FUTEBOL CARIOCA
A EQUIPE DO FC08 DESEJA A TODOS...
UM PRÓSPERO ANO NOVO!!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

LUTA PELA PRIMEIRONA

Bangu empata com a Portuguesa por 1 a 1
Foto: Buda Mendes - FERJ

Aumenta a briga para definir os dois clubes que disputarão a Primeira Divisão do Campeonato Carioca em 2009. A 3ª fase da Segundona composta por dois grupos com quatro times cada (Grupo I: Goytacaz, Tigres do Brasil, Olaria e Nova Iguaçu e Grupo J: Bangu, Portuguesa, CFZ do Rio e Aperibeense) começou nessa quarta-feira à tarde.

O Bangu, melhor time na competicão até agora, apenas empatou com a Portuguesa por 1 a 1, com um gol de penalti de Valdir no minuto final para o Alvirubro, no estádio Moça Bonita, em Bangu. Na outra partida do grupo J, o CFZ jogando em casa foi derrotado pela Aperibeense pelo placar de 3 a 1. No Grupo I, as partidas entre Tigres x Olaria e Goytacaz x Nova Iguaçu terminaram 0 a 0.


No grupo da morte, ou melhor, no Grupo X, O Serrano foi derrotado em casa por 4 a 2 e o Independente venceu o Villa Rio por 2 a 1. Com os resultados, Independente e Serrano disputarão a Terceira Divisão do Campeonato Carioca no próximo ano.


Confira abaixo a classificação dos grupos:

Pela quarta vez no ano, o Sport

Hoje à noite, na Ilha do Retiro, Vasco e Sport fazem o quarto duelo entre as equipes em 2008. Em situação bem diferente na competição, os times botam mais uma vez à prova uma rivalidade que cresceu bastante nesse ano. O Sport vem de duas derrotas, mas conta com a força da sua torcida para alcançar os 3 pontos. A equipe não almeja nada na competição, mas vem fazendo boa campanha. Já o Vasco precisa da vitória para sair da lanterna e da zona de rebaixamento.

Nos três encontros anteriores, a vantagem é do Vasco, de virada. Nas semifinais da Copa do Brasil, uma vitória para cada lado. Em Recife, 2x0 para o Sport, placar devolvido pelo Vasco em São Januário, apesar dos esforços contrários do Sr. Alicio Pena Jr. Nos pênaltis, os pernambucanos acabaram eliminando o cruzmaltino.

Pelo Brasileiro, uma goleada sensacional do Vasco, por 4x0, em uma das melhores atuações da equipe na competição. Um dado curioso dos confrontos entre os rivais em 2008, é que o derrotado em nenhuma ocasião marcou gols. Pelo retrospecto, quem fizer o primeiro hoje tem grandes chances de sair vencedor.

Para o duelo na Ilha, Renato foi cauteloso. Após ser super-ofensivo contra o Figueirense, o treinador optou por escalar três zagueiros e três volantes. Na armação, apenas Alex Teixeira e na frente, Leandro Amaral. Segundo o treinador, um empate pode ser considerado um bom resultado, visto a dificuldade da partida.

Hoje, todos os vascaínos tem um compromisso. Às 22 horas, televisão ligada e corrente positiva pela vitória do Vascão, nesse difícil duelo.


Estádio:
Ademar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro)
Data: 08/10/2008 (quarta-feira)
Hora: 22h (horário de Brasília)

SPORT: Magrão; Igor, César e Durval; Carlinhos Bala, Moacir, Júnior Maranhão, Kássio e Dutra; Roger e Ciro.

VASCO: Roberto; Fernando, Eduardo Luiz e Jorge Luiz; Baiano, Victor, Jonílson, Mateus, Alex Teixeira e Valmir; Leandro Amaral.

Sds vascaínas a todos!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Botafogo: União, Superstição e Fé

Garanta presença e apoie o Botafogo
Montagem: Ricardo Oliveira (FC08)

Torcedores do Glorioso,

É chegada a hora companheiros, o Botafogo deu uma leve crescida no campeonato e se classificou para a próxima fase da Sul-Americana. Teremos mais 10 jogos pelo brasileiro e cada um desses 90 minutos serão de total importância, talvez não para um título, mas sim para uma vaga na
Libertadores. Vamos pensar na situação de nossos rivais, Vasco e Flu lutando desesperadamente para sair da degola, enquanto o Glorioso tenta almejar uma tragetória de time grande que ele é e nunca deixará de ser.

Já que somos supersticiosos, lanço aqui uma proposta que pode nos devolver os tempos de glória, vamos nos uniformizar. Mas não só com as cores da camisa do fogão, mas também com nossas manias, cada um com a sua. Assistir ao jogo sentado no chão da sala, usar a camisa ao contrário, entrar de lado na roleta do Engenhão e etc... Essa atitude poderia passar também para nossa diretoria, vamos chegar de ônibus e entrar de marcha ré, como o time fazia nos tempos de mané e companhia.

Ficamos sim, 21 anos sem ganhar um campeonato se quer, nossa sala de troféu ficou cheia de teia de aranha, falo isso sem vergonha alguma, pois isso fez parte da nossa história e mesmo assim, essa torcida apaixonada não deixou de ir ao Maracanã, então vamos pegar de exemplo e apoiar. Anote aí naquela sua agenda cara que você comprou só porque tinha o escudo do Bota na capa, mas nunca usou. Dia 09 de Outubro, às 20h 30min, no Engenhão, Botafogo e Vitória. Vá ao local de venda e tenha certeza de que esse dinheiro será bem empregado. Não pare de cantar, pular e vibrar, nunca esquecendo das superstições. Resgate aquela camisa que você usou na final do carioca de 89 e vista como se fosse a última moda.

Nós temos que voltar a acreditar que é possível, temos que voltar a nos acostumar com títulos. Sim, tudo é mais difícil para o Botafogo e existem coisas que só acontecem a nós, mas porque essa frase é tão negativa? Você já ouviu alguém dizer em uma grande conquista ou uma grande vitória? Aposto que não. Todo botafoguense tem uma experiência em relação ao futebol acima de qualquer outro torcedor, em um ano de Botafogo, acontecem coisas que em outro time demoraria cinco anos para acontecer, ou então nunca acontecem. Que outro time teve, por exemplo, seu jogador arrastado pelo policiamento para o meio da torcida adversária? e nesse mesmo jogo, viu seu presidente invadir o campo para tentar impedir o feito? Algum mero torcedor já viu seu time ser campeão com a camisa emprestada de um time do local, pois não tinha levado uniforme reserva? (Taça Teresa Herrera, 1996, jogando com a camisa do La Coruña) Essa "troca" de camisas aconteceu outras quatro vezes na história.

É hora de acreditar, só espero olhar para as arquibancadas do Engenhão na próxima partida e não ver sequer uma cadeira desocupada. Vamos esquecer o cai-cai do Wellington Paulista, as jogadas manjadas do Lúcio Flávio, os pontos entregues no final do jogo e chegar junto rumo á Libertadores de 2009, depois nada melhor do que cantar aquela musiquinha: "Ihhh... Libertadores qualquer dia "tamo" aí !"

Saudações Alvinegras. Se a matemática diz que é possível, o Botafogo vai buscar.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

TÁ ANIMADO

Presidente se prepara para o hexacampeonato
Montagem: Renan de Moura

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Quanta confiança esbanja o presidente do Flamengo, Márcio Braga. Após destruir o elenco formado para a disputa da Libertadores e do Campeonato Brasileiro e ver novamente a crescente da equipe no segundo turno com chances de conquistar o hexacampeonato, o cartola solta uma pérola afirmando que o Mengão será campeão. Esse tipo de depoimento deve ser feito apenas pelos torcedores, mas jamais por dirigente, jogador, comissão técnica ou funcionário do clube. Todos sabem que qualquer declaração na Gávea é motivo de notícia e dessa forma, o Flamengo dá armas para os adversários.

A derrota para o América-MEX, no Maracanã, parece já ser passado para o presidente. Se não fosse a soberba naquela partida, talvez teríamos ganho o bicampeonato sul-americano e uma vaga no Mundial Interclubes. O cartola é famoso pelas suas declarações. Quem não lembra o Márcio Braga afirmando não conhecer o argentino Tevez? O “La Pergunta” comandou a vitória do Corinthians em cima do Fla, no estádio Luso-Brasileiro, e teve que agüentar a ironia do Hermano após o jogo.

Márcio Braga calado é um poeta. É melhor ele cuidar da administração do clube, das pendências financeiras e pensar, antes de explanar, do que soltar declarações dessas sem absoluta certeza. Tomara que ele esteja certo, mas enfim, a humildade é a chave para o sucesso.

VIDEOBLOG - MÁRCIO BRAGA CANTANDO O HINO DO RIVAL. QUE VACILO!

Respeitem essa camisa e essa torcida que vocês representam!

Tiago, Roberto e Rafael;
Wagner Diniz, Baiano, Marquinho e Eduardo Santos;
Edu e Valmir;
Eduardo Luiz, Jorge Luiz, Fernando, André, Odvan, Anderson, Vilson e João Paulo;
Jonílson, Byro, Rodrigo Antônio, Victor, Johnny, Mateus, Serginho, Souza, Leandro Bomfim, Ernane, Fábio, Alex Teixeira, Gallo, Rafael, Madson e Pedrinho;
Edmundo, Leandro Amaral, Alan Kardec, Abubakar, Pinilla e Éder.

Sempre que entrarem no vestiário e se depararem com a camisa do Vasco, olhem bem para aquela cruz de malta e as oito estrelas postadas sobre ela. Lembrem-se que cada uma delas, representa uma grande conquista, conquistada com gols, categoria, vontade e garra. Tivemos grandes ídolos, artilheiros e craques. Roberto Dinamite, Romário, Edmundo, Juninho Pernambucano e etc. Mas também tivemos guerreiros como Odvan, Luisinho, Nasa, Bellini entre outros. Cada um deles, a seu modo, encheu de orgulho toda uma torcida, um povo, uma nação.

Quando botarem os pés em São Januário, olhem para o pequeno torcedor que os admira nos treinos. Ou para aqueles idosos, que há décadas frequentam as cadeiras e arquibancadas da Colina. Quando olharem 20.000 pessoas debaixo de chuva, pensem no sacrifício que cada uma fez para ali estar. Pensem que pra muitos, o dinheiro do ingresso pode ter custado um almoço.
Pensem no ônibus lotado, velho e quente que a maioria enfrentou. Pensem naqueles que sofreram com a truculência da polícia, como o jovem deficiente que apanhou sem nada ter feito neste sábado. Pensem que pra muitos torcedores, o futebol é a única oportunidade de uma alegria após uma semana sofrida.

Não exigimos vitórias ou goleadas. Viveremos pra ver títulos, vitórias e derrotas. Nascemos Vasco e seremos vascaínos para todo o sempre. Sabemos que o esporte traz alegrias e decepções e justamente por isso desperta paixões. Só pedimos respeito. Respeito com essa instituição de 110 anos, com tantas glórias e tradições. Respeito com um povo que com o time na lanterna e debaixo de chuva, lota seu estádio.

Duas imagens do elenco, ocorridas sábado, não sairão tão cedo de minha memória. Infelizmente. A primeira foi a dos jogadores no ônibus. Quando entravam no estádio, torcedores dos dois lados da calçada, cantavam e apoiavam, mostrando confiança e esperança nesse grupo. O olhar dos atletas, com desprezo e nojo (exceção de Roberto e Madson), já era o prenúncio de uma noite triste. Durante o primeiro tempo, com o jogo 1x0 para o adversário, o jovem Alex Teixeira perdeu a bola no ataque e colocou as mãos na cintura, deixando seus companheiros marcarem sem ele. Poderia citar outras, mas erros técnicos, como eu disse, acontecem. Só o que pedimos é dedicação e respeito.

Sds vascaínas a todos!

sábado, 4 de outubro de 2008

TIME DE CABRA-MACHO

Léo Moura e Marcelinho Paraíba comemoram o primeiro gol
Foto: FlamengoRJ


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Ô time porreta! O Flamengo entrou em campo com a obrigação de vencer o Náutico, continuar na briga pelo título e retornar ao G4, pois o São Paulo ganhara do Ipatinga por 3 a 1, hoje a tarde. E a equipe do treinador Caio Júnior apoiada pela maciça torcida rubro-negra presente no estádio dos Aflitos, venceu o Timbu por 2 a 0, gols de Marcelinho Paraíba e Léo Moura.

O péssimo gramado dos Aflitos que mais parece um pasto para a criação de caprinos atrapalhou o bom futebol no primeiro tempo. O Náutico fez treinos secretos durante a semana e veio com mudanças no esquema tático, mas não soube conter a vontade do time cabra-macho que com apenas 15 minutos marcou o primeiro gol com Marcelinho Paraíba, após o goleiro Eduardo derrubar o atacante Vandinho dentro da área. O nordestino da Gávea soltou a bomba e marcou. 1 a 0.

Aos 22, Vandinho teve a chance de ampliar. O atacante driblou o goleiro, mas finalizou fraco para o gol. Aos 25, Léo Moura tocou para o parceiro de posição Juan, que chutou cruzado, porém a bola foi pela linha de fundo.

Jogando de forma alucinógena, com a chegada dos meio-campistas Kléberson e Ibson e as investidas dos laterais, o Flamengo começou a poupar fôlego para o segundo tempo e quase sofreu o empate com Clodoaldo aos 46, mas Bruno defendeu o chute em dois tempos.

No intervalo, o “Harry Potter” colocou a cartola para funcionar e alertou que o Náutico voltaria com mudanças: “Ele (Roberto Fernandes) deve mexer, pois estão perdendo principalmente o meio-campo”, disse o treinador. Dito e feito. Kuki e Valdeir saíram para a entrada de Felipe e Derlei, respectivamente.

O Flamengo voltou com a mesma equipe e começou pressionado pelo Timbu. Logo aos dez minutos, Felipe teve a chance de empatar, mas a bola passou tirando tinta da trave. Jogando no contra-ataque, o Mengão não conseguia apresentar o bom futebol da primeira etapa. O Náutico fugindo da zona de rebaixamento, atacava incessantemente, mas pecava nas finalizações. Aos 16, Derlei ficou frente a frente com Bruno, mas isolou o chute.

A partir daí, o técnico Caio Júnior começou a mexer na equipe e pra variar de forma errada. Marcelinho Paraíba e Toró que estavam bem na partida foram sacados para a entrada de Obina e Airton. O time da casa chegava com facilidade, mas o nervosismo atrapalhava a conclusão a gol. Aos 29, Alessandro chutou forte e a bola raspou o travessão de Bruno.

Cinco minutos depois, Fierro entrou na vaga do pentacampeão Kléberson. E foi dos pés do chileno o passe para o gol de Léo Moura aos 43 minutos. O goleiro Eduardo nada pôde fazer no petardo do lateral rubro-negro.

Sem balançar as redes desde o jogo contra o Internacional, no Beira-Rio, o xodó Obina tentou marcar um gol épico de bicicleta aos 45, entretanto, o pneu da bicicleta do Anjo Negro estava furado. O atacante caiu sentado no gramado. Deprimente.

O árbitro paulistano Sálvio Spindola ainda marcou um pênalti inexistente para o Náutico nos acréscimos. O atacante Felipe fez a famosa paradinha, porém o goleiro Bruno se agigantou e o jogador do Timbu chutou para fora a chance de diminuir o placar.

Agora, o Flamengo soma 49 pontos, está na 4ª colocação, quatro pontos atrás do líder Palmeiras. Na próxima rodada, o Mengão enfrenta o Atlético-MG, no Maracanã. É hora de lotar o Maior do Mundo novamente. Enquanto isso em são Januário...

FICHA TÉCNICA:NÁUTICO 0 X 2 FLAMENGO

Estádio: Aflitos, Recife (PE)
Data/hora: 04/10/2008 - 18h20 (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes (Fifa-SP)
Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Milton Otaviano dos Santos (Fifa-RN)

Renda/público: R$ 130.345,00 / 18.001 pagantes
Cartões amarelos: Eduardo, Valdeir, Clodoaldo, Vagner (NAU), Juan, Bruno, Vandinho e Fábio Luciano (FLA)

NÁUTICO: Eduardo, Ruy, Vágner, Everaldo e Alessandro; Hamilton, Paulo Santos (William), Adriano e Valdeir (Derley); Clodoaldo e Kuki (Felipe). Técnico: Roberto Fernandes.

FLAMENGO: Bruno (7.5), Leonardo Moura (7.5), Fábio Luciano (6.5), Ronaldo Angelim (6.5) e Juan (6.5), Jaílton (6.5), Toró (6.5) (Aírton - 5.5), Kleberson (6.0) (Fierro - 5.5) e Ibson (6.0); Marcelinho Paraíba (7.5) (Obina - 5.0) e Vandinho (6.0). Técnico: Caio Júnior (6.5).

VIDEOBLOG - VEJA OS GOLS DO FLA

Sem criação, Bota perde

André Luís disputa bola pelo Botafogo
Foto: Estado
Torcedores do Glorioso,

Não quero tirar os méritos do Grêmio, mas o Botafogo não mereceu perder no jogo de hoje. Teve maior posse de bola e mostrou que realmente está de volta a boa fase. Novamente chamo atenção ao Carlos Alberto, com seu novo visual de cabelo alvinegro, o camisa 19 fez mais uma partida impecável. O estreante Douglas e o zagueiro Réver marcaram para o Grêmio e Renato Silva descontou para o Bota.

Com alguns desfalques, Ney Franco inovou escalando Carlos Alberto ao lado de Jorge Henrique no ataque, como volante ele colocou Leandro Guerreiro deslocando Diguinho para atuar ao lado de Lúcio Flávio. O Bota começou um pouco recuado na partida, talvez sentindo a pressão da torcida tricolor que fez barulho o jogo todo. Aos 14 minutos o meio-campo Douglas saiu de dois marcadores e chutou de três dedos surpreendendo Castillo, mas a bola foi pela linha de fundo.

Embora tivesse mais tempo com a bola, o Botafogo não encontrava os espaços para criar as jogadas, as únicas oportunidades eram quando Carlos Alberto voltava para buscar jogo, enquanto Lúcio Flávio esteve apagado. No primeiro lance de eficiência do camisa 10, ele cobrou a falta na cabeça de Jorge Henrique que desviou no primeiro pau e a bola sobrou livre para Renato Silva empurrar para o fundo do gol. Botafogo 1 a 0.

E não tinha dado nem tempo para sentir o gostinho dos três pontos quando o Grêmio empatou. O jovem e habilidoso Douglas chutou de fora da área, a bola desviou em André Luís e tirou as chances de defesa de Castillo. Empate no Olímpico. Pouco tempo depois o lance principal do primeiro tempo. Jorge Henrique levou uma cotovelada do zagueiro Léo e o árbitro Héber Roberto Lopes, talvez temendo a torcida do Grêmio, expulsou os dois jogadores. Até agora eu não entendi o critério para a expulsão do jogador alvinegro.

O Botafogo voltou para o segundo tempo com duas alterações, Renan em lugar de Castillo (machucado) e Zárate em lugar de Leandro Guerreiro, para suprir a falta de um atacante. O Bota seguia incomodando no ataque e na (re) estréia de Leandro Zárate, o camisa 18 mostrou que não é mais aquele que jogou contra o Náutico, teve, inclusive, boas oportunidades para marcar.

O Grêmio teve a primeira grande chance, com Felipe Mattioni, mas Renan fez bela defesa mostrando que quer uma vaga de titular. O tricolor gaúcho achou seu gol aos 18 minutos, em cobrança de escanteio o zagueiro Réver foi mais alto que a defesa e cabeceou preciso sem chances para Renan. Grêmio 2 a 1.

O Botafogo tentou seguir a frente buscando seu gol enquanto o tricolor parecia contente com o resultdo. Em um lance de Triguinho pelo lado esquerdo, a bola ficou com Zárate que virou bonito de pé direito e o goleiro Victor encaixou bem a defesa. Pouco depois, Carlos Alberto foi derrubado na entrada da área e Héber Roberto Lopes não deu nada. O jogo foi se arrastando até o final com o Glorioso em desvantagem. A próxima partida será contra o Vitória, no Engenhão.

GRÊMIO 2 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Olímpico, Porto Alegre (RS)
Data/hora: 04/10/2008 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Auxiliares: Ivo Carlos Bohnm (PR) e Carlos Berckenbrock
Renda/público: R$ 631.375 / 33.740 pagantes
Cartões amarelos: William Magrão e Morales (GRE); Triguinho, Carlos Alberto e Zárate (BOT)
Cartões vermelhos: Léo (44'/1ºT) e Jorge Henrique (44'/1ºT)
GOLS: Renato Silva, 30'/1ºT (0-1); Douglas Costa, 32'/1ºT (1-1); Réver, 18'/2ºT (2-1)

GRÊMIO: Victor; Leo, Réver e Thiego; Felipe Mattioni, Rafael Carioca, William Magrão, Douglas Costa (Makelele, 24'/2ºT) e Hélder; Soares (Marcel, 35'/2ºT) e Richard Morales (Reinaldo, 31'/2ºT) - Técnico: Celso Roth

BOTAFOGO: Castillo (Renan, intervalo), Alessandro, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho (Gil, 22'/2ºT); Leandro Guerreiro (Zárate, intervalo), Túlio, Diguinho e Lucio Flavio; Carlos Alberto e Wellington Paulista - Técnico: Ney Franco

MANDARAM BEM: Carlos Alberto, Diguinho, Castillo e Renan
MANDARAM MAL: Lúcio Flávio, Túlio e Gil

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

VITÓRIA

Após a cobrança a torcida terá que fazer sua parte na arquibancada
Alexandre Cassiano - O Globo
Por Diego Louzada

Essa é a palavra. Não pode haver outra no vocabulário do vascaíno amanhã. Seja apertada ou de goleada. Com gol chorado ou gol de placa. De virada ou de lavada. Não importa como, mas ela tem que vir. É a hora de deixar todo o pessimismo em casa e partir confiante para São Januário. Quem não acreditar 110% na vitória é melhor nem botar os pés na Colina.

Hoje, andando pela rua, vi diversas demonstrações de amor ao Vasco. Camisas, bandeiras nas janelas e adesivos nos carros aos montes. Nem parece que o time briga pra não cair. Esse é o espírito que todos temos que ter. Vamos vencer e vamos sair da zona de rebaixamento.

O ingresso está barato, só R$ 10,00 arquibancada, e é obrigação de todo vascaíno que more no Rio estar no Caldeirão. Gente que há muito não ia a jogos já me disse que vai. Até o governador do Estado, Sérgio Cabral Filho estará presente.

PS: não faz mais que a obrigação, já que a coisa mais importante do Rio é o Vasco!

O adversário vêm mal na tabela, também brigando na parte de baixo. Sem vitória há vários jogos, vai querer vencer a todo custo. Precisamos ser ofensivos, como no texto à baixo, mas sem descuidar da marcação.

Com a vitória, passaremos o Figueirense e se tudo correr normalmente na rodada, sairemos da zona, pra nunca mais voltar. Sábado é dia de caldeirão lotado, com bandeiras, apitos e tudo mais que o Vasco merece. Milhares de ingressos já foram vendidos e amanhã vou madrugar pra garantir o meu. Não perco esse jogo por nada, até porque o Vasco também não vai perder.

* Texto resumido em virtude da imensa falta de tempo. desculpas a todos...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Fluminense abaixo de zero...

Renê Simões é o novo técnico do Flu: a espea de um milagre
Foto: Agência/Reuters


Caros amigos tricolores,

Começo este post dizendo algo: a coisa está feia!!! O ano de 2008 definitivamente deve ser esquecido pela torcida tricolor, que foi da esperança a tristeza, com a perda da Libertadores e agora com um pífio campeonato brasileiro, no qual um ex-treinador disse que o time iria brincar.

Realmente o tme está brincando, mas com a paciência dos torcedores. Creio que todos já falaram isso, mas não custa nada repetir: faltou planejamento da diretoria tricolor, que não preparou o elenco para o segundo semestre e principalmente, para uma possível (e foi o que aconteceu) perda libertadores. Deixamos jogadores importantes saírem (Gabriel, Cícero, Thiago Neves) e trouxemos outros também "no mesmo nível", como Eduardo Ratinho e Everton Santos e o nosso bravo Ciel. Parece qeu a diretoria tricolor já está pensando na Série B do ano que vem, pois trouxe jogadores que conhecem bem como disputar, e para completar, trouxeram o técnico René Simões, ex-técnico da seleção jamaicana, e que no ano passado foi campeão da Série B com o Coritiba. Lógico, como tricolor, torço para que Simões consiga um milagre nos últimos dez jogos restantes, desejo boa sorte, mas começo a ter certeza de que realmente o pensamento da nossa "grande diretoria" já está no acesso para a Série A do ano que vem.

CTRL + ALT + DEL no América de Cali

Em grande fase, Calos Alberto deixou sua marca
Foto: Agência o globo

Torcedores do Glorioso,

Quanta diferença! O Botafogo recebeu os colombianos do América de Cali no Engenhão e nem tomou conhecimento, nem me fez lembrar daquele "outro" Botafogo de dias atrás, só os jogadores eram os mesmos, pois o futebol foi digno de uma competição internacional. O Glorioso venceu por 3 a 1, com dois de Wellington Paulista (que volte a fase boa) e um golaço de Carlos Alberto. Vélez diminuiu para os visitantes. O Bota aguarda o vencedor de Arsenal de Sarandí e Estudiantes, ambos da Argentina, na próxima fase da competição.

O jogo começou morno, o Botafogo sabia da responsabilidade que tinha e partiu para cima logo nos primeiros minutos. A forte marcação do América dificultava as investidas do glorioso que caia quase sempre pelo lado direito nas tentativas com Alessandro e Lúcio Flávio. Lá na defesa a dupla Renato Silva e André Luís só tinham trabalho de dar chutão para frente.

O nervosismo já era evidente, já passavam dos 20 minutos e o placar ainda estava em branco e o Botafogo, que não é um time de chutar bolas de fora da área, acabou fazendo desta sua principal arma devido a dificuldade de superar a marcação. Aos 32 o Bota conseguiu o primeiro, Diguinho ganhou na raça de quatro jogadores adversários, esperou o momento certo e colocou na medida para Wellington Paulista, o camisa 9 bateu de pé esquerdo, a bola pegou no joelho direito e tomou o rumo da meta de Berbia. 1 a 0 Glorioso.

Mesmo ainda estando melhor no jogo, o Botafogo não demonstrava a gana de marcar como nos 30 minutos iniciais e ainda levou um susto. Aos 46 minutos o América de Cali fez uma troca de passes envolvente, a bola ficou limpa para o artilheiro Cortés que colocou a redonda lá na estação de metrô. O primeiro tempo terminou com o Bota em vantagem.

Veio o segundo tempo e Ney Franco deixou todo o time que saiu vitorioso na primeira etapa em campo. E o fogão nem demorou a fazer o primeiro, aos cinco minutos, Jorge Henrique tabelou de cabeça com Wellington Paulista e fez o passe para Carlos Alberto acertar uma bicicleta no cantinho, sem chances para Berbia. Na comemoração o camisa 19 imitou Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo. Era tudo que o Botafogo queria, uma vantagem "segura". 2 a 0.

Pela primeira vez nos dois confrontos, o Bota tinha o resultado favorável em termos de classificação e mesmo assim mostrou raça para construir a jogada do terceiro gol. Alessandro ganhou espaço e cruzou para Wellington Paulisa escorar de direita e sair para comemrar aos 11 minutos. Botafogo 3 a 0.

A situação ficou complicada para o América que tinha que tentar jogar "água no chopp" da equipe de General Severiano com mais dois gols. E a reação não demorou muito, quando Ney Franco preparava-se para colocar Fábio em lugar de Wellington Paulista que estava sendo caçado em campo, o lateral Vélez entrou na área driblando a defesa do Botafogo e bateu preciso na saída de Castillo. 3 a 1.

A torcida que gerava um frisson no estádio começou a temer pela primeira vez a classificação e esse sentimento ficou ainda mais forte quando Cortés colocou a bola no cantinho e Castillo com a ponta dos dedos segurou o resultado. Logo depois Jorge Henrique acertou o travessão e chamou a torcida de volta ao jogo. O América ainda teve oportunidades claras de marcar e esses foram os 10 mais longos minutos da história do Botafogo, mas quando o juíz apitou o término do jogo a alegria tomou conta do Engenhão.

BOTAFOGO 3 X 1 AMÉRICA DE CÁLI (COL)

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 01/10/2008 - 22h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Chandía (CHI)
Auxiliares: Lorenzo Acuña (CHI) e Sergio Román (CHI)
Renda/público: R$ 48.737,00 / 10.864 pagantes
Cartões amarelos: Wellington Paulista e André Luís (BOT)
GOLS: Wellington Paulista, 32'/1ºT (1-0); Carlos Alberto, 5'/2ºT (2-0); Wellington Paulista, 11'/2ºT (3-0); Vélez, 31'/2ºT (3-1)
BOTAFOGO: Castillo, Alessandro, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho (Zé Carlos, 36'/2ºT); Diguinho (Leandro Guerreiro, 45'/2ºT), Túlio, Lucio Flavio e Carlos Alberto; Jorge Henrique e Wellington Paulista (Fábio, 39'/2ºT) - Técnico: Ney Franco

AMÉRICA DE CÁLI: Berbia; Vélez, Valdés, Tavima e Armero; Valencia, Córdoba, Otálvaro (Arango, 36'/2ºT) e Cortés; Parra (Moreno, 28'/2ºT) e Ramos - Técnico: Diego Umaña

MANDARAM BEM: Carlos Alberto, Wellington Paulista, Diguinho e Castillo
MANDARAM MAL: Triguinho e Fábio

VIDEOBLOG - Melhores Momentos e declaração de Ney Franco