FUTEBOL CARIOCA
A EQUIPE DO FC08 DESEJA A TODOS...
UM PRÓSPERO ANO NOVO!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Campeão: ST(?)D tem o seu favorito


Absurdo!!!

Não há mais palavras que possam descrever a decisão do ST(?)D em relação a punição de Jorge Henrique e Carlos Alberto, do Botafogo, e Réver, Morales e Léo, do Grêmio. Podem até ter sido lances fortes, mas a punições foram muito severas. A única coisa que passa pela minha cabeça para essa punição excessiva é a escolha do ST(?)D em ter o Palmeiras campeão brasileiro.

Quantos jogadores já sofreram nas mãos, ou punhos e cotovelos do atacante Kléber do Palmeiras? Sim podem ver, mesmo sendo atacante, ele é um dos jogadores mais indisciplinados do campeonato brasileiro e mesmo no estadual já tinha dado uma cotovelada no zagueiro André Dias, do São Paulo. E o ST(?)D aplica alguma punição severa a ele? A resposta é NÃO!

Vamos aos lances: Na partida entre Grêmio e Botafogo, no dia 4 de Outubro, no estádio Olímpico. O atacante Morales aperta a genitália do lateral Alessandro do Botafogo, sendo advertido com cartão amarelo pelo árbitro Héber Roberto Lopes. Punição do ST(?)D: incríveis 08 (oito) jogos. Ponto para o Palmeiras, diminuindo o poderio ofensivo da equipe gaúcha.

O zagueiro Réver empurrou Carlos Alberto e levou 03 (três) jogos de suspenção, daqui há pouco não poderá mais haver contato físico no futebol. O outro punido na equipe Gaúcha foi o zagueiro Léo, por tentar acertar uma cotovelada no atacante Jorge Henrique, pena de 120 dias. Um pouco mais merecido.

No lado do Botafogo, Carlos Alberto pegou um gancho de 08 (oito) jogos por passar a mão nas nádegas do zagueiro Réver, do Grêmio. É visível nas imagens da televisão que isso não passou de uma brincadeira entre os jogadores, inclusive a "vítima" até sorriu. Se for assim, haverá punições sempre, inclusive nos agarra-agarra dentro da área antes da cobrança de escanteio.

E por fim Jorge Henrique, gancho de 120 dias por ter sido agredido. O atacante do Bota é um dos que mais sofre nas partidas com as entradas desleais e ninguém é punido. Tem que haver dois pesos e duas medidas, houve até uma cotovelada do Jorge Henrique, mas a do Léo foi muito pior,portanto a punição do atleta alvinegro deveria ser menor.

Você deve está se perguntando o porque deste ponto de interrogação no lugar da letra "J" de STJD. Esse jota significa JUSTIÇA, nesse julgamento houve de tudo, menos justiça. No caso do Grêmio não me lembro de outra ocasião em que foram prejudicados, mas o Botafogo foi prejudicado ano passado e este ano, no estadual. A torcida levou, inclusive, uma faixa com as cores vermelha e preta com o dizer "tribunal" em branco no centro, simulando favorecimentos ao Flamengo. Agora é aguardar para ver, mas, dependendo so ST"J"D, o Palmeiras pode comemorar o título de campeão brasileiro de 2008.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

MÁRCIO BRAGA E SUAS EXPLICAÇÕES

Márcio Braga se envolve em outra polêmica na semana do clássico contra o Vasco
Foto: Globoesporte.com


O presidente do Flamengo envolveu-se em mais uma confusão de bastidores para o Clássico dos Milhões que será realizado nesse final de semana. E com exclusividade, o mandatário rubro-negro concedeu entrevista ao amigo Vinicius Castro do site FlamengoRJ e do Jornal da Nação.

Confira na íntegra:

Por Vinicius Castro:


O nome do presidente Márcio Braga esteve envolvido em duas polêmicas nos últimos dias. A frase: “Estou organizando a festa do hexa”, dita antes da derrota para o Atlético-MG, virou motivo de polêmica e gozação por parte dos concorrentes ao título Brasileiro. Na última segunda-feira, uma entrevista concedida a um site esportivo do Rio de Janeiro, dava conta de uma declaração em que Márcio Braga teria afirmado que o time do Vasco era fraco e que não conhecia a equipe rival. Segundo ele, a entrevista foi maldosamente editada, dando outro sentido as suas palavras. O presidente voltou a afirmar que confia na equipe e vê o Flamengo como um dos candidatos ao título Brasileiro. Márcio Braga também comentou assuntos como salários atrasados, renovação com a Petrobras e a situação com a Nike.

Polêmica sobre a matéria envolvendo o Vasco da Gama:

- Me ligaram desse veículo na segunda de manhã. Foi uma garotada que parece levar tudo na brincadeira. No meio da conversa disse que o time do Vasco aparentava ser fraco pela posição que ocupa na tabela. No entanto, considero-o o adversário mais duro para o Flamengo. Não há favoritismo e será um jogo muito difícil. O Vasco precisa ser respeitado pela sua história. Editaram a matéria e alteraram o sentido das minhas palavras. Foi uma maldade que fizeram comigo. Na minha opinião isso não é jornalismo. Não dou mais entrevista para eles. Se aproveitar disso e estabelecer uma polêmica que não existe é uma verdadeira maldade.

Declaração: “Estou organizando a festa do Hexa”:

- Foi uma força de expressão, que acabaram entendendo de forma errada. Pela confiança que tenho no Flamengo, tentei motivar o grupo e minha opinião continua sendo a mesma. Vamos enfrentar os adversários diretos e temos totais chances de vencer. Se ganharmos as nossas partidas vamos disputar o título. Estamos na briga e bem. Nosso time não é pior nem melhor do que ninguém. O que o Flamengo precisa fazer é vencer. Continuo acreditando muito na nossa equipe.

Obrigação de ficar entre os quatro ao término do Campeonato Brasileiro:

- O Kléber tem toda a razão. É inadmissível o Flamengo não se classificar para a Libertadores 2009. Investimos muito no futebol profissional e ainda estamos disputando o título. Se não der, pelo menos temos de ir a Libertadores. Acho que o jogo contra o Atlético-MG foi um fato isolado. Vejo que a equipe encaixou desde a vitória sobre o Náutico. Precisamos vencer para retomar a tranqüilidade e o caminho das vitórias.

Salários atrasados:

- Fomos pegos de calça curta por essa crise econômica. Ficou complicado equilibrar as finanças, mas as bolsas já subiram e resolveremos esse pequeno atraso até o final da semana. Faz parte de um grande clube de futebol e trabalhamos para que isso não aconteça.

Renovação com a Petrobras:

- Tive uma boa conversa inicial e deixamos todas as hipóteses em aberto. Vou começar a negociar pessoalmente a renovação na semana que vem. Para não passarmos por esse sufoco de renova ou não-renova todo ano, tenho a preferência de fechar um contrato de três anos. No entanto, não tem nada decidido e preciso conversar com eles, até para saber se isso interessa a Petrobras.

Situação da Nike:

- Não quero que a Nike passe na porta do Flamengo. Tenho trinta anos de futebol e nunca vi uma empresa maltratar tanto um clube. A Nike é uma péssima parceira e fornecedora. É completamente descartada qualquer possibilidade de acordo. Entramos com processo contra eles e estamos esperando a definição. Não quero a Nike nunca mais. Vou até parar de falar esse nome, pois me dá urticária.

Silêncio com a imprensa:

- O silêncio não é com a imprensa em geral. O problema é com o tipo de imprensa que fez essa maldade comigo. Com eles não falo mais. Aliás, não tenho nem o que falar. Vou viajar hoje e só volto na véspera do clássico. Agradeço ao JORNAL DA NAÇÃO pelo espaço e a oportunidade de esclarecer esses assuntos. Só espero que minhas declarações sejam colocadas na íntegra, pois não agüento mais confusão - encerrou de forma descontraída.

O presidente Márcio Braga colocou-se à disposição do JORNAL DA NAÇÃO e elogiou o profissionalismo e ética exercida pelos profissionais deste veículo.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Do fundo do baú: BAHIA (BA) 0 X 2 AMÉRICA (RJ)

No dia 13 de Fevereiro de 1985, numa quarta-feira, em partida disputada no Estádio da Fonte Nova, Bahia e América se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro e o time carioca venceu pelo placar de 2 tentos a 0.
Nesse ano, o Coritiba foi o Campeão Brasileiro

Principal Artilheiro do Campeonato

Edmar (Guarani): 20 gols

O Jogo

BAHIA (BA) 0 X 2 AMÉRICA (RJ)
Data:
13/02/1985
Campeonato Brasileiro 1985
Local:Estádio da Fonte Nova / Salvador
Renda: Cr$ 85.072.000
Público: 22.798
Árbitro : Carlos Sérgio Rosa Martins (RJ)
Gols: Lúcio 38/1º,16/2º
BAHIA: Ronaldo- Edinho, Salvador, Neto, Miguel, Sales, Leandro,
Emo, Marinho (Carlinhos), Róbson, Ronaldo Marques (Ademir Patrício) / Técnico: Paulinho de Almeida
AMÉRICA: Ernâni, Valmir (Zé Antônio),Bene,Denílson, Paulo César, Renato,Heriberto,
Serginho, Lúcio, Luisinho, Gaúcho (Zedílson) / Técnico:Jair Pereira

O Craque: Denilson

Brincar na defesa não era com ele. Denílson Xavier de Azevedo, o Denílson, era um quarto-zagueiro raçudo e respeitado pelos atacantes. Canhoto, bom cobrador de faltas, ele começou a carreira nos infantis do América do Rio de Janeiro, em 1980. "Já iniciei sendo campeão infantil. Graças a Deus eu sempre tive sorte. Comecei campeão e encerrei a carreira também campeão, jogando pelo Fortaleza, em 2000", conta Denílson, que mora na capital cearense.

"Adorei a cidade. Tenho qualidade de vida aqui. Sou carioca, adoro o Rio, mas não consigo deixar Fortaleza", comenta Denílson, que é casado com Harriete, pai de duas filhas (Hendy e Bruna) e tem empresa de assessoria de jogadores, a DG Expo Sport Ltda., no Shopping Aldeota. "Eu sempre sonhei em ser treinador de futebol, mas fui convencido pelo meu atual sócio, o Gaúcho (ex-jogador do América do Rio), a entrar nesse ramo. Também sou diretor do Sindicado dos Atletas Profissionais do Ceará", fala o ex-zagueiro, que nasceu no Rio de Janeiro no dia 17 março de 1966.

Denílson ainda guarda com carinho o início de carreira nas categorias de base no alvi-rubro carioca. Ele foi lançado no time profissional em 1985, quando tinha apenas 17 anos, o que lhe pegou de surpresa. "Era um menino. No dia em que recebi a notícia, eu estava empinando pipa perto da minha casa. Vi a Kombi do América na rua e estranhei. O seu Nilo, motorista, logo chegou e falou que eu teria de me apresentar no time profissional no dia seguinte. Eu duvidei e perguntei se era mesmo verdade ou brincadeira. Ele me respondeu: Você acha que eu viria até a sua casa para brincar, garoto?", lembra o ex-beque, que logo deixou recolheu a pipa e começou a preparar as chuteiras.

Botafoguense de infância, Denílson viveu boa fase no América. Ele fez parte da boa equipe carioca que eliminou o Corinthians e parou no São Paulo no Campeonato Brasileiro de 1986. O América tinha uma equipe com muitos jovens jogadores. O Luizinho, centroavante, era um dos mais experientes. O time tinha ainda o goleiro Régis (atuou também no Vasco e no Paraná), o lateral-direito Polaco (defendeu o Flu), o meia Moreno, o lateral-esquerdo Paulo César (depois jogou no Flamengo), o meia Moreno, o atacante Renato (defendeu o Fla e Flu), entre outros. O técnico era Pinheiro.

Em 1988, Denílson chegou a ser anunciado como reforço do Vasco da Gama, mas a negociação fracassou. "Queria muito defender o Vasco, mas o clube não tinha dinheiro para contratar. Então, o América acabou negociando o meu passe para o Corinthians", revela o ex-becão.

Indicado pelo técnico Jair Pereira, que o comandou na seleção juniores no sul-americano de 1985 (o time que tinha Muller, Silas, Neto, Taffarel e companhia), Denílson chegou ao Parque São Jorge para formar miolo de zaga com Marcelo, o Marcelo Dijian.

A adaptação na capital paulista foi boa. Denílson encontrou no alvinegro outros cariocas. Além de Jair Pereira, o ponta-esquerda Paulinho (ex-Flu) e o dublê de ponta e meia João Paulo também nasceram no estado do Rio de Janeiro. "O Paulinho foi um grande amigo que fiz no futebol. Foi uma época muito feliz", recorda Denílson.

Logo em seu primeiro campeonato vestindo a camisa do alvinegro, Denílson mostrou que continuava pé-quente. Mesmo sem ser o favorito, o alvinegro ficou com o título estadual ao bater o Guarani, no Brinco de Ouro, por 1 a 0, gol de Viola na prorrogação. "Virei corintiano de coração. Só quem veste aquele manto e ganha título saberá o que eu estou dizendo", diz o ex-quarto-zagueiro.

Embora tivesse sido campeão paulista de 1988, como dono absoluto da camisa 4, Denílson não permaneceu no Parque São Jorge no ano seguinte. "Durante o Brasileiro de 88, eu, o Márcio, o Paulinho e o Édson perdemos lugar no time titular. O Fescina, então técnico, preferiu dar chance a outros jogadores. No ano seguinte, eu fui negociado com o Sport em troca do Ribamar, meia que era ídolo na Ilha do Retiro", conta Denílson, que foi acompanhado na transação pelo zagueiro Marco Antônio e o ponta Agnaldo, outros ex-jogadores corintianos.

Após um ano no Leão, Denílson sentiu saudades do Rio de Janeiro. Uma boa proposta do Bangu, então comandado pelo bicheiro Castor de Andrade, fez com que o zagueiro deixasse Recife. "Naquela época, o Bangu tinha dinheiro. O Castor investia bastante na equipe. Joguei em Moça Bonita ao lado do Macula (meia), Vágner (goleiro que depois defendeu o Botafogo), Julinho (meia), Gilson (ponta), entre outros bons jogadores", conta.

Depois do Bangu, o quarto-zagueiro, que foi capitão em 11 clubes dos quais defendeu, transferiu-se para Portugal. Lá, ele vestiu as camisas do Boavista, do Lenções e do Belenenses, clube que tinha como técnico Abel Braga, o Abelão, um ídolo de Denílson.

"Se eu fosse um técnico de futebol gostaria de ter o estilo do Abelão, que é um grande amigo e um paizão dos jogadores", diz Denílson, que retornou ao Brasil, em 94, e defendeu as seguintes equipes: Internacional (RS), América de Rio Preto (SP), Rio Verde (GO), Cabofriense (RJ) e Fortaleza (CE), onde encerrou a carreira em 2000. "Cheguei ao Fortaleza em 2000. O clube vivia delicada situação financeira. O Jorge Mota, então presidente, conseguiu tirá-lo do buraco. Ele merecia até uma estátua no clube. No mesmo ano, o Fortaleza acabou com o jejum de sete anos sem conquistar um estadual", orgulha-se Denílson.

Depois de jogar no Tricolor de Aço ao lado do goleiro Maizena, do volante Daniel Frasson, do meia Rogerinho e do atacante Toto, Denílson decidiu pendurar as chuteiras. "Quase subimos para a primeira divisão do Brasileirão. Estava com 35 anos, cansado das concentrações. Por isso, eu decidi parar. Parei feliz. Houve muita identificação minha com a torcida do Fortaleza, que é bem parecida com a torcida do Corinthians. É o tipo de torcida que faz bem ao time", conta.

GOL DO MEIO DA RUA

Dono de chutes fortes e venenosos, o ex-zagueiro se lembra com carinho de um gol marcante. Ele aconteceu pelo Campeonato Brasileiro da Terceira Divisão de 90. O jogo era União São João e Bangu, em Araras. "Eu fiz um gol de falta do meio da rua. E olha que tinha uns 70 metros de distância. Foi um gol que nem o Pelé conseguiu fazer", brinca Denílson.

PASSAGENS PELA ARGENTINA, GRÉCIA E KWAIT

Além de Portugal, Denílson teve a oportunidade de jogar em outros times do exterior. Ele defendeu o Racing, da Argentina, o Qadvia, do Kwait, e o Paok, da Grécia. "A experiência no Kwait foi boa. O time de lá tinha uma grande torcida, fanática. Mas o futebol era bem diferente do nosso", lembra.

Nome completo: Denílson Xavier de Azevedo
Data de nascimento: 07/03/1966, no Rio de Janeiro
Posição: Zagueiro

Clubes

1980-1987: América-RJ
1988-1989: Corinthians-SP
1989-1990: Sport Recife-PE
Bangu-RJ
Boavista - Portugal
Lenções - Portugal
Belenenses - Portugal
Racing - Argentina
Al Qadisha - Qatar
PAOK Salonique - Grécia
1995: Internacional-RS
América-SP
Rio Verde-GO
Cabofriense-RJ
2000: Fortaleza-CE

Fontes: www.miltonneves.com.br/
www.sambafoot.com.br

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O APRENDIZ 2

Caio Júnior e seu elenco mal utilizado
Monagem: Renan de Moura (FC08)


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Após o estágio de Ney Franco na Gávea e a eliminação do Flamengo na Libertadores, Caio Júnior teve a responsabilidade de não deixar a peteca cair. Mas, até que ponto Caio Júnior seria o técnico ideal para o maior clube do mundo?

O único grande feito do treinador em sua carreira foi levar o Paraná Clube ao maior torneio das Américas. Em 2007, no comando de um time de ponta do futebol brasileiro, o Palmeiras sucumbiu nas rodadas finais do Brasileirão e acabou de fora da Libertadores, com uma derrota na rodada final advinha pra quem? O Atlético Mineiro, justamente o nosso adversário no sábado passado. Este ano, no comando do Goiás, perdeu um título provável para ao Itumbiara de forma vergonhosa e a classificação para as quartas-de-final da Copa do Brasil para o Corinthians após vencer a primeira partida por 3 a 1.

Caio Júnior pegou a equipe do Flamengo pronta, deixada pelo então treinador Joel Santana. Após o desmanche por causa da janela de transferência do mercado europeu, o time foi caindo de produção e acabou perdendo a liderança do Brasileirão. Ao invés de exaltar a qualidade dos que permaneceram no elenco, o treinador fazia críticas a diretoria pela falta de peças de reposição. De certa forma ele estava correto, mas o "Colecionador de Óculos" deveria dar moral para aqueles com quem ele trabalha e convive todos os dias.

Chegaram os reforços tão desejados pelo treinador, a equipe até melhorou, mas nenhum desses novos jogadores chegou a encantar a torcida com uma atuação magnifíca, talvez, apenas o Marcelinho Paraíba com sua experiência e categoria. O elenco disfarça, mas é visível a insatisfação com o comandante Caio Júnior. Ibson é substituído e constantemente reclama e desaprova a atitude do técnico, Kléberson foi outro na última partida a discutir com Caio Júnior no vestiário e Jonatas está barrado e não jogará enquanto o "Harry Potter" estiver no comando do time.

Como pode também, tanto o treinador como a diretoria se desfazer do jogador Cristian? Esse meio-campo atual tem vaga para o volante, que era o único a saber marcar. Jaílton eu continuo a falar, é um açougueiro. Só bate e quando cisma em jogar, só coloca os companheiros na "fogueira".

Caio Júnior teve a chance de fazer seu nome na história do clube, mas não soube aproveitar por sua ingenuidade a frente do Flamengo. Quando será que o estágio do aprendiz de treinador acabará?

sábado, 11 de outubro de 2008

É BRINCADEIRA!!

Flamengo decepciona a torcida no Maracanã
Foto: O Globo


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Eu aprendi uma coisa nessa partida entre Flamengo e Atlético-MG. Nada relacionado a tática, mas sim, sobre nunca provocar um flamenguista durante um jogo. Assisti a partida ao lado de amigos em um restaurante próximo a minha casa e o jogo acabou ficando em segundo plano, pois um intruso, mais precisamente um vascaíno sofreu literalmente nas mãos de 1 (um) rubro-negro. Após o terceiro gol do Galo, o "mané cruzmaltino" quis sacanear à todos presentes no local e foi simplesmente humilhado, apanhando vergonhosamente por querer impor sua marra imbecil. Pobre coitado.... Além de sofrer com a vice, eu disse, vice lanterna do Brasileirão, o vascaíno foi para casa com um baita calombo no olho esquerdo.

Bem, vamos ao jogo agora. Que show essa torcida promoveu. Durante a semana, o Flamengo bateu o recorde de público, mas semelhante a partida contra o América-MEX, o time decepcionou. Assim como na Libertadores, o treinador e a diretoria (presidente Márcio Braga) davam como praticamente certa a vitória, mostrando uma confiança incrível no elenco. O adversário luta contra o rebaixamento e até sofreu goleada do inoperante Vasco, mas como o futebol é surpreendente, nos prega peças.

Durante a semana, o "excelente" treinador Caio Júnior testou a equipe com Luizinho que está acostumado a atuar na lateral-esquerda na vaga do titular Juan que está servindo a seleção brasileira e até mesmo o MEIO-CAMPO Sambueza também foi improvisado na posição nos coletivos. O correto seria a entrada do Luizinho, mas não foi isso que aconteceu. Ibson é uma piada. Não disputou um treino por causa de sua viagem a Portugal para resolver problemas de sua época do Porto FC. Ele está longe do jogador que encantou a torcida no ano passado. Errou praticamente todos os passes que arriscou e transformou-se no novo "enceradeira". Léo Moura bem que tentou, mas a forte marcação atleticana impedia os avanços do atleta. Quem é Danoninho ou melhor Dininho!!?? Isso não é zagueiro nem aqui nem no Uzbequistão!! O Atlético-MG se sentiu no Mineirão, mostrando uma força de vontade e disposição incrivel.

O técnico do Galo, Marcelo Oliveira, ensinou ao aprendiz de treinador Caio Júnior como armar uma equipe: pressionando o adversário na saída de bola, maracando bem no meio-de-campo, explorando os laterais e utilizando a troca de passes rápida. Isso o Flamengo fez? A resposta é simples: Não. Então o que o Flamengo fez em campo? Nada. Esse time entrou em clima de Dia das Crianças, apenas brincou e correu no gramado do Maracanã. Parecia um bando de meninos jogando bola, sem ao mínimo um conhecimento sobre o que é o futebol.

Eu já havia dito que o Flamengo disputaria a Copa do Brasil, voltei atrás, até acreditei no hexacampeonato, mas pude crer com essa partida que na verdade a Libertadores já seria algo muito vantajoso para essa temporada. Para um clube como o Flamengo, se contentar por ano com apenas um campeonato estadual é triste. Falta vontade para esse grupo. Nos momentos decisivos eles falham.

Chega de desculpas, chega de soberba, tenham humildade ao disputar um título. Não vou relatar o jogo, todo mundo já sabe o que houve (3 a 0 para o Atlético-MG). Estou revoltado com esse time, é vergonhoso. Pelo menos o Sport enfim reconheceu que somos pentacampeões.

Abraços!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Onde está o segredo da camisa 7?

Mais um show da camisa 7
Montagem: Ricardo Oliveira (FC08)

Após a vitória de ontem, precisamente após o gol de Zárate, eu pensei em fazer uma postagem que retratasse bem o que o torcedor do alvinegro carioca sente por um certo número na camisa. Enquanto na maioria dos times a camisa 10 é a mais importante, no Botafogo ela é mais uma no meio de tantas. A que se destaca é um número simples que passa até desapercebido nos demais por não vestir craques que costumam usar a 9, 10 ou 11. Mas como tudo no glorioso é diferente, a camisa 7 é sinônimo de craque, artilheiro e ídolo.

O torcedor do Botafogo é frequentemente caracterizado como um indivívuo supersticioso e a camisa 7 é considerada a mais importante da história do clube. Por isso acredita-se que de tempos em tempos surge uma estrela guia (estrela D´alva) para honrar a 7 e se tornar ídolo. A Estrela Solitária representa a estrela D’alva e foi adotada por ter sido a primeira estrela a aparecer no céu no dia da fundação do clube. Na verdade, anos depois, após pesquisas, foi se descobrir que aquela estrela era o planeta Vênus.

O primeiro jogador a utilizar e ser "abençoado" pela camisa 7, foi o ponta Paraguaio, em 1948, ano em que foi adotado a numeração das camisas do clube. No final da década seguinte, Garrincha foi o responsável por imortalizá-la definitivamente com seus dribles. Ao deixar o time, o substituto de Garrincha como ídolo com a camisa 7 foi Jairzinho. Apelidado de furacão na copa de 70.

A camisa ainda vestiu inúmeros jogadores que atuaram como atacantes ou meias-de-ligação, como Helinho por exemplo, mas só voltou a ter destaque decisivo em 1989. Após 21 anos sem vencer o Campeonato Carioca, Maurício, com a camisa 7, fez o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo que garantiu o título daquele ano para o Glorioso. Esse título foi marcado pela superstição dos torcedores do Botafogo que viram que tudo naquele dia era o número 21: Desde a temperatura e a data até o tempo sem "caneco", e o 21, é o número 7 três vezes.

Em 1995, foi a vez de Túlio Maravilha fazer sucesso com a camisa, levando o Botafogo à conquista do Brasileirão e sendo artilheiro da competição. Depois de ser usado por alguns jogadores com pouca relevância, Dodô, que anteriormente atuava no próprio Botafogo com a 10, passou a jogar com o místico número em 2007, sendo artilheiro do Estadual daquele ano e se tornando ídolo máximo da torcida que cantava exaltando o "artilheiro dos gols bonitos": "Uh! tá maneiro, o Dodô é artilheiro".

E ontem o argentino Zárate, que vinha sendo criticado por sua forma arredondara, fez o gol que abriu o caminho para mais uma vitória do Glorioso, e isso foi na primeira vez em que se encontrou com a camisa 7, ainda é cedo para dizer, mas pelo menos por enquanto eles fazem um par perfeito. Parece que desta vez a camisa 7 vai escolher, pela primeira vez, um jogador que não é brasileiro.

Saudações Alvinegras.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A mística do número 7, estrela da vez: Zárate

Zárate vibra com seu primeiro gol
Foto: Gilvan de Souza (Lance!)


Torcedores do Glorioso,

O Botafogo recebeu o Vitória no Engenhão e necessitava vencer para continuar sonhando com a Libertadores. Mesmo saindo atrás, o time mostrou reação e conseguiu os três pontos vencendo por 3 a 1. O argentino Zárate, o capitão Lúcio Flávio e o zagueiro André Luís marcaram para o Bota. Willians descontou para o Vitória. Eu já havia avisado que hoje o fogão ia dar um espetáculo.

A bola mal tinha rolado e o Botafogo já mostrava sua cara no jogo. Aos três minutos, Zárate cruzou, o goleiro Viáfara rebateu mal para o meio da área e Wellington Paulista emendou de volêio pela linha de fundo. Mas o primeiro ataque do Vitória foi fatal, Willians roubou a bola, tabelou com Leandro Domingues, driblou Renan e finalizou abrindo a conta no Engenhão.

O Vitória ganhou moral no jogo, após a rolada de bola do Botafogo, Willians tomou e cruzou para Marquinhos, o camisa 11 bateu fraco e Renan se esticou todo para salvar. Aos 15 minutos, após lançamento do incansável Willians, Marquinhos se preparou para chutar, quando o jovem goleiro botafoguense salvou a meta com os pés. A torcida começou a ficar impaciente, o glorioso simplesmente não passava do meio-campo.

Aos 25, o lance que mudou o rumo da partida em favor do Botafogo, Wellington Paulista se estranhou com Andersson Martins que acertou um chute nas pernas do camisa 9 alvinegro. Resultado: Vermelho para o zagueiro do Vitória e amarelo para Wellington Paulista. E enfim aos 29 o Botafogo conseguiu sua melhor jogada até então, Diguinho levantou na área, Zárate ganhou no corpo e mandou a gorducha próxima a trave de Viáfara.

Nesse período, Alessandro, sentindo dores na coxa, deu lugar a Gil. Assim Ney Franco colocou Túlio para o lado direito, e foi do camisa 5 o passe para a cabeçada precisa de Leandro Zárate, o primeiro de muitos pelo fogão. O atacante argentino vibrou muito com o gol, calando a boca dos críticos. Empate no Engenhão.

Para a segunda etapa o Bota veio com uma postura bem mais ofensiva, com menos de sete minutos já havia conseguido quatro boas oportunidades de virar o placar. Depois de muito ser vaiado, Gil foi substituído por Zé Carlos e mesmo com seu futebol de baixo nível, o atacante ficou chateado com a mudança. Mas só ele ficou, pois a torcida do Botafogo foi só felicidade.

E apenas três minutos após a saída de Gil, o glorioso fez o segundo. Wellington Paulista dividiu com o goleiro Viáfara que ficou no meio do caminho, Lúcio Flávio deu um toque por cobertura, a bola ainda pegou no travessão antes de entrar, esse foi o gol de número 50 do maestro pelo Alvinegro. Gol de um verdadeiro camisa 10. Botafogo, com dois gols de jogadores que vinham sendo criticados, 2 a 1.

O gol inspirou o capitão que cobrou escanteio aos 26 minutos na cabeça de André Luís que foi no "terceiro andar", a bola ainda tocou no travessão e morreu no fundo do gol. Botafogo 3 a 1.
A partir de então o alvinegro passou a valorizar a posse de bola. Triguinho ainda pediu para sair e deu lugar a Luciano Almeida. O leão teve poucas oportunidades para marcar, a não ser num chute cruzado que passou por toda a área implorando para encontrar o pé de um atacante rubro-negro. Com a vitória o Bota chegou aos 46 pontos e torce contra o rival Flamengo, amanhã, no Maracanã, para continuar vivo na luta pela Libertadores.

BOTAFOGO 3 x 1 VITÓRIA

Estádio: João Havelange, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 09/10/2008 – 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES)
Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Renda/público: R$ 52.067, 00 / 6.049 pagantes
Cartões Amarelos: Wellington Paulista, Triguinho e Gil (BOT); Viáfara, Marco Aurélio, Anderson Martins e Vanderson (VIT)
Cartões Vermelhos: Anderson Martins, 25'/2ºT;
GOLS: Willians, 6'/1ºT (0-1); Zárate, 36'/1ºT (1-1); Lucio Flavio, 20'/2ºT (2-1); Andre Luis, 26'/2ºT (3-1)

BOTAFOGO: Renan, Alessandro (Gil, 34'/1ºT) (Zé Carlos, 17'/2ºT), Renato Silva, Andre Luis e Triguinho (Luciano Almeida, 37'/2ºT); Leandro Guerreiro, Túlio, Diguinho e Lucio Flavio; Wellington Paulista e Zárate - Técnico: Ney Franco

VITÓRIA: Viáfara, Marco Aurélio, Leonardo Silva, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson; Renan, Willians Santana e Leandro Domingues (Guilherme, 21'/2ºT); Marquinhos (Wallace, 32'/2ºT) e Robert (Thiago Gomes, 27'/1ºT) - Técnico: Vágner Mancini.

MANDARAM BEM: Zárate, Lúcio Flávio e Ney Franco

MANDOU MAL: Gil

VIDEOBLOG- Os gols de Botafogo 3 x 1 Vitória

Empate com gosto de quê?

Contra um forte adversário em seus domínios, o Vasco conseguiu um resultado surpreendente para a maioria. Empatou com o bom time do Sport em 2x2 e subiu três posições, abandonando a lanterna do Brasileirão. O time vencia até os 46 minutos do segundo tempo, quando acabou sofrendo o gol de Ciro, que igualou o placar. Para muitos, ficou um gosto de decepção, mas os jogadores e o técnico Renato Gaúcho ficaram satisfeitos, com o primeiro ponto após seis derrotas seguidas.

Antes do jogo, aquele azar que cisma em permanecer quando a fase é ruim, deu as caras. Muito gripado e sentindo-se muito mal, Roberto deu vaga a Rafael no gol. Pouco experiente, o jovem goleiro poderia sentir a pressão. No primeiro minuto, falta pro Vasco, na meia lua. Baiano cobra com categoria, a bola bate na cabeça de uma candango na barreira e explode na parte interna do travessão, caindo fora do gol. 'Oh, azar que insiste em nos perseguir' pensaram todos.

Recuado, o Vasco só saia na boa. O Sport pressionava, mas Rafael se destacava. Com a má fase de Tiago, é bem possível do goleirão ter ganhado a vaga. Aos 36, porém, lá estava ele, o azar para nos apavorar. Kássio chutou da direita e pouco podia acontecer. A bola tocou a cabeça de Baiano e matou Rafael. 1x0 Sport e bateu logo a apreensão.

Com o nervosismo que tem pego os jogadores nos últimos jogos, cheguei a temer pelo pior.Três minutos depois, a sorte começou a virar. Alex Teixeira (incrível) brigou pela bola e roubou de Moacir. Em belo passe, entregou para Leandro Amaral, que bateu rasteiro e empatou. A essa altura, ir para o vestiário com o empate já estava de bom tamanho. Mas aos 45, Deus resolveu olhar com carinho para a Cruz de Malta. Baiano rolou para Leandro Amaral que de canhota (e olha que é a perna ruim) acertou o ângulo de Magrão. Golaço! Indefensável! Essa era a prova que a sorte estava virando. Leandro tenta chutes assim todo jogo, mas normalmente saem petelecos. Ontem, que chutaço. Fantástico!

Na etapa final, o Leão da Ilha veio pra cima. Forçando as bolas na área, o Sport era presa fácil para a bem postada defesa vascaína. O rubro-negro era mais perigoso quando botava a bola no chão. Prova de que a sorte estava mudando foi que dessa vez até a arbitragem ajudou. Odvan fez pênalti em Ciro, mas o juizão fez vista grossa. Aos 46, o ataque leonino foi presenteado pelo brio. Em bela jogada, Dutra cruzou para Ciro que empurrou para as redes. 2x2!

Com o ponto conquistado, deixamos a lanterna. Ainda não é o ideal, mas o espírito de luta e garra mostrado deve se repetir nas próximas nove partidas. Assim, é possível almejar a salvação. São 10 dias de treino para o próximo jogo, contra o arqui-rival flamengo, que vem bem na competição. Eles serão taxados de favoritos, mas podemos surpreender. Que a partida de ontem sirva de exemplo para os jogadores, sobre qual deve ser o espírito daqui pra frente.

Leandro Amaral foi o cara! Isolado na frente, correu, driblou, lutou e fez dois belos gols. A ausência de Edmundo parece ter contribuido no crescimento do futebol do nosso camisa 11, que chamou a responsabilidade. Alex Teixeira também foi um leão no ataque, mostrando categoria e inteligência para brigar com dois ou três marcadores por vez. A zaga foi firme, sem invenções. Nas bola aéreas, Eduardo, Jorge Luiz, Fernando e Odvan foram imbatíveis, tendo problemas apenas quando o Sport partia pra velocidade.

Rafael foi brilhante. Saiu bem do gol e fez grandes defesas. Muito seguro, não teve culpa nos gols e saiu como um dos destaques da noite. Jonílson mostrou que é disparado o melhor volante do elenco. Sua volta organizou o meio-campo e ajudou no desempenho dos jovens Victor e Mateus. Baiano foi bem, apesar do azar no primeiro gol. Ganhamos uma arma nas bolas paradas e cruzamentos. Apesar de mais lento que Wagner Diniz, ele sabe cruzar, coisa que Wagner não sabe. Valmir foi bem, enquanto teve fôlego, mas parece mesmo carecer de melhor preparo físico. Chegou uma hora do jogo que dava pena do rapaz, que teve de ser substituído por Eduardo Santos, que mostrou qualidade, apesar de destro.

Para o jogo do dia 19 contra o flamengo, Renato deve ter a volta de Madson, Wagner Diniz e Leandro Bomfim. Resta a ele encontrar a mlehor formação, sempre com atenção a defesa, como ontem.

Sds vascaínas a todos!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

LUTA PELA PRIMEIRONA

Bangu empata com a Portuguesa por 1 a 1
Foto: Buda Mendes - FERJ

Aumenta a briga para definir os dois clubes que disputarão a Primeira Divisão do Campeonato Carioca em 2009. A 3ª fase da Segundona composta por dois grupos com quatro times cada (Grupo I: Goytacaz, Tigres do Brasil, Olaria e Nova Iguaçu e Grupo J: Bangu, Portuguesa, CFZ do Rio e Aperibeense) começou nessa quarta-feira à tarde.

O Bangu, melhor time na competicão até agora, apenas empatou com a Portuguesa por 1 a 1, com um gol de penalti de Valdir no minuto final para o Alvirubro, no estádio Moça Bonita, em Bangu. Na outra partida do grupo J, o CFZ jogando em casa foi derrotado pela Aperibeense pelo placar de 3 a 1. No Grupo I, as partidas entre Tigres x Olaria e Goytacaz x Nova Iguaçu terminaram 0 a 0.


No grupo da morte, ou melhor, no Grupo X, O Serrano foi derrotado em casa por 4 a 2 e o Independente venceu o Villa Rio por 2 a 1. Com os resultados, Independente e Serrano disputarão a Terceira Divisão do Campeonato Carioca no próximo ano.


Confira abaixo a classificação dos grupos:

Pela quarta vez no ano, o Sport

Hoje à noite, na Ilha do Retiro, Vasco e Sport fazem o quarto duelo entre as equipes em 2008. Em situação bem diferente na competição, os times botam mais uma vez à prova uma rivalidade que cresceu bastante nesse ano. O Sport vem de duas derrotas, mas conta com a força da sua torcida para alcançar os 3 pontos. A equipe não almeja nada na competição, mas vem fazendo boa campanha. Já o Vasco precisa da vitória para sair da lanterna e da zona de rebaixamento.

Nos três encontros anteriores, a vantagem é do Vasco, de virada. Nas semifinais da Copa do Brasil, uma vitória para cada lado. Em Recife, 2x0 para o Sport, placar devolvido pelo Vasco em São Januário, apesar dos esforços contrários do Sr. Alicio Pena Jr. Nos pênaltis, os pernambucanos acabaram eliminando o cruzmaltino.

Pelo Brasileiro, uma goleada sensacional do Vasco, por 4x0, em uma das melhores atuações da equipe na competição. Um dado curioso dos confrontos entre os rivais em 2008, é que o derrotado em nenhuma ocasião marcou gols. Pelo retrospecto, quem fizer o primeiro hoje tem grandes chances de sair vencedor.

Para o duelo na Ilha, Renato foi cauteloso. Após ser super-ofensivo contra o Figueirense, o treinador optou por escalar três zagueiros e três volantes. Na armação, apenas Alex Teixeira e na frente, Leandro Amaral. Segundo o treinador, um empate pode ser considerado um bom resultado, visto a dificuldade da partida.

Hoje, todos os vascaínos tem um compromisso. Às 22 horas, televisão ligada e corrente positiva pela vitória do Vascão, nesse difícil duelo.


Estádio:
Ademar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro)
Data: 08/10/2008 (quarta-feira)
Hora: 22h (horário de Brasília)

SPORT: Magrão; Igor, César e Durval; Carlinhos Bala, Moacir, Júnior Maranhão, Kássio e Dutra; Roger e Ciro.

VASCO: Roberto; Fernando, Eduardo Luiz e Jorge Luiz; Baiano, Victor, Jonílson, Mateus, Alex Teixeira e Valmir; Leandro Amaral.

Sds vascaínas a todos!