FUTEBOL CARIOCA
A EQUIPE DO FC08 DESEJA A TODOS...
UM PRÓSPERO ANO NOVO!!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

TJD PODE PROVOCAR MUDANÇAS

Portuguesa e Bonsucesso empataram por 1 a 1 na última partida do returno
Foto: André Queiroz


Nesta quarta-feira chegou ao fim a primeira fase do Campeonato Estadual da Segunda Divisão. Agora restam apenas 16 equipes, divididas em quatro chaves com quatro clubes cada, que disputarão as oito vagas para a terceira fase da competição.

Os Grupos E, F, G e H estão praticamente definidos, mas uma questão judicial ainda impede que estejam sacramentas as definições. Agora as atenções estão voltadas para o Tribunal de Justiça Desportiva, que deverá definir o caso da partida entre Olaria e Bonsucesso, que não chegou ao fim. Momentaneamente, o Olaria está no Grupo E, mas se confirmar a conquista dos outros dois pontos da partida, a equipe muda de posição e passará a fazer parte do Grupo F.

A Ferj adiou o início da segunda fase do Campeonato Estadual da Segunda Divisão para o dia 17 de setembro (quarta-feira). O TJD julgará a partida entre Olaria e Bonsucesso no próximo dia 15 (segunda-feira).

Até a decisão do TJD, os grupo ficam da seguinte forma:

Grupo E: Goytacaz, Sendas, Olaria/Portuguesa e Guanabara;

Grupo F: Bangu, Portuguesa/Olaria, Silva Jardim e Floresta;

Grupo G: CFZ, Teresópolis, Rio Branco e Nova Iguaçu;

Grupo H: Tigres, Aperibeense, Angra dos Reis e Bréscia.


Fonte : Futrio/Leandro Nunes

O Brasil faz mal ao Brasil???

Dessa vez nem Luis "Fabuloso" salvou o Brasil
Foto: Agência/EFE


Caros amigos,

Se no post do jogo entre Fluminense x Grêmio eu disse que o jogo foi um dos piores da história do futebol, eu acho que me enganei. Acho não, tenho certeza, porque o jogo entre Brasil x Bolívia pelas Eliminatórias da Copa de 2010 conseguiu superar. Meu Deus, que jogo horroroso!!! Até agora estou agradecendo a Deus por não ter ido ao Engenhão, porque se eu tivesse acompanhado do Estádio a esse jogo, com certeza eu desistiria de ver os jogos de perto.

O que eu mais me arrependo é de ter visto o jogo, mesmo pela televisão. Claro que não poderíamos prever que isso fosse acontecer, mas o que foi a seleção hoje?? Creio que todos, eu disse todos (Nelson Rodrigues que me perdoe, mas dessa vez a unanimidade não será burra) irão concordar comigo que o Brasil hoje foi um bando, um aglomerado de pessoas de amarelo, porque os onze que estavam em campo passaram longe de ser um time (muito diferente do jogo contra o Chile, quando eu exaltei a bela partida).

Não jogamos absolutamente nada!!! No jogo de hoje, não tivemos praticamente uma chance de gol. Com respeito aos bolivianos, é impossível que no jogo contra o lanterna a seleção brasileira não consiga finalizar com perigo. Posso citar uma cabeçada do Luis Fabiano no primeiro tempo, um chute do Juan para fora e uma cabeçada no final da partida do Júlio Baptista. E o que é pior pessoal, é que a Bolívia atuou com um jogador a menos praticamente o segundo tempo todo. Será que a desculpa do empate foram os “desfalques do Gilberto Silva e do lateral Kléber?”

No final da partida, o grande narrador Galvão Bueno pediu desculpas para nós. Mas discordo dele: acho que eles (os jogadores) é que deveriam se desculpar conosco, brasileiros.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Cheiro de medo no ar...

O terror da dupla Fla-Flu
Montagem: Ricardo Oliveira (FC08)

Torcedores do Glorioso,

Hoje eu estava "navegando" pela internet e me deparei com uma manchete que dizia que o Engenhão seria vetado para clássicos regionais. Tudo isso porque Kléber Leite, vice de futebol do Flamengo, apresentou nesta terça-feira ofício de Antônio Carlos Suarez David, chefe do Estado-Maior da PM, no qual o militar aponta que o Engenhão é inseguro para a realização de clássicos estaduais. Ele recomenda que este tipo de jogos sejam realizados no Maracanã.

Pensei: "Sabia que iam inventar alguma coisa para tentar derrubar o Botafogo."

Todos sabem que o Botafogo já disputou dois clássicos de grande rivalidade no Engenhão: Botafogo x Fluminense (jogo da inauguração vencido pelo Botafogo por 2 a 1) e Botafogo x Vasco (jogo válido pelo primeiro turno do brasileiro 2008), portanto não teria problema algum disputar mais dois. Logo agora, em crescimento no campeonato, quando o Glorioso precisa mais do que nunca do fator campo para buscar o título, surge esse misterioso veto.

No primeiro turno o Bota enfrentou Fla e Flu no Maracanã, como mandou o figurino, agora quando era para ser ao contrário, os adversários tremem, mas eles têm motivos para isso, afinal, jogando no Engenhão, o Botafogo tem mais de 80% de aproveitamento (35 jogos, 27 vitórias, 4 empates e 4 derrotas). Mas vamos falar das incoerências que é o que interessa:

1- Mesmo sendo o estádio mais moderno do Brasil, o Engenhão não tem capacidade de abrigar duas torcidas numerosas.

2- O Engenhão não pode abrigar clássicos regionais, mas pode abrigar um jogo da seleção brasileira que tem visibilidade mundial e com torcedores de todos os times misturados.

3- E quando o Maracanã fechar para obras da Copa do Mundo, os clássicos serão em Volta Redonda, Rua Bariri, Édson Passos, São Januário ou fora do estado?

4- Como que em 3 semanas, Márcio Braga deixa de dizer que "O Engenhão é do Flamengo", esperando o clássico contra o Bota, e agora não tem mais estrutura?

Isso para não falar mais outras. Aí sempre vem um dizer: "O Botafogo tem mania de perseguição", "O Botafogo isso, aquilo...". Lutamos para ter a licitação e dar a torcida o que ela merecia, um estádio próprio, mas agora os "sem-estádio" que antes amavam o Engenhão e queriam até alugá-lo, reclamam de sua estrutura.

Espero que a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não se torne a Confederação Brasileira do Fluminense e Flamengo para fazer essa injustiça com o Glorioso.

Temos condições de vencer no Maracanã? Temos. Mas o estádio do Botafogo é o Engenhão, o Maracanã é considerado fora de casa e o Alvinegro não joga lá há um bom tempo.

Agora o torcedor do Botafogo fica de mãos atadas com o time sendo punido com perda de dois mandos de campo sem ter feito nada para isso, ou melhor, fez. Ultrapassou alguns "intocáveis" na tabela de classificação do brasileiro. E mais uma vez deixo minha insantisfação com a imprensa, como na última vez, na postagem sobre a eleição no Botafogo, sempre são títulos e imagens tendenciosas contra o alvinegro. Aguardemos os próximos capítulos.

Saudações Alvinegras.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

PRA FRENTE BRASIL!!!!

Chile sambou nos pés dos brasileiros
Foto: Agência/EFE


Caros amigos,

Peço licença a vocês, torcedores dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, que asim como eu, são brasileiros, para falar sobre o jogo da Seleção contra o Chile. Depois da derrota para a Argentina nas Olimpíadas, a situação do técnico Dunga ficou complicada. E com razão, já que a atuação pífia contra os nossos hermanos nas semifinal olímpica fugiu totalemnte do padrão do futebol brasileiro, totalmente defensivo, como se fosse um "time pequeno".

Amigos, garanto a vocês que não morro de amores pelo técnico Dunga, ainda mais que o técnico do escrete canarinho tinha a boa e velha mania de escalar o meio-campo da seleção com três volantes, algo impensável para uma seleção que já foi cinco vezes campeã do mundo. Desde quando assumiu o cargo almejado por vários técnicos, pode-se dizer que o mal-humorado capitão do tetra "nunca" ouviu a voz do povo, que muito sábios dizem, ser a voz de Deus.

Podemos citar o episódio do jogo contra a Argentina, pelas eliminatórias, no Mineirão, quando a torcida pediu a entrada de Pato, mas o que aconteceu foi a entrada do lateral Daniel Alves. Ficamos estarrecidos e nos perguntávamos aonde a seleção brasileira poderia parar. Quase chegou ao fundo do poço, mas eis que um sopro de esperança chega e Dunga, talvez impulsionado por algo supremo, sem explicação, escala no mesmo time Diego, Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Luís Fabiano, um quarteto ofensivo para um jogo fora de casa, contra o Chile.

Em todas as marcinhas de seleção, o que mais se ouve é "PRA FRENTE BRASIL", ou "40, 60, 80, 200 MILHÕES EM AÇÃO, PRA FRENTE BRASIL". E a voz do povo, a voz do presidente Lula, a minha voz, a voz deste singelo blog, e até a voz da minha sobrinha de 9 meses finalmente foi ouvida e o Brasil, sem fugir das suas características, venceu com autoridade a seleção chilena (com todo respeito aos chilenos, mas não podemos nunca temê-los) e o melhor, convencendo, por fáceis 3 a 0, sem deixar dúvidas de que é preciso, e muito, respeitar o futebol brasileiro.

E um recado aos "brasileiros" que cismam em torcer pela Argentina: talvez em 200 milhões de anos, eu disse talvez, eles serão um dia melhor do que nós no futebol!!!!

FICHA TÉCNICA:CHILE 0 X 3 BRASIL
Estádio: Nacional, Santiago (CHI)
Data/hora: 7/9/2008 - 22h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Torres (Fifa-PAR)
Assistentes: Manuel Bernal (Fifa-PAR) e Tiburcio Gauto (Fifa-PAR)
Cartões amarelos: Estrada, Beausejour, Sánchez, Carmona (CHI); Kleber, Diego, Luis Fabiano, Luisão, Gilberto Silva (BRA)
Cartões vermelhos: Valdivia (CHI); Kleber (BRA)
GOLS: Luis Fabiano, 20'/1ºT; Robinho, 44'/1ºT; Luis Fabiano, 37'/2ºT

BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Luisão e Kleber; Gilberto Silva, Josué, Diego (Elano, 33'/2ºT); Ronaldinho Gaúcho (Juan, 7'/2ºT), Robinho e Luis Fabiano (Jô, 41'/2ºT). Técnico: Dunga.

CHILE: Bravo, Medel, Jara e Estrada; Carmona, Fernández, Droguett (Valdivia, 39'/1ºT) e Vidal (Cereceda, intervalo); Sánchez, Mark González (Beausejour, intervalo) e Suazo. Técnico: Marcelo Bielsa.

A coisa tá feia...

Duelo de tricolores no Maracanã foi horroroso
crédito: Júlio Guimarães

Caros amigos tricolores,

O Fluminense recebeu o líder Grêmio no Maracanã e num dos piores jogos da história do futebol, com muitos passes errados, faltas e poucas chances de gols, não saiu de um empate sem gols. O pior de tudo (além do jogo), foi que o resultado levou o Flu de volta a zona do rebaixamento. Mesmo sem perder a cinco jogos (desde quado o técnicdo Cuca assumiu), o Tricolor das Laranjeiras é o 17° colocado, com 25 pontos. Já o Grêmio segue líder isoloado, com 49 pontos, seis a mais que Cruzeiro e Palmeiras.

Pelo visto Cuca terá muito trabalho nos próximos jogos, já que o time das Laranjeiras jogará contra um um rival na luta contra o rebaixamento - Santos, na Vila Belmiro - e depois enfrentará dois times que estão no alto da tabela - Coritiba, no Maracanã e o Botafogo, no Engenhão.

Para resumir um jogo em que os pobres torcedores que foram ao Maracanã sofreram com a má qualidades dos dois times, o atacante Washington teve uma noite para ser esquecida. Primeiro, perdeu duas chances claras de gol e não satisfeito, no final do jogo ainda conseguiu ser expulso, depois de cair na provocação do goleiro Victor.

Todos já falaram isso e não custa repetir: como um jogador experiente com Washington se deixa levar por esse tipo de provocação, ainda mais com o Fluminense em uma situação desesperadora??? Complicado. E o que é Everton Santos??? Joga no ataque e não produz e quando vira ala, pelo amor de Deus, não acerta um cruzamento. Isso não pode acontecer. Cuca, se for improvisar qualquer jogador na ala ou lateral, esse jogador no mínino deveria treinar 200 cruzamentos por dia!!!!

E o Grêmio, temos que admitir, veio para o Rio com uma clara proposta de empatar o jogo, fazendo uma partida que nada lembrou um líder campeonato.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 0 X 0 GRÊMIO


Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 06/09/2008 - 18h20 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (RN) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Renda/público: R$ 287.916,00 / 18.852 pagantes
Cartões amarelos: Soares, Hélder, André (GRE); Everton Santos (FLU)
Cartões vermelhos: Washington, 42'/2ºT (FLU)

FLUMINENSE: Diego, Thiago Silva, Luiz Alberto e Roger; Everton Santos (Alan, 36'/2ºT), Fabinho (Somália, 4'/2ºT), Maurício, Conca e Junior Cesar; Maicon (Tartá, 13'/2ºT) e Washington. Técnico: Cuca.

GRÊMIO: Victor, Leo, Pereira e Réver; Paulo Sérgio, Rafael Carioca, William Magrão (Soares, 12'/2ºT), Tcheco e Hélder; Souza (Orteman, 19'/2ºT) e Marcel (André, 29'/2ºT). Técnico: Celso Roth.

domingo, 7 de setembro de 2008

Botafogo, um apaixonado pelo G4

Thiaguinho faz um coração para comemorar
Foto: Agência Estado


Torcedores do Glorioso,

O Botafogo foi até o Paraná encarar o Coritiba, no jogo válido pela 24ª Rodada do brasileiro, a vitória era importantíssima para as pretenções do glorioso no campeonato. E numa noite em que os goleiros brilharam, um chute indefensável de Thiaguinho deu a vitória para o alvinegro que agora é quarto colocado do campeonato atrás do vice-líder Cruzeiro por apenas 1 ponto.

As duas equipes começaram se estudando bastante, mas a primeira oportunidade foi do Botafogo, aos quatro minutos. Carlos Alberto recebeu passe dentro da área e o goleiro Vanderlei salvou o coxa defendendo com o pé. A partir daí o Coritiba foi superior, mas o goleiro Renan mostrou que quer a vaga de titular fazendo defesas importantes.

Em outra oportunidade alvinegra, o grito de gol ficou engansgado. Após cobrança ensaiada de falta, a bola sobrou para Jorge Henrique fuzilar a queima roupa, Vanderlei salvou novamente. O gol parecia que não ia sair. Num ataque rápido do Coritiba, Keirrison acertou a trave e no rebote Triguinho salvou o Botafogo sobre a linha. Depois de tanta oportunidade, o primeiro tempo ficou no 0 a 0.

As equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações e com o mesmo ritmo intenso do primeiro tempo. Maúricio fez a jogada pelo Coritiba e mandou para a área, Keirrison desviou a bola antes da chegada de Renan e jogou pela linha de fundo. Quem teve competência para marcar foi o Botafogo, Jorge Henrique tocou para Thiaguinho soltar a bomba de muito longe e fazer um verdadeiro golaço para colocar o Botafogo em vantagem. Botafogo 1 a 0.

A partir do gol o glorioso recuou e a torcida começou a temer o empate, mas o Coritiba não tinha tanta eficiência. Quem levou perigo real foi o Botafogo, aos 39. Wellington Paulista cruzou e Gil chegou finalizando de carrinho para defesa de Vanderlei. O Coxa então só levou perigo novamente aos 48 minutos, numa cobrança de falta de Keirrison, mas não havia tempo para mais nada. O árbitro apitou o fim do jogo e os jogadores do Bota comemoraram a volta ao G4.

CORITIBA 0 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Couto Pereira, Curitiba (PR)
Data/hora: 06/09/2008 - 18h20h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Asp.Fifa-RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e José Antonio Chaves Franco Filho (Fifa-SP)
Renda/público: R$ 289.785,00 / 19.090 pagantes
Cartões amarelos: Leandro Donizete, Rodrigo Mancha, Maurício e Guaru (CBA); Carlos Alberto, Túlio e Jorge Henrique (BOT)
GOL: Thiaguinho, 24'/2ºT (0-1)

CORITIBA: Vanderlei, Maurício, Rodrigo Mancha e Tiago Bernardi; Rodrigo Heffner (Thiago Silvy, 26'/2ºT), Leandro Donizete, João Henrique (Ariel, 13'/2ºT), Carlinhos Paraíba e Ricardinho; Marlos (Guaru, 23'/2ºT) e Keirrison - Técnico: Dorival Júnior.

BOTAFOGO: Renan, Thiaguinho (Alessandro, 28'/2ºT), Renato Silva, Andre Luis e Triguinho; Diguinho, Túlio, Lucio Flavio e Carlos Alberto (Gil, 36'/2ºT); Jorge Henrique e Wellington Paulista (Zé Carlos, 45'/2ºT) - Técnico: Ney Franco

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

MÁFIA DOS INGRESSOS

Máfia dos ingressos próximo do seu fim
Foto: Eduardo Peixoto - Globoesporte.com


A FERJ se mobilizou e promoverá uma reunião, dia 15, às 10h da manhã, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, com os principais clubes cariocas, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira e outros representantes de importantes órgãos competentes para encontrar uma solução que acabe com a máfia dos ingressos.

Foram convocados para o debate o Comandante Geral do Estado Maior da Polícia Militar, Chefe da Polícia Civil, Procurador Geral de Justiça, o titular da Defesa do Consumidor do Ministério Público, Secretário do PROCON, Delegado Titular da Delegacia de Defraudações, Comandante do GEPE, Comandante do 3ª Batalhão da Polícia Militar, Comandante 4° Batalhão da Polícia Militar, Presidente da Suderj, o Presidente do Flamengo, Márcio Braga, o Presidente do Fluminense, Roberto Horcades, o Presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas e o Presidente do Vasco da Gama, Roberto Dinamite.

Chegou a vez de unirmos forças para acabar com esse prática ilegal composta por pessoas que denigrem a imagem do futebol mais charmoso do Brasil.

Torcedor merece respeito. Parabéns Rubens Filho, presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro pela iniciativa.

Veja parte da nota divulgada no site oficial da FERJ:

"A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), apesar de não ter nenhuma participação na emissão e venda de bilhetes, bem como no controle das roletas de acesso aos estádios, manifesta sua preocupação diante dos graves problemas e irregularidades que vem ocorrendo, com freqüência e em escala crescente, em relação aos ingressos das partidas de futebol, fatos amplamente divulgados pela mídia.

A FERJ, no cumprimento de suas obrigações e nos limites de sua competência e recursos, tem lutado contra tais ocorrências e apesar de já ter recorrido a órgãos como a Polícia Militar e Delegacia de Defraudações, no sentido do combate e impedimentos de práticas fraudulentas, entende ser necessária a convergência de esforços para o desenvolvimento de ação
conjunta objetivando um plano único de ação para a solução de tão grave questão..."

Rio de Janeiro, 03 de setembro de 2008


VIDEOBLOG - A PRÁTICA ILEGAL NA FINAL DA LIBERTADORES
Matéria: Rede Globo




Do fundo do baú: Flamengo 1 x 1 Cruzeiro(MG) (1972)

No dia 18 de Dezembro de 1972, numa Segunda-feira, Flamengo e Cruzeiro se enfrentaram no Estádio do Mineirão em Belo Horizonte pelo Campeonato Brasileiro e ao final da peleja houve o empate de 1 tento a 1.
Nesse ano a S.E. Palmeiras foi o Campeão Brasileiro.

Principal Artilheiro do Campeonato

Dario (Atlético-MG), Pedro Rocha (São Paulo) : 17 Gols


O Jogo

CRUZEIRO (MG) 1 x 1 FLAMENGO (RJ)
Data
: 18/12/1972
Campeonato Brasileiro
Local: Estadio do Mineirão / Belo Horizonte
Árbitro: José Luiz Barreto (RS)
Renda: Cr$ 6.667
Gols: Zé Carlos 04, Caio Cambalhota 15/1º
FLAMENGO : Ubirajara Mota, Moreira, Chiquinho, Fred, Mineiro, Liminha, Zanata, Vicentinho, Caio Cambalhota, Fio e Rodrigues Neto / Técnico: Zagallo
CRUZEIRO: Hélio, Pedro Paulo, Misael, Darci Menezes, Vanderlei, Piazza, Zé Carlos, Rinaldo (Eduardo), Lima, Roberto Batata, Palhinha (Baiano) / Técnico: Hilton Chave


O Craque: Caio Cambalhota

A família Lemos tem tradição no futebol. Dela saíram três grandes artilheiros para o futebol brasileiro: César, o César Maluco, Luizinho e Caio Cambalhota, o José Carlos da Silva Lemos.

Nascido em Niterói no dia 11 de setembro de 1949, Caio começou a carreira nas categorias de base do Botafogo. De 1966 a 1969, jogou ao lado de outros jogadores famosos, entre eles Nilson Dias, o ponta-direita Rogério e Chiquinho. “Saí do Botafogo porque fui indicado ao Flamengo pelo Zagallo”, conta Caio, que hoje é técnico de futebol, mora em Niterói, Rio de Janeiro, divorciado, pai de quatro filhos e avô de quatro netos.

Em 1970, então, o atacante se transferiu para o Flamengo. No mesmo ano, foi emprestado para a Ponte Preta. “Era muito jovem e fui repassado para a Ponte. Era um timaço o da Ponte. Tinha o Dicá, o Manfrini, o Nelsinho (Nelsinho Baptista), o Wilson Quiqueto, o Waldir Peres, entre outros”, lembra o ex-atacante. Caio também jogou por empréstimo pelo América do Rio, em 1971 e 1973. No alvi-rubro atuou ao lado do irmão Luizinho, do volante Ivo (Ivo Wortmann), de Badeco, Flecha, Bráulio e companhia.

Um dos melhores anos da carreira de Caio foi o de 1972. Foi nessa época que surgiu a cambalhota nas comemorações de gols, uma marca registrada do atacante. “Depois surgiram o Romeu, o Cafu, o Alessandro, mas quem inventou mesmo a cambalhota como forma para comemorar gols fui eu”, garante Caio. Ele conta ainda que a maneira de vibrar depois do gol aconteceu de forma acidental.

“Eu tinha um treinador de boxe, o Manoel, na Academia da PM, que me ensinou a dar cambalhota para a defesa pessoal. Não pensava em utilizá-la no futebol. Certa vez, eu brinquei com um fotógrafo do jornal ‘O Dia’. Disse que iria pular em cima dele se fizesse um gol pelo Flamengo. Eu fiz o gol e ele estava próximo da trave. Para não cair em cima do fotógrafo, eu dei uma cambalhota. Este fotógrafo achou a comemoração muito legal e falou que eu tinha de continuar”, revela Caio.

E quem foi várias vezes “vítima” das cambalhotas de Caio foi o Fluminense, no dia 23 de abril de 1972, no Maracanã. “Cada gol que eu marcava, dava uma cambalhota. Fiz três”, diz Caio. O rubro-negro venceu aquele “Fla-Flu”, válido pelo Campeonato Carioca, por 5 a 2.

Pelo rubro-negro, conforme informa o “Almanaque do Flamengo”, Caio realizou 134 jogos (69 vitórias, 45 empates e 20 derrotas) e marcou 48 gols. O atacante participou de várias conquistas importantes, entre elas o Campeonato Carioca, Torneio de Verão (competição disputada por times como Benfica e Santos) e Torneio do Povo, que reunia as equipes consideradas com maior número de torcedores: Flamengo, Corinthians, Atlético Mineiro, Internacional, Bahia, entre outras. “E fui artilheiro várias vezes jogando pelo Flamengo. Só não fomos muito bem no Campeonato Brasileiro”, fala.

O ex-atacante se orgulha de ter feito parte de três “eras” do Mengão. “Na primeira, eu joguei ao lado Buião (ponta-direita), do Nei (atacante), do Caldeira (ponta-esquerda), do Fio Maravilha, do Domingues e outras feras. Na segunda, eu tive como companheiros o Renato (goleiro), o Chiquinho, o Reyes, o Luxemburgo, o Júnior, entre outros. Na terceira, eu atuei ao lado do Zico, do Luizinho (meu irmão) e tantos outros grandes jogadores”.

Caio permaneceu na Gávea até 1976, ano em que teve seu passe comprado pelo Atlético Mineiro. Chegou ao Galo para ser reserva de Reinaldo, o outro centroavante. Mas o técnico Barbatana optou por colocá-lo como ponta-direita. “Eu joguei improvisado nesta função. Os dois pontas autênticos eram o Marcinho e o Marinho (que depois se destacou no Bangu). Mas foi ótimo ter atuado ao lado do Reinaldo, um dos melhores jogadores que eu vi”, elogia Caio.

Com a camisa atleticana, Caio fez parte da equipe vice-campeã brasileira de 1977. “Uma injustiça o Atlético ter sido o vice-campeão naquele ano. A nossa campanha foi bem melhor do que a do São Paulo. Fizemos quase 30 pontos a mais do que o São Paulo, que venceu a final nos pênaltis e ficou com o título nacional”, lamenta.

Depois do Galo, Caio defendeu por empréstimo o América Mineiro, em 1978, e no mesmo ano seguiu para o futebol português, onde permaneceu até 1989. “Fui para Portugal por indicação do Jeremias, ex-jogador do Fluminense. Não tive problemas de adaptação em lugar algum”, diz Caio, que depios jogou pelo Tunsing, de Hong Kong (em 1989) e pelo Al Tadamon, do Catar (em 1990).

Em 1991, ele retornou ao Brasil. Defendeu a Caldense (MG), o Rio Branco de Andradas (MG), o Tupi (MG), o Tiradentes (DF), a Votuporanguense (SP) e a Portuguesa Carioca, seu último clube. “Encerrei a carreira com 43 anos. Antes, eu fiz parte da equipe da Portuguesa campeã carioca da segunda divisão”, revela.

Elogios para Reinaldo

Segundo Caio, Reinaldo era melhor até do que Romário e poderia ter superado Zico. “O Reinaldo fazia gols inacreditáveis. Era um jogador completo. Sabia jogar atrás e na frente. Acho que ele foi melhor do que o Romário e se tivesse jogado no Rio poderia ter sido mais famoso até do que o Zico”, diz o ex-atacante.

“Eu vi de perto dois gols maravilhosos do Reinaldo, sendo que um deles lhe valeu até uma placa no Mineirão. Esse aconteceu contra o América de Natal. Também teve um contra o Remo, em Belém, que ele com um drilbe de corpo derrubou os zagueiros, o goleiro e até eu mesmo cai. Era realmente genial, mas pena que tinha sérios problemas no joelho”, lamenta Caio.

Teimosia do Velho Lobo

O ex-centroavante tem um carinho muito grande pelo técnico Zagallo, afinal foi o Velho Lobo quem o indicou para defender o Flamengo. Caio lembra que a teimosia de Zagallo era a marca registrada do treinador nos anos 70. “Existia uma pressão muito grande para que eu saísse do time titular do Flamengo. Eu estava há quatro jogos sem marcar e muita gente pedia pelo Dionísio, que cabeceava muito bem. O Zagallo falou que ele mandava no time e ponto final. Não me tirou. Aí, eu comecei a marcar gols e permaneci entre os titulares”, conta.

Chances na seleção

Caio não teve chance de defender a seleção brasileira principal, mas chegou a ser convocado pelo técnico Antoninho para a seleção sub-20, em 1970. Também faziam parte do selecionado jogadores como Falcão, Terezo (lateral), Cláudio Adão, entre outros.

O jogador Vanderlei Luxemburgo

Caio defende com unhas e dentes o ex-lateral Vanderlei, que hoje é o técnico Vanderlei Luxemburgo. “O Vanderlei era um excelente jogador. O Júnior foi jogar como lateral-direito porque o Vanderlei era mesmo um ótimo lateral. Hoje é um excelente treinador”, comenta o ex-atacante, que como técnico já trabalhou na categoria juniores do América do Rio e como profissional do Goytacaz (RJ), Rio Branco de Andradas (MG), Caldense (MG), Rio Branco (ES) e Flamengo (PI).

por Rogério Micheletti

Dados Caio Cambalhota no Flamengo

Nome Completo: José Carlos da Silva Lemos
Apelido: Caio Cambalhota
Posição: Atacante
Nascimento: 11 de setembro de 1949 / Niterói
1° jogo: 27/09/1970 (Flamengo 2 x 0 São Paulo)

Títulos

1971
Troféu Pedro Pedrossian
Troféu Gilberto Alves-GO
Troféu Quadrangular de Vitória-ES

1972
Taça Guanabara
Campeonato Carioca
Torneio Internacional de Verão do RJ
Torneio do Povo
Taça Sesquicentenário da Independência do Brasil

1973
Taça Cidade do Rio de Janeiro e Troféu Rede Tupi de TV

1975
Torneio Quadrangular de Jundiaí (SP)

1976
Torneio Quadrangular de Mato Grosso
Taça Nelson Rodrigues (RJ)
Troféu Governador Roberto Santos (BA)
Taça Prefeito do Distrito Federal
Taça Prefeitura Municipal de Manaus (AM)

Fontes: Flaestatisticas, Milton Neves

O maior roubo da história de São Januário

Tinha tudo pra ser uma noite perfeita. Porém, um cidadão chamado Rodrigo Cintra fez o resultado do jogo e garantiu três pontos para o time cruzeirense. Com todo o respeito ao time e a torcida do Cruzeiro, que nada tem a ver com isso, mas agora jogo contra eles é melhor o Vasco nem entrar em campo. Fomos roubados discaradamente tanto lá como cá. Será que até no nosso estádio, na nossa casa, vamos ter que aturar essa roubalheira agora? De positivo ficaram a homenagem ao time campeão da Libertadores em 1998 e a demonstração de garra e amor de meu maior ídolo, Edmundo. Ontem passeando na Internet, dei uma lida no Blog do Cruzeiro no Globoesporte.com. O blogueiro temia com razão pela arbitragem de Rodrigo Cintra. Esse juiz sempre se caracterizou por definir os vencedores dos jogos que apita. Nunca vi um jogo apitado por Cintra que ele não tenha influenciado no resultado. Ontem ele infelizmente escolheu o Cruzeiro e nós, 8.000 idiotas que pagamos ingresso, saimos com cara de bobos no fim do jogo.

Seu primeiro ato foi deixar passar batida a entrada criminosa de Guilherme sobre Wagner Diniz. Nosso lateral inclusive, saiu da partida, enquanto seu agressor continuou. Minutos depois, em entrada parecidíssima de Jonílson sobre Ramires, o canalha sacou direto o cartão vermelho. Estava expulso nosso principal jogador de marcação. Não satisfeito, ele marcou o pênalti mais absurdo da história de São Januário. Wagner bateu falta e a bola bateu no braço de Mateus. O braço estava exatamente na frente do rosto do nosso jogador, mas pra juiz ladrão, qualquer coisa é motivo pra roubar. Gol de Guilherme (que deveria estar no chuveiro) e em cinco minutos estava ganho o jogo pro Cruzeiro.

Com o bom time que tem, a Raposa tomou conta do meio-campo, onde deveria estar Jonílson. E nas costas do péssimo Marquinho, substituto do lesionado Wagner Diniz, saiu o segundo, com o bom Ramires, em saída patética de Tiago. Aliás, o único lado bom da expulsão dele é que ele não joga o próximo jogo e aí teremos um goleiro decente.

No intervalo, Tita usou as duas substituições que sobravam, colocando o patético Serginho e o zagueiro André, nos lugares de Alex Teixeira e Edu, que era vaiado incessantemente. A marcação estava recomposta, mas a criação estava limitada a Madson. Após boas chances do Cruzeiro, foi em jogada do nosso mini-craque que saiu o gol. Ele sofreu falta pelo lado direito, cobrou para entrada da área e André, de costas, cabeceou no ângulo de Fábio, marcando logo em sua estréia.

A esperança do empate heróico durou pouco mais de 5 minutos. Guilherme (onde ele deveria estar se tivesse sido expulso?) recebeu aparentemente impedido e partiu sozinho em direção ao gol. Tiago, com a inteligência que lhe é peculiar, fez pênalti e nos deixou sem goleiro. O árbitro (chefe da quadrilha) na maior cara de pau, foi lá e apertou a mão do bandeira, cumprimentando-o pela cumplicidade no crime. O craque Edmundo foi para o gol, em cena inédita na sua carreira.
Guilherme bateu no canto sem chances para o Animal. Daí em diante todo lance do Cruzeiro era perigo, mas Edmundo até que não se saiu mal. Foi até melhor do que Tiago. Final de jogo, 3x1 e mesmo com a derrota, a fera saiu ovacionada, aos gritos de "Ah, é Edmundoo!".

Foi emocionante, vê-lo chorando após esse assalto em nossa casa. Edmundo pra nós será sempre muito mais do que um craque. Será sempre nosso representante no gramado. Não á toa, um dos gritos em sua homenagem diz "Faz mais um gol pra gente ver, Edmundo nós gostamos de você".

Agora são 10 dias de pausa até o jogo contra o Náutico. O elenco vai pra Granja Comary e Tita terá uma mini pré-temporada para conhecer e trabalhar o elenco. Ainda não cabe se desesperar. Enfrentamos ontem um bom time e pouco pode se concluir do jogo, já que em certos momentos jogamos com 9 contra 12. Se não bastassem os excelentes Fabricio, Wagner, Ramires e Guilherme, encarar Cintra foi demais para o Vasco.

Saudações vascaínas à todos!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

DE VOLTA AO G4

Marcelinho Paraíba comemorando seu segundo gol com a camisa rubro-negra
Foto: Agência RBS


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

O Flamengo venceu o Figueirense por 3 a 2, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. O maior clube do mundo retornou ao G4 e está a três pontos do vice-líder Palmeiras.

Marcelinho Paraíba começou a desempenhar o futebol que o consagrou no Brasil e, enfim, apresentou uma atuação digna de camisa 11. Com um passe preciso e um belo gol driblando os zagueiros do Figueira, Marcelinho foi o nome do jogo ao lado do lateral-direito Leonardo Moura. Com um novo estilo moicano, o jogador parece reencontrar a alegria de jogar que o levou a defender a seleção cararinho.

O meio-campo rubro-negro com Ibson (atuando em sua posição original), Kléberson ajudando na marcação e auxiliando na saída de bola e a liberdade de criação do jovem Everton trará grandes benefícios para o Flamengo. Ontem, vimos um time que jogava solto, com triangulações e toques de primeira. Porém como nem tudo são flores, a zaga composta por três jogadores (Jaílton, Ronaldo Angelim e Fábio Luciano) anda com sérios problemas. Caio Júnior de uma forma ou de outra aranja uma vaga para o "insubstituível" Jaílton. Agora o tornou um zagueiro de ofício, que mais atrapalha do que ajuda.

Luizinho atuando na lateral-esquerda parece um triatleta: corre, pedala e nada. Sem contar que deixava um corredor para as investidas do time da casa. Airton entrou no segundo tempo, mas pela primeira vez não teve uma atuação convincente, permitindo o gol de Rafael Coelho no inicio do segundo tempo.

Outro detalhe, como pode criticar o goleiro Bruno pelo primeiro gol sofrido na partida? Impossível defender aquele chute ainda mais com vários jogadores a sua frente impedindo a visibilidade da trajetória da bola. No mais, o arqueiro teve uma atuação segura que não comprometeu a vitória da equipe.

A partida começou com vários chutões, mas quando o Flamengo colocou a bola no chão, a qualidade rubro-negra foi decisiva. Aos 17 minutos, Marcelinho Paraíba cruzou na medida certa para Ronaldo Angelim chutar e abrir o placar. 1 a 0.

O Figueirense partiu pra cima em busca do empate e abriu espaços para o Mengão ampliar aos 40 minutos com Marcelinho Paraíba.

No segundo tempo, Rafael Coelho, logo aos 5 minutos, descontou para o Figueira após driblar o volante Airton e chutar sem chances para o goleiro Bruno. O Figueira cresceu na partida e por pouco não igualou o marcador, mas o Flamengo em uma linda tabela chegou ao terceiro gol com Léo Moura na sobra do goleiro Wilson. Fla 3 a 1.

Num descuido da zaga, nos acréscimos, Tadeu ganhou a jogada do "zagueiro" Jaílton e marcou o segundo. Final de partida: Fla 3 a 2.

O Flamengo soma 40 pontos, está na 4ª colocação e enfrenta na próxima rodada, dia 14, o São Paulo, no Morumbi.

Vamos Flamengo, Vamos Ser Campeões, Vamos Flamengo...



Ficha Técnica: Figueirense 2 x 3 Flamengo

Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis – SC
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira
Cartões Amarelos: Cleiton Xavier, Rafael Coelho, Gomes e Asprilla (Figueirense); Leonardo Moura, Éverton e Jaílton (Flamengo)

Figueirense: Wilson; Ânderson Luís, Bruno Aguiar (Diogo), Asprilla e William Matheus; Gomes, Leandro Carvalho, Cleiton Xavier e Ramon (Jairo); Wellington Amorim (Tadeu) e Rafael Coelho. Técnico: Paulo César Gusmão

Flamengo: Bruno (6.0); Jaílton (5.0), Fábio Luciano (5.5) e Ronaldo Angelim (6.0); Léo Moura (7.0), Ibson (6.5), Luzinho (5.0), Kleberson (5.5) (Airton - 5.0) e Everton (5.5) (Sambueza - 5.5); Marcelinho Paraíba (7.0) e Maxí (6.0) (Vandinho - 6.0). Técnico: Caio Júnior (6.5)

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