (Diego Tardelli - 9.0), Marcinho (6.0), (Obina - 7.5), Souza (6.0). Técnico: Joel Santana (9.0)

Botafogo: Castillo, Renato Silva, Ferrero, Eduardo, (Edson), Alessandro, (Fábio), Diguinho, Túlio, A. Felício, (J. Henrique), Lucio Flavio, Zé Carlos, Wellington Paulista. Técnico: Cuca

Gols: Wellington Paulista, aos 27 minutos do primeiro tempo; Ibson aos 17 minutos do segundo tempo; Diego Tardelli aos 46 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Marcinho, Kleberson, Ibson, Fabio Luciano, Diego Tardelli (Flamengo); Renato Silva, Lucio Flavio, Ferrero, Diguinho(Botafogo)
Cartões vermelhos: Souza (Flamengo) e Zé Carlos e Lucio Flavio (Botafogo)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Ediney Guerreiro Mascarenhas
Data: 24/02/2008
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro
Público: 78.830 pagantes
Renda: R$ 1.684.225,00

HOMENAGEM AO MELHOR TÉCNICO DO BRASIL

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Botafogo x Flamengo – Por dentro da preparação

Outdoor feito por um torcedor do Botafogo, na zona sul do Rio, convocando a torcida para o jogo.
Foto: globoesporte.com


Torcedores do Glorioso,

Zé Carlos, Lúcio Flávio, Ferrero e Jorge Henrique foram entregues ao departamento médico, isso preocupou o técnico Cuca, desses quatro, só Jorge Henrique ainda tem a situação mais preocupante e não deve jogar, os outros estão praticamente confirmados.

Em busca do caneco do primeiro turno e da vaga para a final do estadual, o Botafogo trabalha firme para estar tudo normalizado até domingo. Mais de 66 mil ingressos já foram vendidos e agora só restam os da geral VIP, isso significa que a decisão pegará fogo com o calor vindo da arquibancada.

“A força que temos da arquibancada nos enche de esperança para a nova temporada. Continuem a resgatar esse orgulho, essa força se reflete dentro de campo.” – Fragmento da carta de Túlio à torcida, mostrando o quão importante é a presença do torcedor.

Portando, alvinegro, com o seu apoio ninguém vai deter o fogão, ninguém vai desmerecer o fogão e, principalmente, ninguém vai calar o nosso amor pelo fogão. Segundo nossos adversários, não éramos cotados para essa final, mas, para a surpresa deles detonamos os tricolores sem piedade e garantimos a vaga.

Desta vez não será diferente, para conseguir mais um triunfo o Botafogo deve jogar com garra e fechar os espaços. Sem Triguinho, Cuca provavelmente escalará Édson na equipe titular, mudando assim o esquema tático alvinegro, mas, qualquer esquema que tenha o estilo de jogo do nosso treinador é bom e promissor.

A diretoria alvinegra, além de pagar os salários, sorteou laptops para os jogadores, Ferrero faturou um, esse deve jogar bem na decisão, caso o time venha a conquistar o título da Taça Guanabara, mais dez aparelhos serão sorteados. O MSN vai “bombar” em General Severiano.

Mais um pedido aos alvinegros, evitem as vaias aos jogadores, eles precisam de nós, e nós, precisamos deles e juntos sairemos campeões, é agora ou nunca fogão, vamos resgatar o orgulho de ser glorioso.

Eu costumo dizer que ninguém escolhe ser botafoguense, é o Botafogo que te escolhe e ele só escolhe os melhores. Pra cima deles, CACHORRADA.

"COM QUE ROUPA?"

Qual será o destino do Baixinho?
Foto: Globoesporte.com
Montagem: Renan de Moura



Romário ainda não decidiu com que roupa encerrará sua carreira vitoriosa. Após seu desentendimento com o presidente interino do Vasco, Eurico Miranda, Romário disse que sua história no clube havia acabado. O Flamengo, ou pelo menos a diretoria, se propôs a acolher o Baixinho nesse fim de carreira com uma proposta tentadora como nunca ele havia visto por nenhum clube que já tenha passado.

As conversas com o Fla só aumentam as expectativas de uma possível volta ao clube. Porém isso ocorrerá? Há a possibilidade? Nesta semana, outros fatos relevantes levaram a crer que o Baixinho esteja bem próximo da Gávea e que essa possibilidade aconteça. Em uma rápida visita a São Januário, Romário teve uma conversa breve com Eurico Miranda e a discussão principal seria a aceitação do atacante referente a proposta rubro-negra. Mas, tanto o presidente do Vasco, quanto a assessoria de imprensa da presidência do Flamengo negaram a afirmação dada pelo Blog "Futebol, Coisa e Tal", do jornalista Gilmar Ferreira, do jornal Extra.

Até agora, Eurico não entende o porquê de o artilheiro ter abandonado o clube. Entretanto, o presidente cruzmaltino não está disposto a ceder a rescisão para Romário e espera que o jogador cumpra seu contrato até 30 de março. Mesmo tendo uma ligação de pai para filho, como o próprio atacante citou em uma de suas entrevistas para imprensa, o laço afetuoso está arranhado e é esse o empecilho para a decisão do Baixinho quanto ao seu futuro.

Se eu não soubesse que Noel Rosa compôs a música "Com que roupa?", diria que Romário teria escrito, pois se encaixa perfeitamente ao momento em que ele vive. Veja só:


Noel Rosa - "Com que roupa?"


"Agora vou mudar minha conduta, eu vou pra luta pois eu quero me aprumar
Vou tratar você com a força bru.....ta, pra poder me reabilitar.
(Nas primeiras linhas, há uma mudança de conduta proposta, será?)

"Pois esta vida não está sopa e eu pergunto: com que roupa?
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?"
( A vida não está sopa devido as “bocas” que Romário tem para alimentar, seja por pensão ou criação. E adiante, a dúvida em qual clube seguir junto com as propostas tanto de Eurico Miranda quanto de kleber Leite.)

"Agora, eu não ando mais fagueiro, pois o dinheiro não é fácil de ganhar"
(Aqui, demonstra a antipatia com Eurico e a sua preocupação com a parte financeira.)

"Mesmo eu sendo um cabra trapacei.....ro, não consigo ter nem pra gastar
Eu já corri de vento em popa, mas agora com que roupa?"
(Trapaceiro, seria malicioso e novamente há a dúvida pairando em sua cabeça em qual clube seguir, somado ao que ele já fez em todos esses anos)

"Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?"
(Idem)

"Eu hoje estou pulando como sapo, pra ver se escapo
desta praga de urubu"
(Será mesmo ou apenas uma forma de despistar a imprensa?)

"Já estou coberto de farrapo, eu vou acabar ficando nu"
(Há a preocupação de ficar sem clube, nesse impasse entre Vasco e Fla)

"Meu paletó virou estopa e eu nem sei mais com que roupa
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?
Com que roupa que eu vou pro samba que você me convidou?"
(Nesse trecho, relembra-se a saída de São Januário. E
Por fim, a dúvida que insiste e persiste e que só será respondida pelo próprio.)

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ChargesBlog

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Renato veta saída de Arouca

Arouca deverá ficar no Flu
Crédito: Agência
globo.com


Caros amigos tricolores,

Pelo visto, o apoiador Arouca, uma das maiores revelações de Xerém nos últimos anos, deverá permancer no clube. O técnico Renato Gaúcho, depois da ótima atuação do goleiro Fernando Henrique na estréia do time na Libertadores, vetou a troca do goleiro palmeirense, Diego Cavalieri, por Arouca. O próprio Arouca estranhou que a negociação estivesse próxima de ser fechada, pois jura que não está sabendo de nada.

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos!!!

Washington lutou, mas levou pouco perigo à zaga da LDU
Crédito: César Loureiro
Globo.com


Caros amigos tricolores,

Depois de 23 anos de espera, a torcida tricolor pôde acompanhar um jogo do Fluminense pela Taça Libertadores da América. E apesar de todas as dificuldades, o tricolor das laranjeiras conseguiu um ponto importante, ao empatar em 0x0 com a LDU. O destaque do flu foi o goleiro Fernando Henrique, com belas defesas. Outro que se destacou pelo flu foi Thiago Neves. Ambos muito criticados depois do jogo contra o Botafogo pela semifinal da Taça Guanabara, no último sábado. O próximo jogo do Fluminense pela Libertadores será no dia 5 de março, no Maracanã, contra o Arsenal da Argentina, que venceu o Libertad do Paraguai por 1x0 e lidera o grupo 8 com 4 pontos.

É galera, o jogo de ontem apresentou dois tempos distintos. No primeiro tempo, a LDU dominou totalmente a partida, conseguindo encurralar o flu em seu próprio campo de defesa, tornando o goleiro Fernando Henrique na principal figura do jogo. Com a dificuldade imposta pela altitude, os jogadores do flu tinham dificuldade para dominar a bola, trocar passes curtos e chutar a gol, só no final do primeiro tempo, com Thiago Neves. Antes disso, a LDU já tinha chutado uma bola na trave. Leandro Amaral e Washington não viram a cor da bola no 1° tempo e o lado esquerdo da defesa foi uma avenida, no qual a LDU aproveitou muito, já que escalou um atacante, Guerón, para jogar de ala.

No 2° tempo, o técnico Renato Gaúcho mexeu no time, colocando Cícero no lugar de Maurício. Com isso, o time ganhou mais um apoiador, auxiliando Thiago Neves e principalmente, fechando mais o lado esquerdo, visto que Cícero entrou muito bem por este lado do campo. Diferente do 1° tempo, o Fluminense voltou muito melhor, passando a atacar mais. Thiago Neves passou a jogar pelo lado direito de ataque e criou as melhores jogadas do time, chutando uma bola na trave e no lance em que recebeu grande passe de Leandro Amaral e chutou pra defesa do goleiro Cevallos com a mão fora da área. Inexplicavelmente, o árbitro colombiano Albert Duarte não expulsou o goleiro. A partir dos 35 minutos, o técnico Renato satisfeito com o empate, trocou Thiago Neves por Roger, recuando o time, que passou a ser pressionado pela LDU, mas que não conseguiu furar o bloqueio defensivo e, principalmente, a muralha Fernando Henrique.


FICHA TÉCNICA:


LIGA DEPORTIVA UNIVERSITÁRIA (EQU) 0 X 0 FLUMINENSE


Local: Estádio Casa Blanca, Quito (EQU)
Data - Hora: 20/02/2008 - 21h50min (horário de Brasília)
Árbitro: Albert Duarte (COL)
Assistentes: Wilmar Roldán (COL) e Wilson Berrio (COL)
Cartões amarelos: Guerrón, Norberto Araújo, Calle, Cevallos (LDU); Maurício, Luiz Alberto (FLU)

LDU: Cevallos, Calle, Campos e Norberto Araújo; Guerrón (Soares, 29' 2T), Urrutia, Vera, Bolaños, Manso e Ambrosi (Kaviedes, Intervalo); Bieler (Delgado, 23' 2T). Técnico: Edgardo Bauza.

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor, Maurício (Cícero, Intervalo), Arouca e Thiago Neves (Roger, 36' 2T); Leandro Amaral (Conca, 29' 2T) e Washington. Técnico: Renato Gaúcho.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Novo colaborador

Olá, sou Jorge Costa, um apaixonado por jogos antigos e torcedor do Vasco da Gama.

Serei o novo membro da equipe do blog. Terei uma coluna chamada " Do fundo do baú ", que a partir de terça-feira que vem (26), passará a ser fixa, todas as terças e sextas, falando de jogos e atletas de um passado mais distante, para que os jovens de hoje tenham mais um conhecimento do seu time.

Citarei também fatos marcantes do futebol, colocarei fotos e falarei de atletas pouco conhecidos que passaram, principalmente, pelo futebol do Rio de Janeiro.

Aguarde torcedor, você conhecerá um pouco mais sobre seu time e entenderá como o futebol chegou ao que conhecemos hoje. Reviveremos os dribles de Garrincha, as arrancadas de Zico, os gols de Dinamite, os elásticos de Rivelino, as grandes defesas de Pompéia entre outros.

NACIONAL VENCE O BOLOGNESI



O Nacional, do Uruguai, se recuperou da derrota para o Cienciano na primeira rodada da Taça Libertadores, e venceu fora de casa o Coronel Bolognesi, do Peru, pelo placar mínimo. Bruno Fornaroli foi o autor do gol, porém o destaque da partida ficou por conta do goleiro Viera, que defendera dois pênaltis e fez importantes defesas ao longo dos 90 minutos. Com o resultado, o Flamengo poderá assumir a liderança do Grupo 4, caso vença o Cienciano, no Maracanã, na próxima quarta. Já o Coronel Bolognesi, permanece na lanterna do grupo com um ponto e o Nacional assume temporariamente a vice-liderança.

O Tricolor uruguaio, entrou ligado na partida e com nove minutos, abriu o placar com Bruno Fornaroli, após ganhar a dividida com dois adversários e tocar na saída do goleiro Penny.

O Coronel Bolognesi teve duas grandes oportunidades para empatar ainda no primeiro tempo, aos 12 e 13 minutos, com Ramirez e González Vigil. Na primeira, mano a mano com o goleio uruguaio, Ramirez desperdiçou a jogada e na sequência, Vigil, após cruzamento da direita, foi parado pela ponta dos dedos do goleiro Viera.

No segundo tempo, o "El Coronel" insistia em perder gols. Aos 18 minutos, Vigil em uma bicicleta, mandou a bola rente a trave, tirando o "Uhhhh" dos torcedores peruanos.

Quando todos já davam a partida como encerrada, os Escarlatas tiveram um pênalti a seu favor, aos 37 minutos. Na cobrança, Ross bateu e o goleiro Viera defendeu, mas como havia se adiantado, o árbitro mandou retornar a cobrança. Na segunda tentativa, Ross cobrou novamente e mais uma vez, o goleiro Viera defendeu.

Ao fim da partida, o goleiro uruguaio, herói da partida, opinou sobre a difícil missão de vencer o Bolognesi na altitude de Tacna para a imprensa uruguaia:

_ Estou muito contente. O desgaste que sentimos foi enorme por jogar nessa altitude, mas conseguimos os três pontos que são importantíssimos para a classsificação.

A próxima partida do Nacional será contra o Mengão, no dia 06 de março, no Uruguai.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Botafogo, as estrelas que te conduzem

Torcedores do Glorioso,

Chegou a hora da verdade, depois de vencer dois clássicos, um contra o Vasco e o outro contra o Fluminense, o Botafogo conseguiu classificação para a final da Taça Guanabara, o adversário da vez é o Flamengo, atual campeão carioca.

Essa final reeditará a final do campeonato do ano passado, espero que o fogão possa levar a melhor desta vez e conquistar o título da Taça Guanabara de 2008.

O que pode fazer a diferença para o glorioso são seus jogadores, técnico e sua torcida.

CASTILLO: O goleiro uruguaio foi contratado para acabar com o problema vivido no ano passado. Contra o Flu, ele pegou tudo e foi peça fundamental para a classificação, em 10 jogos, 8 pelo carioca e 2 pela Copa Peregrino, ele levou 8 gols, apesar de baixinho, Castillo se torna um gigante em baixo da trave.

FERRERO: Contratado para assumir a vaga deixada por Juninho, o zagueiro não caiu nas graças da torcida de uma vez, teve de trabalhar muito para isso. Um verdadeiro homem de defesa, ele pouco vai ao ataque, ainda não marcou gols, mas os evita com muita qualidade.

TÚLIO: Apelidado de guerreiro pela torcida, devido sua garra em campo, Túlio é um apaixonado pelo Botafogo e não esconde isso. Dentro de campo ele tem muita raça para marcar o ataque adversário, ano passado recusou uma proposta do Fluminense e acertou sua volta ao Botafogo.

LÚCIO FLÁVIO: O maestro é sem dúvida o melhor jogador do glorioso, um dos poucos jogadores do elenco campeão carioca em 2006, Lúcio tem uma precisão incrível cobrando falta, fez 5 gols nos últimos 5 jogos do Botafogo, todos de pênalti, e é responsável por abastecer o ataque.

JORGE HENRIQUE: Contratado em 2007 ele foi criticado por fazer poucos gols, mas esse ano a história mudou, o baixinho começou a deixar sua marca. Ele se machucou conntra o Vasco e é dúvida para o jogo, ficaremos na torcida para que ele possa entrar na partida e ajudar na busca pelo título.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

TAÇA GUANABARA: A COBIÇA

Flamengo e Botafogo disputam o título mais tradicional do futebol carioca

A Taça GB é um título atípico e tem uma história muito interessante. Criada em 1965, definia o representante do Estado da Guanabara, hoje a cidade do Rio de Janeiro, para a disputa da Taça Brasil, que antecedeu a criação do Campeonato Brasileiro. Esse campeonato nacional teve duração curta, até 1968, porém a Taça Guanabara sobrevive até hoje com muita tradição, importância (o campeão garante vaga na final do Carioca) e com um nível altíssimo de disputa no cenário do futebol mais charmoso do Brasil.

Apenas em 1972, a Taça Guanabara passou a equivaler ao primeiro turno do Estadual. Em 1980, houve uma exceção, e o "torneio" foi disputado de forma independente, voltando em 1981, a ser disputada pelos dois melhores do turno. Logo depois surgiu a Taça Rio (2º turno).

Em 1994 e 1995, a Taça GB equivaleu ao título estadual, já que era decidida pelos dois melhores clubes da primeira fase do campeonato, incluindo os dois turnos. Em 1996, retornou ao que hoje, nós, torcedores, consideramos a Taça Guanabara, como o primeiro turno.

No próximo domingo, Flamengo e Botafogo se enfrentarão pela terceira vez na disputa da Taça GB, buscando o primeiro título relevante do ano. No primeiro confronto, em 1968, o Bota levou a melhor. O Flamengo estava com os mesmos números de pontos do que o alvinegro e tinha um jogo a menos, podendo ficar com o tento caso vencesse o Bonsucesso. Porém, o rubro-anil da Leopoldina derrotou o Fla por 2 a 0, e obrigou um jogo decisivo para descobrir quem seria o campeão. O Flamengo mais preparado fisicamente, era considerado favorito, e o Botafogo vindo de uma excursão pelo o interior do país, derrotou o Mengão por 4 a 1, com dois gols de Gérson, o "Canhotinha de Ouro", Zequinha e Roberto Miranda e Dionísio fazendo o de honra.

O único carioca campeão mundial estava engasgado com aquela goleada, e depois de quase 30 anos deu o troco. Em dia inspirado, Romário, o Baixinho, carrasco da estrela solitária, anotou os três gols da vitória rubro-negra por 3 a 2. Adriano descontou para os derrotados.

Em 1989, o Flamengo foi campeão com os mesmos números de pontos do Botafogo, porém não houve uma final. Vale lembrar, que o Mengão é o maior detentor da Taça Guanabara (17), enquanto a "faísca" conquistou apenas quatro títulos.

Dia 24 de fevereiro, será o tira-teima e consagrará o maior vencedor desse ávido prêmio.

VídeoBlog

Confira as finais de 1968 (Botafogo) e de 1995 (Flamengo):

domingo, 17 de fevereiro de 2008

O MELHOR ATAQUE, É A DEFESA

Fábio Luciano comanda a virada do Flamengo
Foto: André Durão - Globoesporte.com

Torcedores do Mais Querido do Brasil,

A história se repete. O Vasco carrega consigo a sina de não vencer o Flamengo em finais de campeonato, porém a nova década transformou um pouco essa escrita, já que as semifinais também são vencidas pelo Mais Querido do Brasil.

Em um jogo eletrizante, o Mengão venceu o clube da Colina de virada por 2 a 1 (Fábio Luciano e Ronaldo Angelim), garantindo vaga na final da Taça Guanabara e mostrando que quando o próprio ataque não funciona, os homens de defesa estão ali para ajudar e incendiar a torcida rubro-negra que fez a festa no Maracanã, na dancinha do "Creu".

O Vasco apostava no experiente Edmundo, e na juventude de Alan Kardec para superar os diversos desfalques de última hora e o Flamengo teve apenas uma baixa, com Toró, que não se recuperou de uma lesão muscular.

O Flamengo demostrava maior vontade pela vitória, e pressionava o Vasco principalmente pelas investidas dos meias que trocavam passes facilmente . Aos 20 minutos, Jaílton lançou Diego Tardelli, que ajeitou no peito e chutou na saída de Tiago. O goleiro vascaíno salvou e mandou a bola para escanteio. Na sequência, Diego Tardelli cruzou da direita, Souza raspou de cabeça e a bola bateu caprichosamente no pé da trave direita.

A pressão era rubro-negra e o time cruzmaltino só se arriscava nos contra-ataques. Em um deles, aos 24 minutos, na primeira boa chance do Vasco, Alan Kardec recebeu na área mas se atrapalhou na hora de ajeitar no peito. O atacante rolou para Calisto, que chutou cruzado. A bola atravessou toda pequena área, mas ninguém do Vasco alcançou.

Até então, Edmundo bem marcado, pouco aparecia e tratou de descontar sua ira em Fábio Luciano. O Animal disputou bola com o Xerifão,e desequilibrado, Fábio Luciano caiu. O atacante vascaíno chutou o braço do zagueiro rubro-negro propositadamente ao contrário da opinião do "acidentado": ''Achei que tinha quebrado (o braço), porque na hora deu um estalo. Acho que foi sem querer, porque o Edmundo chutou quando o meu braço estava apoiado. Vou levar como sem querer'', afirmou a Tv Globo. Uma cena forte, entretanto para a nossa sorte o jogador retornou ao campo.

Aos 28', após escanteio da esquerda, Bruno saiu mal do gol e errou o soco. A bola bateu no peito de Edmundo, sozinho na pequena área, e a zaga do Flamengo conseguiu salvar. Três minutos depois, saiu o primeiro gol do "Clássico dos Milhões". Edmundo iniciou a jogada no campo de defesa com um ótimo passe para Amaral. O meia lançou na meia-lua para Alan Kardec, que ajeitou e deu um belo chute no canto esquerdo de Bruno. Vasco 1 a 0.

Após o gol, o Flamengo ficou um pouco atordoado assim como a torcida nas arquibancadas. Porém o primeiro tempo não estava terminado e aos 41 minutos, cobrando falta à direita da área, Juan cruzou para Fábio Luciano, livre na pequena área, empatar de cabeça.

No segundo tempo, a entrada de Marcinho no lugar do mais uma vez apagado, Diego Tardelli, deu uma nova cara ao time. Aos quatro minutos, contudo, Morais entrou na área pela esquerda e foi derrubado por Ibson, pênalti. O "carrasco",Edmundo, cobrou rasteiro e consagrou Bruno.

Depois do pênalti desperdiçado pelo Vasco, o Flamengo cresceu na partida e dominou até o fim. O gol da virada poderia ter saído na cabeçada de Souza, no chute forte de Kléberson ou de Ibson, mas o destino reservava uma tarde em que a defesa seria o ataque rubro-negro. Aos 34 minutos, Leonardo Moura cruzou da direita e Ronaldo Angelim cabeceou sozinho, da marca do pênalti. A bola ainda bate na trave esquerda antes de entrar. Fla 2 a 1.

Nos poucos minutos restantes, o Mengão parava o jogo nas faltas e o Vasco tentava empatar nos chuveirinhos e na cobrança do goleiro Tiago, que se apresentou para cobrar, mas Bruno defendeu sem muitos problemas.

Aos 46', a chance de fechar o caixão cruzmaltino foi desperdiçado por Cristian, que entrou no decorrer da partida, chutando em cima do Rogério Ceni, ou melhor, Tiago.

No final do jogo, os jogadores do Fla dançaram o creu, com exceção de Ronaldo Angelim, que não gosta dessas provocações. E agora, quem dançará o creu por último. Será o Botafogo ou o Flamengo? Vai dar Flamengo, pode apostar! Rumo ao bicampeonato estadual!

Obina, Jailton, Cristian, Ibson e Souza dançam o Creeeeeu
Foto: Globo.com

VASCO 1 x 2 FLAMENGO

Flamengo: Bruno (9.0), Leo Moura (8.0), Fábio Luciano (9.5), Ronaldo Angelim (9.0), Juan (7.5), Jaílton (7.5), Jônatas (7.0), (Cristian - 6.5), Ibson (7.0), Kléberson (7.0), (Obina - 6.0), Souza (6.5), Diego Tardelli (6.0), (Marcinho - 7.0). Técnico: Joel Santana (8.5)

Vasco: Tiago, Rodrigo Antônio, Jorge Luiz, Vílson, Calisto, Jonílson, Amaral, (Andrade), Morais, Alex Teixeira, (Xavier), Edmundo, Alan Kardec, (Abuda).Técnico: Alfredo Sampaio

Cartões amarelos: Morais, Edmundo, Rodrigo Antônio (Vasco); Souza, Jônatas (Flamengo)
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Marco Aurélio dos Santos (RJ) Pessanha e Orlando Hortêncio(RJ)
Data: 17/02/2008
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro(RJ)
Público: 56.806 pagantes
Renda: R$ 1.141.995,50

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Relembre a semifinal da Taça Guanabara de 2007 - A história no fim é a mesma!!