A EQUIPE DO FC08 DESEJA A TODOS...
UM PRÓSPERO ANO NOVO!!

domingo, 30 de março de 2008

1, 2, 3 e o Flu já é freguês !!


Wellington Paulista comemora mais um gol em clássico.
Foto: Globoesporte.com
Torcedores do Glorioso,

O Botafogo foi até o Maracanã para encarar o seu quinto clássico no ano, contra o Fluminense, o adversário veio com os reserva dizendo que pouparia os titulares para a disputa da Libertadores, mas esse time reserva acabou servindo como desculpa para mais uma derrota do Flu para o Botafogo, mas eles não haviam goleado o time reserva do Flamengo? Bem, é melhor deixar para lá toda essa confusão e falar de mais uma vitória gloriosa na Taça Rio.

O jogo começou lento, os dois times se estudavam muito, o fogão era superior e chegava mais ao ataque, numa oportunidade, aos nove minutos, Fábio entrou na área driblando e chutou cruzado para fora. As oportunidades eram escassas, as torcidas estavam em silêncio e o tempo demorava a passar.

Quase ao término da primeira etapa, Lúcio Flávio cobrou falta e a bola tocou na rede pelo lado de fora, alguns torcedores chegaram a comemorar o gol. O Botafogo jogava da mesma maneira que contra o Cardoso Moreira, dominava, chegava e a finalização não saía. Para alegria de todos, o primeiro tempo terminou.

O segundo tempo começou e junto com ele a movimentação do placar, com um minuto, Fábio arrancou pelo lado direito e cruzou rasteiro para Wellington Paulista, que chutou no canto esquerdo de Fernando Henrique, abrindo o placar para o Botafogo.

Logo cedo com a vantagem, o fogão seguia superior ao Fluminense que pouco criava e tinha grande postura defensiva. Aos 18 minutos, Fábio driblou Gustavo Nery e foi derrubado, pênalti, Lúcio Flávio cobrou e ampliou a vantagem.

O glorioso se acomodou com a vantagem, recuou, distribuía passes curtos e o ataque tricolor passou a levar perigo para Castillo, até que aos 25, o Flu descontou, Maurício chutou da entrada da área, a bola pegou na trave e Allan, que havia acabado de entrar, fez o único gol do Fluminense no clássico.

O gol deu ânimo aos tricolores que passaram a buscar o ataque, mas quem chegou com perigo foi o Botafogo, Lúcio Flávio tocou para Triguinho que perdeu um gol cara a cara com Fernando Henrique, porém, poucos minutos depois, o fogão fechou o jogo, Índio cruzou para Jorge Henrique chutar, a bola ainda pegou no travessão e ultrapassou a linha. Final, Botafogo 3 a 1.

FLUMINENSE 1 x 3 BOTAFOGO

Gols: Wellington Paulista (1m/2ºt), Lúcio Flávio (18m/2ºt), Allan (25m/2ºt) e Jorge Henrique (46m/2ºt).
Cartões amarelos: Andre Luis, Renato Silva (Botafogo); Fabinho, Romeu, Roger (Fluminense)Árbitro: William de Souza Nery (RJ)
Auxiliares: Vinícius da Vitória Nascimento (RJ) e Francisco Pereira de Sousa (RJ)
Data: 30/03/2008
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 14.649 pagantes / Renda: R$ 184.523,00

BOTAFOGO: Castillo, Abedi (Índio), Renato Silva, Andre Luis, Triguinho, Diguinho,Túlio Souza (Eduardo), Lucio Flavio, Jorge Henrique, Wellington Paulista e Fábio (Wellington Junior). Téc: Cuca.

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Rafael (Carlinhos), Anderson, Roger, Gustavo Nery, Fabinho (Allan), Maurício, Romeu, David (Marinho), Tartá e Maicon. Téc: Renato Gaúcho.

A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE, MAS...

América empata com o Mesquita e avista a segundona do carioca

O América ficou em situação complicadíssima no Campeonato Carioca com o empate em casa contra o Mesquia por 1 a 1. Ambas as equipes lutam por um só objetivo que é a permanência na 1ª divisão. Para o Diabo há esperança, só que muito remota, pois o time necessita de uma vitória e depende de resultados para não escrever um capítulo negro em sua gloriosa história.

A torcida Alvirubra compareceu (1.000 pessoas) no estádio de Edson Passos para apoiar o clube e tirar o Mecão da lanterna do campeonato faltando apenas mais uma rodada.

Os gols saíram no segundo tempo. Fábio Augusto abriu o placar para o América, entretanto, Gilcimar empatou a partida. Nos minutos finais, dois jogadores do Mesquita foram expulsos, mas o Mecão na pressão não conseguiu o gol da vitória, deixando a torcida inconsolada na arquibancada.

Tanto na Taça Guanabara quanto na Taça Rio, o Alvirubro soma sete pontos. O Tubarão da Baixada tem 9 pontos, assim como o Cardoso Moreira que leva a melhor no critério de desempate. Na oitava e última rodada, que será disputada no próximo fim de semana, a disputa será árdua. Friburguense x América, Resende x Cardoso Moreira e Mesquita x Duque de Caxias definem quais as duas equipes que disputarão a segunda divisão em 2009.

América unido vencerás!

FICHA TÉCNICA: AMÉRICA 1X1 MESQUITA


Local: Estádio Giullite Coutinho, Édson Passos (RJ); Data/hora: 30/03 - 18h10min; Árbitro: Marcelo de Lima Henrique; Auxiliares: Vilmar Raul e Ronaldo Antonio Verdiano; Cartões amarelos: Werley, Fábio Augusto e Fernandão (AFC) – Vinícius, Vagner Eugênio, Gaúcho e Gilcimar (MES); Cartões vermelhos: Vinícius e Gaúcho (MES)

AMÉRICA: Paulo Victor; Carlinhos, Werley, Zé Carlos, Messias; Bruno Carvalho, Rodrigo, Fábio Augusto (Cléberson), Neném (Osmar); Magno (Marco Brito) e Fernandão. Técnico: Gaúcho.

MESQUITA: Diogo Silva; Vinícius, Vagner Eugênio, Juan; Édson, Índio, Gaúcho, Bruno Suzano (Renatinho), Wallace Monteiro (Bruno Carvalho); Leandro Netto (Fábio Costa) e Gilcimar. Técnico: Rubens Filho.

sábado, 29 de março de 2008

Fla tropeça, mas garante a vaga

Maxi tenta alcançar a bola tendo um adversário a sua cola
Foto: Globoesporte.com

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Não foi da maneira que o torcedor esperava. Sem jogar bem, o Flamengo empatou por 0 a 0 com o Madureira, neste sábado, no Maracanã e garantiu vaga nas semifinais da Taça Rio.

A igualdade na partida pôs fim a uma seqüência de dez vitórias do Rubro-Negro sobre os times considerados pequenos. Na estréia do seu terceiro uniforme, o time não teve sorte. Foram duas bolas no travessão do rival (assista aos melhores momentos do jogo no vídeo ao lado).

O Fla ocupa a vice-liderança no Grupo A, com 16 pontos, e não pode mais ser alcançado pelo Caxias. Na última rodada, com o time reserva, enfrenta o Vasco. Mesmo com a vaga, a torcida não aceitou o tropeço e vaiou a equipe no fim do jogo.

- O importante foi a classificação. O Madureira entrou para empatar e conseguiu - diz o zagueiro Ronaldo Angelim.

Por outro lado, o Madureira volta suas atenções a para a Copa do Brasil quando enfrenta o Juventude, quarta-feira, em Edson Passos. No Campeonato Carioca, o Tricolor suburbano fica com dez pontos no Grupo B e sem chance de classificação.

Desta vez, o ponto de interrogação sobre o Flamengo não foi na escalação. Até momentos antes de o jogo começar, o time não sabia qual uniforme utilizaria. Por erro do fornecedor, o clube só recebeu no sábado o número 2 para prensar na terceira camisa, uma homenagem ao remo.
Com o problema solucionado, o Rubro-Negro entrou em campo de roupa nova, mas preguiçoso. Em ritmo lento e prejudicado pelo forte sol, somente aos 24 minutos teve a primeira boa chance. Leo Moura cruzou da direita e o pequenino Maxi cabeceou para Renan defender. Um minuto depois, Juan arrancou do meio-campo e finalizou de fora da área. Novamente o goleiro do Madureira apareceu bem.
Ao contrário do que prometera na véspera, o técnico do Tricolor suburbano, Carlos Tozzi, não colocou em campo um time reseva. Mas nem os titulares assustaram muito no primeiro tempo.
A vaia dos poucos torcedores que estiveram no Maracanã ao fim da primeira etapa demonstraram bem o baixo nível técnico do jogo.

O Flamengo retornou ao campo sob os gritos de "queremos raça". E foi o que Cristian demonstrou aos três minutos quando roubou a bola na defesa e iniciou a jogada que terminou em um cruzamento de letra de Leo Moura e na cabeçada de Marcinho no travessão.

Aos 11 minutos, novamente o travessão salvou o Madureira. Maxi cruzou, a bola tocou na trave e sobrou para Juan, com o gol aberto, chutar por cima do travessão e perder uma chance incrível.

No contragolpe, o time tricolor quase surpreendeu. Wagner arriscou e a bola passou sobre a baliza de Bruno. A partida ficou praticamente um treino de ataque contra defesa. Mas a barreira do Madureira segurou bem o Fla. Apenas aos 33 minutos Obina cabeceou com perigo. Logo na seqüência, Douglas chutou rasteiro e quase surpreendeu Bruno.

Aos 38 minutos, Diego Tardelli entrou pela ponta esquerda, mas chutou em cima de Renan. O mesmo Tardelli teve a chance do gol da vitória aos 45 minutos, mas chutou para fora.


Ficha da partida : FLAMENGO 0 x 0 MADUREIRA

Flamengo: Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim, Juan, Cristian, Ibson, (Toró), Kleberson, Renato Augusto, (Diego Tardelli), Marcinho, Maxi, (Obina). T: Joel Santana

Madureira: Renan, Paulo Cesar, Marcílio, Jordan, Tiago, (China), Wagner, Douglas, Amaral, (Júnior Negão), Everton, Chrys, (Doriva), Milson Santos. T: Carlos Tozzi

Cartões amarelos: Everton (M), Wagner (M)
Árbitro: José Alexandre Lima
Auxiliares: Dilbert Pedrosa e Ediney
Público: 11.536 pagantes (12.812 presentes)
Renda: R$ 124.169,50

Fonte: Globoesporte.com

Obs: O jogo foi tão ruim que nem quis comentar nada!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Do fundo do baú: Flamengo 6 x 1 Fluminense (RJ) (1955)

No dia 17 de Dezembro de 1955, num sábado, Flamengo e Fluminense se enfrentaram no Maracanã pelo 2º Turno do Campeonato carioca saindo vencedor os flamenguistas com uma goleada de 6 tentos a 1. Nesse ano o C.R.do Flamengo tornou-se tri-campeão estadual.

Artilheiros do Campeonato carioca
Paulinho (FLA)........ 23 gols
Waldo (FLU)............18 gols
Hílton (BAN)...........17 gols
Pinga (VAS)............17 gols
Leônidas (AME)........ 16 gols
Léo (OLA)............. 16 gols
O Jogo

FLAMENGO(RJ) 6 X 1 FLUMINENSE(RJ)
Data: 17/12/1955
Campeonato carioca
Local: Maracanã
Juiz: Harry Davis
Gols: Didi; Joel, Dida(2), Paulinho(3)
Flamengo: Aníbal, Servillo e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho, Índio, Dida e Zagalo / Técnico: Fleitas Solich
Fluminense: Veludo, Bené e Pinheiro; Vitor, Clóvis e Bassu; Telê, Didi, Valdo, Robson e Escurinho.

O Craque: Dida


Edvaldo Alves de Santa Rosa nasceu em Maceió (AL) em 26 de Março de 1934 e faleceu no Rio de Janeiro em 17 de Setembro de 2002 no Hospital Miguel Couto, na Gávea (Zona Sul do Rio), próximo ao estádio do Flamengo, clube do qual se tornou um dos maiores ídolos, vítima de insuficiência hepática e respiratória.Dida foi adquirido pelo rubro-negro junto ao CSA em 1954 com 20 anos de idade onde, foi campeão em 1952 e artilheiro estadual com 9 gols.

A contrataçăo do craque foi bastante curiosa, posto ter sido indicada pelos integrantes do time de vôlei do Flamengo. Numa excursăo ao Nordeste, os jogadores de vôlei da equipe carioca tiveram a oportunidade de assistir a uma partida entre as seleçőes de Alagoas e Paraíba, em que Dida foi o grande destaque, marcando tręs gols. Seguindo o conselho dos atentos espectadores, a diretoria do Flamengo foi buscar o jovem craque.

Campeão estadual pelo Flamengo em 1954 e 55, o alagoano Dida foi campeão mundial pela seleção brasileira na Copa de 58. O atacante do Flamengo começou o Mundial como titular, mas perdeu a vaga durante a competição. Dida é o segundo maior artilheiro da história do Flamengo com 244 gols em 350 jogos . Zico, que o superou como o principal goleador da história rubro-negra, tinha Dida como ídolo.Depois de quase dez anos no clube carioca (1954 a 63), Dida jogou na Portuguesa (64 e 65) e no Júnior de Barranquilha, da Colômbia (66 a 68).

Após o fim da carreira, passou a se dedicar às divisões de base do Flamengo, onde trabalhou por vinte anos e ajudou na descoberta de vários craques, como os da geração que conquistou os títulos da Copa Libertadores e do Mundial Interclubes em 1981.

Dida havia pedido licença do clube para tratar da saúde e passava por dificuldades financeiras. Nos últimos meses de vida, se recusava a dar entrevistas. Alegava que não tinha mais o que falar e que quem tinha que viver nas páginas de jornais eram as novas estrelas do futebol.Campeão Mundial pela Seleção em 1958 na Suécia, fez 8 jogos e marcou 5 gols.

Clubes:
1949: América-AL
1950-1953: CSA-AL
1954-1964: Flamengo-RJ
1964-1965: Portuguesa-SP
1966-1968: Atletico Junior Barranquilla - Colômbia

Títulos
Campeonato Alagoano: 1952
Campeonato Carioca: , 1954, 1955, 1963
Copa Roca: 1957
Copa Oswaldo Cruz: 1958
Copa do Mundo: 1958
Torneio Rio - São Paulo: 1961
Torneio Quadrangular do Rio: 1954, 1955

Fontes: Época on line, sambafoot, Museu dos Esportes, Globo news / Jornal extra
Do fundo do baú: Todas as terças e sextas-feiras
Próxima postagem: Friaça (Vasco da Gama)

Mais fácil que isso...

Júnior César comemora homenageando a filha
Crédito: Agência




Caros amigos tricolores,

Com todo respeito ao bravo Mesquita, que luta com muito brio para se salvar do rebaixamento no Campeonato Carioca 2008, mas o Fluminense só não aplicou uma goleada histórica no Maracanã, em jogo válido pela 6ª da Taça Rio, Grupo A, pois um simples motivo: a parceria da pontaria do "Coração Valente" Washington, que estava totalmente descalibrada, com a atuação do goleiro do Mesquita Diogo Silva, que praticamente só fez defesas em lances com o artilheiro tricolor. Fora isso, o que menos importou no jogo, pode se dizer, foi o resultado de 4 x 1 para o tricolor, com gols de Vinícius(contra), Júnior César, Cícero e Tartá, para o Flu, com Leandro Netto decontadno para o Mesquita. Com o resultado, o Flu continua na liderança, com 16 pontos, assegurando a vaga para a semifinal da Taça Rio. Já o Mesquita segue na luta contra o rebaixamento.

O jogo começou, e se o árbitro estivesse mais atento, o Mesquita não teria o goleiro Diogo Silva pelo jogo inteiro, visto que no 1° minuto, derrubou Cícero na entrada da área, em lance que era o último homem, mas o árbitro fez vista grossa, assim como em lance que Washington foi seguro na área, mas vamos deixar a choradeira de lado... fora isso, o primeiro tempo seguiu tranquilo, e o Tricolor da Laranjeiras teminou com a vitória fácil por 3 x 0, com gols de Vinícius(contra), Júnior César e Cícero.

O segundo tempo com um detalhe interessante: o técnico do Mesquita, Rubens Filho, havia substituído o atacante Bruno Carvalho por Rodrigo, substituiu este último por Gilcimar. Coisas do folclore do futebol. Fora esste detalhe, o Mesquita diminuiu com Leandro Netto, Washington continuou a perder gols e Tartá fechou o placar. 4 x 1.

Ficha do jogo

FLUMINENSE 4 x 1 MESQUITA

Fluminense: Fernando Henrique, Gabriel (Rafael), Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor, Maurício, David (Tartá) e Conca (Maicon); Cícero e Washington T: Renato Gaúcho.

Mesquita: Diogo Silva, Vinícius, Vágner Eugênio, Juan e Edson; Indio, Gaúcho, Bruno Suzano e Filipinho (Wallace); Leandro Netto e Bruno Carvalho (Rodrigo) (Gilcimar) T: Rubens Filho

Gols: Vinícius (contra), aos 17 minutos, Junior Cesar, aos 24, e Cícero, aos 31 do primeiro tempo; Leandro Netto, aos dois minutos do segundo tempo, e Tartá, aos 40. Cartões amarelos: Ygor, Washington, Édson e Maicon; Árbitro: Agnaldo Xavier Faria; Auxiliares: Dulcinete Batista de Arruda e Ivone Santos de Oliveira; Data: 26/03/2008; Estádio: Maracanã

quinta-feira, 27 de março de 2008

Economia alvinegra

Fábio e Wellington Paulista comemoram o gol único do Botafogo.
Foto: Globoesporte.com

Torcedores do Glorioso,

O Botafogo recebeu o Cardoso Moreira no Engenhão, quem achava que o fogão iria aplicar outra goleada, se enganou, mesmo estando com um jogador a mais desde o primeiro minuto de jogo o Botafogo fez apenas um gol numa noite em que o time inteiro esteve mal. As jogadas pelas laterais não saiam, o meio-campo estava muito povoado e as finalizações desastrosas.

No primeiro lance do jogo, Fábio recebeu de Lúcio Flávio e foi derrubado, falta e expulsão do zagueiro Pandora, começava ali a superioridade alvinegra. Aos oito minutos a primeira grande oportunidade, jogada ensaiada na falta e Túlio rolou para Jorge Henrique acertar o travessão. Com uma atuação bastante apagada o Botafogo teve outra oportunidade aos 19, Alessandro cruzou para André Luís carimbar novamente o travessão do goleiro Zé Romário.

Se Romário não fez o gol 1000 no Botafogo, o alvinegro também não conseguia superar o quase chará do baixinho, o goleiro Zé Romário, porém, "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura." Lúcio Flávio cobrou escanteio, Renato Silva desviou e Wellington Paulista, em impedimento, escorou para a rede, Botafogo 1 a 0.

O Botafogo seguia ofensivo no jogo, tanto que Renato Silva se aventurou ao ataque, mas acabou sendo desarmado. Já ao fim do primeiro tempo, Lúcio Flávio cruzou e Fábio cabeceou para importante defesa do goleiro do Cardosão.

Na volta para o segundo tempo o glorioso voltou com uma mudança, Túlio Souza em lugar de Fábio. No segundo tempo o jogo não mudou muito, o Botafogo seguia pressionando mas a defesa do Cardoso Moreira se portou bem, e em alguns lances a "cera" dos jogadores dos visitantes era nítida.

Para dar mais movimentação ao ataque, Cuca colocou Felício em campo, mas o sempre apagado meio-campo alvinegro, não fez nada de produtivo e foi mais um que pouco apareceu. Algumas tentativas criadas pelo Botafogo, o goleiro Zé Romário defendia e o glorioso parecia conformado com o resultado apesar do tímido apoio da torcida.

Nos minutos finais, o Cardoso Moreira ainda chegou a assustar o Botafogo. Em chutes venenosos, o veterano Neném fez a torcida alvinegra prender a respiração, mas a defesa evitou o resultado surpreendente. Fogão na semi-final.

Hoje o ataque não esteve bem, mas foi apenas uma economia, todos os gols estão guardados para serem feitos no clássico vovô de domingo. Que venha o Flu !

BOTAFOGO 1 x 0 CARDOSO MOREIRA

Gols: Wellington Paulista (23m/1ºt)
Cartões amarelos: Renato Silva (Botafogo); Zé Romário, Vágner Carioca (Cardoso Moreira)Cartão vermelho: Pandora (Cardoso Moreira)
Árbitro: Bruno Ferreira Cortez (RJ)
Auxiliares: Sergio Waldman (RJ) e Marcelo da Silva Cardoso (RJ)
Data: 27/03/2008
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 3.542 pagantes / Renda: R$ 54.870,00

BOTAFOGO: Castillo, Alessandro (Adriano Felício), Renato Silva, Andre Luis, Triguinho, Túlio (Abedi), Diguinho, Lucio Flavio, Jorge Henrique, Fábio (Túlio Souza) e Wellington Paulista. Téc: Cuca.

CARDOSO MOREIRA: Zé Romário, Caboclo, Thiago, Pandora, Neném, Henrique, Índio (Vítor), Léo, Germano (Wallace), Willian e Vágner Carioca (Fábio Tosca). Téc: Jeová Ferreira.

quarta-feira, 26 de março de 2008

A DÉCIMA VÍTIMA

Renato Augusto e Marcinho comandaram a goleada no Marcanã
Foto: Fernando Maia - O Globo

Torcedores do Mais Querido do Brasil!

O Flamengo fez do Friburguense sua 10ª vítima entre os pequenos no Campeonato Carioca. Com a vitória por 4 a 1, essa noite, no Maracanã, a classificação para as semifinais está praticamente garantida. Marcinho com dois gols, Renato Augusto e Léo Moura marcaram para o rubro-negro, Léo Andrade descontou para o Frizão.

No ínicio do jogo, a torcida do pó-de-arroz permaneceu no Maior do Mundo depois da vitória do Fluminense diante do Mesquita por 4 a 1, para secar o Mengão, mas nada adiantou. Logo com 19 minutos de jogo, após falta cobrada por Juan da intermediára, Marcinho se antecipou ao veterano goleiro Adriano e de nuca colocou a bola no fundo do gol. Fla 1 a 0.

Um minuto depois, Leo Moura fez linda jogada pela direita e cruzou. Marcinho ajeitou e Renato Augusto chutou com força (135 Km/h) para fazer o primeiro gol dele em 2008 e o segundo do Flamengo. Com o resultado favorável, a torcida rubro-negra deu tchau para os insistentes tricolores que persistiam em ficar acompanhando o jogo do Mais Querido do Brasil.

O Flamengo como de costume diminuiu o ritmo, e o Friburguense aproveitou para arriscar chutes de fora da área e colocar o goleiro Bruno para trabalhar. Aos 35 minutos, Everton largou o pé na bola, o camisa 1 soltou, mas conseguiu se redimir interceptando a finalização de Léo Andrade.

Na segunda etapa, na primeira boa chegada, Souza arrancou livre em direção ao gol adversário, mas se enrolou todo e logo após pediu para ser substituído alegando um problema no joelho. Obina entrou em seu lugar. O Flamengo continuou cozinhando o jogo e acabou castigado. Em um contra-ataque rápido, a zaga do Mengão bateu cabeça e Léo Andrade cara a cara com Bruno, chutou no ângulo, diminuindo o placar. Fla 2 a 1. Minutos depois, o mesmo atacante teve uma grande oportunidade para empatar de letra, mas bateu pra fora.

Depois dos gritos de "Queremos Raça", o time da Gávea voltou a marcar. Aos 29 minutos, Obina achou Léo Moura livre na esquerda da área, que não titubeou e balançou a rede. Na comemoração, mais coraçõezinhos para a namorada Perlla.

Aos 33, Marcinho voltou a marcar. Jonatas que acabara de entrar, achou Juan que puxou contra-ataque e tocou para o atacante escolher o canto e fechar a goleada. Fla 4 a 1.

Jonatas ainda saiu de campo machucado, e como o técnico Joel Santana já havia feito as três substituições, o Flamengo esperou a árbitra Simone Xavier encerrar o jogo. Agora o Mengão encara o Madureira, no próximo sábado e de roupa nova.

Esperamos que o novo Manto Sagrado traga sorte!

Vamos Mengo, Avante Mengo, Nosso Time É Forte!

Ficha da partida
FLAMENGO 4 x 1 FRIBURGUENSE

Flamengo: Bruno (7.0), Leo Moura (7.0), Fábio Luciano (6.5), Ronaldo Angelim (6.0), Juan (8.0), Cristian (6.5), Ibson (6.5), (Jônatas - 5.0)Toró (6.0), Renato Augusto (7.5), (Diego Tardelli - 5.0)Marcinho (8.0), Souza (5.5), (Obina - 5.0)T: Joel Santana (7.5)

Friburguense: Adriano Everton Cadão Felipe Marques Gilson Elan Cassiano Victor Hugo Carlos Alberto(Giudo) Alex(Ziquinha) Leo Andrade T: Cleimar Rocha

Cartões amarelos: Cristian (Fla), Felipe Marques (Fri); Árbitra: Simone Xavier; Auxiliares: Fernanda Lisboa e Lilian da Silva; Público: 7.818 pagantes (8.970 presentes); Renda: R$ 78.323,50

terça-feira, 25 de março de 2008

VASCO SIM, EURICO E CIA. NÃO!!!



3 clássicos, 3 derrotas. Por que será? Será que o time não está dando o seu máximo, ou o máximo do time é ganhar do Cardoso Moreira?

Relembrando o que Romário disse, o time do Vasco é fraco tecnicamente, a comissão técnica é fraca, a diretoria interina é fraca (para não dizer pejorativos mais fortes).

Estão afundando o glorioso Clube de Regatas Vasco da Gama, o primeiro clube brasileiro a conquistar um título internacional, um clube que já revelou grandes craques, inclusive um que já foi eleito o melhor do mundo.

Os grandes heróis do magnífico “Expresso da Vitória” devem estar se revirando em seus jazigos, ao verem o clube contratar jogadores que não estão à altura nem de estar no banco de reservas do clube, quanto mais estar no time titular.

Empatar com o Bragantino é uma coisa que me dá dor de barriga. Estava difícil de distinguir o clube grande do clube pequeno, do interior.

Ah! Que saudade de jogadores como Juninho Pernambucano, Pedrinho, Felipe, Dinamite, Eli, Mauro Galvão, Denner, jogadores que davam o sangue pelo Vasco. A única glória do Vasco tem sido relembrar o “Expresso da Vitória”, como diz o cântico da torcida vascaína.

Estou cansado de ter que aturar o Dr. Eurico Miranda na presidência do Vasco, afundando o time. Espero que o Dinamite ganhe a eleição e que faça diferença!

Do fundo do baú: Fluminense 5 x 0 Bonsucesso(RJ) (1959)

No dia vinte e oito de Novembro de 1959, Fluminense e Bonsucesso se enfrentaram no Maracanã em jogo válido pela 8ª rodada do 2º turno do campeonato carioca, com os tricolores goleando por 5 tentos a zero e daí rumo ao título de Campeão Carioca.

Principais artilheiros do Campeonato

Quarentinha(BOT)..........27 gols.
Pinga (VAS).............. 20 gols
Waldo (FLU)...............14 gols
Paulinho Valentim(BOT)....13 gols
Almir (VAS)...............12 gols
Décio Esteves (BAN).......12 gols
Henrique (FLA)............10 gols
Babá (FLA)................10 gols
Dida (FLA)................10 gols
Telê Santana(FLU).........10 gols
Artoff (BON)..............10 gols

O Jogo
FLUMINENSE(RJ) 5 X 0 BONSUCESSO(RJ)
Data:28/11/1959
Campeonato carioca
Local:Maracanã
Juiz: Antonio Viug
Gols:Telê Santana(3), Waldo(2)
FLUMINENSE:Castilho,Jair Marinho, Pinheiro,Altair,Edmilson, Clóvis,Maurinho, Paulinho, Waldo,Telê Santana / Técnico: Zezé Moreira
BONSUCESSO:Zé Maria, Mirinho, Severiano, Jacaré, Beto, Brandãozinho,Augusto, Russo, Iedo, Odélio, Mário

O Craque: Castilho

Carlos José Castilho nasceu no Rio de Janeiro em 27 de Novembro de 1927 e faleceu no dia 2 de Fevereiro de 1987 quando se atirou de um prédio, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma crise amorosaCastilho começou a carreira no Olaria (RJ), onde chegou a jogar até como ponta-esquerda. Pelo Flu, ele realizou 702 jogos e sofreu 808 gols. A estréia foi contra o Fluminense de Pouso Alegre (MG) pelo time de aspirantes. Firmou-se como titular em 1948 e foi campeão carioca de 1951, 1959 e 1964 e do Rio-São Paulo em 1957 e 1960.

Jogou no Fluminense de 1947 até 1965 e na Seleção Brasileira. Participou de quatro Copas do Mundo: 1950, 1954, 1958, 1962 sendo titular em 1954.Ele entrou para a história como um goleiro milagreiro, fazendo defesas impossíveis. Dizia ter uma inacreditável boa sorte. Por causa disso, seu apelido era Leiteria (apelido comum à pessoas que tinham sorte na época) e os torcedores do Fluminense o chamavam de São Castilho.Mesmo tendo apenas 1,81 metros, baixo para os padrões dos goleiros atuais, mas considerado alto para aquela época, foi um dos melhores goleiros do futebol brasileiro. Também se destacava nas defesas de pênaltis. Daltônico, acreditava que várias vezes havia sido favorecido por ver como vermelhas as bolas amarelas, mas era prejudicado pelas bolas brancas à noite. Foi o melhor goleiro tricolor de todos os tempos e o melhor goleiro da história do Maracanã.O amor ao clube e também ao futebol era tanto que Castilho chegou a amputar a ponta de um dedo para se recuperar mais cedo de uma contusão. "Ele queria jogar partidas decisivas pelo Fluminense e não teria condição de se recuperar normalmente. Amputando um pedaço do dedo seria mais rápido".

Pela Seleção Brasileira, Castilho participou dos mundiais de 1950, 1954, 1958 e 1962. Foi titular apenas em 1954, na Suiça. Em 1950, Castilho foi reserva do vascaíno Barbosa. Em 1958 e 1962, o "Leiteria" ficou no banco de Gylmar dos Santos Neves, que do Corinthians se transferiu ao Santos Futebol Clube.

Carreira
Clubes:
1945-1947: Olaria(RJ)
1947-1965: Fluminense(RJ)
1965-Paissandu(PA)

Seleção Brasileira
Copas do Mundo: 1950,1954,1958,1962
3 jogos , 1 vitória , 1 empate , 1 derrota , -5 gols
Total:29 jogos , 18 vitórias , 5 empates , 6 derrotas , -30 gols

Títulos por equipe:
Fluminense:
Campeonato Carioca: 1951, 1959, 1964
Torneio Rio - São Paulo: 1957, 1960
Copa Rio de Janeiro: 1952
Seleção Brasileira:
Copa Oswaldo Cruz: 1950, 1962
Copa América: 1949
Copa do Mundo: 1958, 1962
Copa O'Higgins: 1955
Copa Roca: 1957

Fontes: wikipedia, site do Milton Neves, sambafoot e Arquivo pessoal.

Do fundo do baú: Todas as terças e sextas-feiras
Próxima Postagem: Dida (Flamengo)

segunda-feira, 24 de março de 2008

O NOVO MANTO SAGRADO

O novo Manto Sagrado foi apresentado na Lagoa
Foto: Vinícius Castro - FlamengoRJ


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

Seguindo a tendência dos demais clubes, o Flamengo lançou seu novo Manto Sagrado, essa tarde, na sede de remo do clube, na Lagoa. Essa será a terceira camisa do time, e nada mais é do que uma homenagem a gloriosa história do Mais Querido do Brasil que começou há mais de 110 anos no remo. A inspiração para a criação se deu ao primeiro modelo usado, também conhecido como papagaio-de-vintém.

A nova versão terá na parte frontal uma divisão das cores que predominam o escudo do clube (vermelho e preto), com os números em dourado e também terá o primeiro distintivo que era composto pela âncora e dois remos, além das iniciais CRF ( Clube de Regatas do Flamengo).
Foto: Globoesporte.com


A partir da próxima quinta-feira, dia 27, a camisa será vendida para os torcedores pela bagatela de 150,00R$ e o elenco a usará na partida contra o Madureira, neste sábado, no Maracanã.

Alguns jogadores foram a apresentação, como o capitão Fábio Luciano, que espera que o uniforme traga sorte:

_ Fiquei feliz por conhecer um pouco mais da história do Flamengo e gostei da idéia de a camisa homenagear o remo. Espero que a camisa traga muita sorte para a gente, disse ao Globoesporte.com

domingo, 23 de março de 2008

Fim do jejum: é a Páscoa tricolor!!!!

Orgulho de ser tricolor:
Eu e minha sobrinha e afilhada Maria Clara
É a Páscoa tricolor!!!



Caros amigos tricolores,

Depois de quase 3 anos sem vitória sobre o Vasco, o Flu acabou hoje, no domingo de Páscoa, com o jejum, ao vencer o clássico por 2 x 1, com gols de Thiago Neves e Washington, com Edmundo, de pênalti, descontando para o Vasco. Com o resultado, o Flu lidera o Grupo A com 13 pontos e ficou muito próximo da classificação para a semifinal da Taça Rio.

O Fluminense dominou praticamente todo o jogo, e abriu o placar aos 23 minutos, com o selecionável Thiago Neves, em jogada individual, quando passou pela marcação de Amaral e bateu forte, e com a ajuda do goleiro Tiago, que foi na bola com "mão de maionese", merecidamente o Flu abria o placar. O vasco depois do gol, tentou mudar, com a entrada de Alex Teixeira no lugar de Amaral, que deve estar procurando Thiago Neves até agora, mas não obteve sucesso. No final do 1° tempo, o Flu reclamou pênalti de Wagner Diniz em Júnior César, mas o árbitro Djalma Beltrame nada marcou.

O segundo tempo começou e o panorama não mudou, com o Flu dominando o jogo, mas esbarrando sempre no último passe. Mas quando acertou, foi fatal: aos 14 minutos, Thiago Neves recebeu pela direita, cortou pro meio, e quando todos pensavam que iria chutar, achou Washington livre dentro da área e o "coração valente" só escorou: 2 x 0.

Depois do segundo gol, o tricolor passou a explorar os contra-ataques, mas como no primeiro tempo, pecou no último passe. No final, quando não havia mais vascaínos no maracanã, Fabinho, que entrara a poucos minutos, fez pênalti em Wagner Diniz e Edmundo descontou. E fim de jogo!!! E fim do jejum!!! E chocolate tricolor!!!


FICHA TÉCNICA:FLUMINENSE 2 X 1 VASCO


Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ) - Data/hora: 23/3/2008 - 18h10min (de Brasília)Árbitro: Djalma José Beltrami (RJ)Auxiliares: Jackson Lourenço dos Santos (RJ) e Rodrigo Pereira Jóia (RJ)
Renda/público: R$ 566.085,00 / 36.881 pagantes; Cartões amarelos: Thiago Silva, Junior Cesar, Fabinho (FLU); Wagner Diniz, Jonílson, Morais (VAS)GOLS: Thiago Neves, 23'/1ºT (1-0); Washington, 14'/2ºT (2-0); Edmundo, 48'/2ºT (2-1)


FLUMINENSE: Fernando Henrique, Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor, Arouca (Maurício, 40'/2ºT), Conca e Thiago Neves (Tartá, 31'/2ºT); Cícero e Washington (Fabinho, 34'/2ºT). Técnico: Renato Gaúcho.


VASCO: Tiago, Wagner Diniz, Jorge Luiz, Eduardo e Calisto; Jonílson, Amaral (Alex Teixeira, 28'/1ºT), Beto (Souza, 20'/2ºT) e Morais; Edmundo e Alan Kardec (Jean, 15'/2ºT). Técnico: Alfredo Sampaio.

Chocolate à paulista

A coelhada alvinegra faz a festa nos 7 a 0.
Foto: Globoesporte.com

Torcedores do Glorioso,

Perdoem-me o trocadilho mas não há como evitá-lo, nesse domingo de Páscoa o Botafogo deu um verdadeiro chocolate no Macaé com direito a show do novo artilheiro do estadual, Wellington Paulista, numa tarde inspirada o fogão fez 7 a 0 no Macaé com 4 gols do atacante alvinegro. Lúcio Flávio, Fábio e Triguinho completaram a goleada.

Antes da bola rolar os jogadores do Botafogo atiraram ovos de Páscoa para a torcida, mas faltava distribuir chocolate ao coadjuvante Macaé, este recebeu com a bola rolando. Logo no início o Botafogo mostrou o que estava por vir, pois aos sete minutos, Lúcio Flávio lançou Triguinho que cruzou para a área o coelinho da tarde, Wellington Paulista, se antecipou ao zagueiro e abriu o placar no Engenhão. Logo depois Fábio encobriu o goleiro Cássio e a bola passou caprichosamente ao lado da trave, quase o segundo.

Aos 13 minutos, com o Macaé descontrolado, o glorioso ampliou, Wellington Paulista recebeu bom passe de Fábio, e, da entrada da área, pelo lado direito, chutou cruzado e fez 2 a 0. O "chocólatra" Macaé não se contentou com apenas dois gols, e deu espaço para o terceiro, Túlio invadiu a área, deu um drible lindo no zagueiro e rolou para Wellington Paulista fazer o terceiro dele e o terceiro do Botafogo, 3 a 0 e alegria dos pais do atacante, presentes no Engenhão.

O técnico Tita promoveu uma mudança no time, sacou Zada e colocou Marcinho, tentando diminuir o ímpeto alvinegro, porém não surtiu muito efeito, o incansável, Wellington Paulista foi derrubado por Walace dentro da área, pênalti e o zagueiro do Macaé foi expulso. Lúcio Flávio bateu e Cássio defendeu, o árbitro mandou voltar devido invasão dos defensores do Macaé, na segunda cobrança, o maestro deslocou o goleiro e fechou a goleada do primeiro tempo: 4 a 0.

Normalmente o Botafogo recua com a vitória assegurada, porém hoje foi diferente, a torcida empurrou o time ao ataque, aos 18 minutos Triguinho cruzou da esquerda, Adriano Felício escorou de cabeça para o meio da área e Fábio tocou para o fundo da rede, Botafogo 5 a 0. Pouco tempo depois Triguinho desceu bem pela esquerda, driblou Cássio e finalizou de pé esquerdo, golaço, o primeiro do lateral com a camisa do Botafogo, 6 a 0.

Uma bandeira na arquibancada homenageava o eterno camisa 7, Mané Garrincha, parece que esse numero 7 mais uma vez deu alegria ao Botafogo, pois Wellington Paulista iria marcar mais um, o quarto dele na partida se tornado o jogador que mais marcou em um só jogo no Engenhão, cobrança rápida de lateral para Felício que cruzou na medida e o atacante só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede, 7 a 0.

Os torcedores se despediram do time aos gritos de "Valeu fogo" e terão uma Páscoa recheada, o glorioso volta a campo contra o Cardoso Moreira na próxima quarta-feira.

BOTAFOGO 7 x 0 MACAÉ

Gols: Wellington Paulista (7, 13 e 22m/1ºt), Lucio Flavio (43m/1ºt), Fábio (18m/2ºt), Triguinho (23m/2ºt) e Wellington Paulista (25m/2ºt).
Cartões amarelos: Lucio Flavio (BOT); Wallace, Otávio, Marcinho, Alex dos Santos (MAC)
Cartão vermelho: Wallace (MAC)
Árbitro: Leandro Noel Laranja
Auxiliares: Claudio José de Oliveira Soares e João Luiz de Albuquerque
Data: 23/03/2008
Público: 12.152 pagantes / Renda: R$ 163.990,00.
Estádio: Engenhão, no Rio (RJ)

BOTAFOGO: Castillo, Alessandro (Túlio Souza), Renato Silva, Ferrero (André Luis), Triguinho, Diguinho (Abedi), Túlio, Adriano Felício, Lúcio Flávio, Fábio e Wellington Paulista. Téc: Cuca

MACAÉ: Cássio, Otávio, André, Wallace, Bill (Alex dos Santos), Mário César, Steve, Zada (Marcinho), Geraldo, Wallacer e Jones. Téc: Tita

SEMIFINAL MAIS PRÓXIMA

Marcinho, Souza e Léo Moura fazem a festa no Maracanã
Foto: Fotocom.net


Torcedores do Mais Querido do Brasil!

O Flamengo precisou de apenas 45 minutos para sacramentar a vitória diante da Cabofriense por 2 a 0, no Maracanã, com gols de Souza e Marcinho. Com 4 vitórias e 1 derrota na Taça Rio e a liderança do Grupo A com 12 pontos (o Fluminense joga hoje contra o Bacalhau), o Mengão está numa situação confortável para se classificar as semifinais.

Mesmo em ritmo de treino, o Fla aos três minutos assustou o goleiro Flávio, da Cabofriense. Com um toque de bola envolvente, a bola sobrou para Cristian que mandou uma bomba que passou rente a trave. E o gol não demorou a sair. Aos sete minutos, Renato Augusto fez um lindo lançamento para Juan, que encobriu o goleiro adversário e deixou Souza com o gol escancarado para abrir o placar com a sola da chuteira. Fla 1 a 0.

O time de Cabo Frio acordou depois do gol sofrido e partiu para o ataque em busca do empate, já que o Mais Querido do Brasil tinha diminuído o ímpeto. Aos 26 minutos, Fabinho, melhor jogador do Tricolor Praiano, puxou contra-ataque, entrou na área e sozinho mandou para fora, na melhor oportunidade que tiveram no primeiro tempo.

Essa chance adversária, fez o técnico Joel Santana explodir de raiva, e pedir uma atitude diante do placar apertado. Então, Juan entrou livre pela esquerda e cruzou para Marcinho se antecipar a zaga e marcar o segundo gol.

Na segunda etapa, o jogo foi morno, mesmo assim, Renato Augusto em busca do seu gol, quase ampliou em uma jogada individual e na saída do goleiro, o chute foi para fora. Bruno, goleirão da Gávea, só trabalhou no segundo tempo em uma cabeçada de Weslei após escanteio aos 21 minutos.

Aos 39, Toró substituiu Kléberson e logo na primeira jogada recebeu cartão amarelo após uma entrada desnecessária. O Motorzinho está sendo alimentado com combustível batizado? Aos 43 muinutos, a última chance do Flamengo. Maxi que acabara de entrar deixou Juan em ótima condição de finalizar e obrigar o goleiro Flávio a se esticar todo para defender.

Na próxima rodada, quarta-feira, às 21h45m, no Maracanã, o Flamengo enfrenta o Friburguense.


Ficha Técnica: FLAMENGO 2 x 0 CABOFRIENSE

Flamengo: Bruno (7.5), Leo Moura (7.5), Leonardo (6.5),Thiago Salles (6.5), Juan (7.5), Cristian (7.0), Ibson (6.5), Kléberson (6.5), (Toró - 4.0), Renato Augusto (7.0), (Diego Tardelli - 5.5), Marcinho (8.0), Souza (8.0), (Maxi - 5.5). T: Joel Santana (8.0)

Cabofriense: Flávio, Ênio, Leandro Amaro, Douglas Assis, (Weslei), Marcão, Vanderson, (Gérson), Marcos Marins, Julinho, Lucas Chiaretti, Têti, (Charles), Fabinho.T: Aílton Ferraz

Árbitro: Adriano Pereira Machado
Auxiliares: Alexandre Eller e Carlos Eduardo Teixeira Soares de Meirelles
Data: 22/03/2007
Estádio: Maracanã, no Rio (RJ)
Público: 12.398 pagantes
Renda: R$ 145.977,00

sexta-feira, 21 de março de 2008

Do fundo do baú: BONSUCESSO(RJ) 4 x 5 BOTAFOGO(RJ)(1932)

No dia 02 de outubro de 1932, numa quarta-feira, Bonsucesso e Botafogo se enfrentaram na Estrada do Norte, atual Teixeira de Castro, em Bonsucesso, em um jogo que bastava ao Glorioso vencer para sagrar-se campeão, e foi exatamente o que aconteceu, o alvinegro venceu por cinco tentos a quatro com uma grande atuação do atacante Nilo, autor de quatro tentos. Nesse ano o Botafogo foi o campeão e deu início a uma seqüência de 4 títulos cariocas seguidos, a maior seqüência da história até os dias atuais.

Principais artilheiros do campeonato
Preguinho(FLU)..................21 gols
Carvalho Leite(BOT).............20 gols
Ladislau(BAN)...................20 gols
Nélson (FLA)....................19 gols
Chagas(ANDARAHY)................14 gols

O Jogo

BONSUCESSO(RJ) 4 x 5 BOTAFOGO(RJ)
Data: 02 / 10 / 1932
Local: Estrada do Norte / Bonsucesso
Árbitro: Carlito Rocha
Competição: Campeonato Carioca
BOTAFOGO: Victor, Benedicto e Rodrigues; Ariel, Martim e Canalli, Álvaro, Paulinho, Carvalho Leite(Almir), Nilo e Celso.
BONSUCESSO: Pinheiro, Fernandes e Barcelos; Loló, Otto e Marcelo; Carlos Prego, Martins, Leônidas da Silva e Miro
Gols: Nilo(4), Celso (Botafogo); Leônidas (3) e Loló (Bonsucesso)


O Craque: Nilo Murtinho Braga


Nilo Murtinho Braga nasceu a 3 de Abril de 1903 no Rio de Janeiro e faleceu a 5 de Fevereiro de 1975 na mesma cidade.

Apesar da baixa estatura Nilo tinha disposição para enfrentar os zagueiros. Veloz e habilidoso usava essas virtudes para penetrar com facilidade nas áreas adversária para as finalizações, que, na maioria das vezes, resultavam em gol“Pequeno no tamanho, gigante na atuação”.Essa foi a análise que “O Jornal” fez da estréia do atacante Nilo Murtinho Braga na equipe principal do Botafogo, em 4 de abril de 1920, no Torneio Início do Campeonato Carioca, disputado no estádio do Fluminense. O alvinegro não foi bem, sendo eliminado na segunda partida. Mas ganhou um de seus principais craques nas décadas seguintes.

Alvinegro de coração, Nilo aprendeu a gostar do clube acompanhando o tio Oldemar Murtinho ao acanhado campo da Rua São Clemente, onde o time mandou seus jogos no campeonato de 1912. Depois de ser campeão infantil pelo Fluminense, em 1916, ele estreou com a camisa alvinegra num jogo dos terceiros quadros, no Carioca de 1919, com vitória (1 a 0) sobre o Flamengo, em General Severiano).

Nilo continuou nas equipes secundárias até 1921. A partir de então, seu relacionamento com o clube que amava foi de brigas, algumas, e vitórias, muitas.

Em 1922, teve alguns desentendimentos e Nilo resolveu tomar uma atitude inusitada: transferiu-se para o Sport Club Brasil da Série B da 1ª Divisão do Campeonato Carioca porque não gostaria de enfrentar seu clube do coração. Contudo, voltou ao "Glorioso" em 1923, permanecendo até agosto, do mesmo ano. Foi o jogador que mais fez gols pelo Botafogo na competição estadual de 1923. No período de 14 de agosto a dezembro de 1923, atuou pelo S. C. Brasil, novamente,Em 1924 com a saída de seu tio (Oldemar Murtinho) do Botafogo, ingressou no Fluminense por três anos.

Nesse período foi campeão e artilheiro do Carioca de 1924.Nilo voltou para General Severiano em 1927, ano em que o clube começou a formar o timaço que venceu cinco títulos no início da década de 30. Artilheiro implacável, Nilo marcou 30 dos 67 gols botafoguenses no torneio do mesmo ano. Peça fundamental nas partidas decisivas, Nilo marcou 69 gols na campanha do tetra em 1932, 1933, 1934 e 1935.

Já distante da rotina diária do clube, Nilo continuou jogando esporadicamente até 16 de maio de 1937, quando se despediu do time, num empate em 2 a 2 com o Olaria. Foram ao todo, 201 jogos e 190 gols, que o deixam como o sexto maior artilheiro botafoguense da história.

Nilo foi cinco vezes campeão brasileiro com a Seleção Carioca e disputou a Primeira Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai. Pela Seleção, atuou em 19 partidas, marcando 11 gols.Nilo foi artilheiro dos Campeonatos Estaduais de 1924, 1927 e 1933.

Clubes:

1918: América-RN
1919-1921: Botafogo-RJ
1922-1923: Brasil-RJ
1924-1926: Fluminense-RJ
1927-1937: Botafogo-RJ

Nilo Murtinho Braga no Botafogo

Estréia: 07 / 12 / 1919: 2 x 0 Bangu (Campeonato Carioca), Rua Ferrer gols de Carlito Rocha e Joppert.

Despedida; 16 / 05 / 1937: 2 x 2 Olaria (Campeonato Carioca F.M.D.), Rua Cândido Silva gols do Botafogo, Álvaro (2).

COMPETIÇÕES JOGOS GOLS

Campeonato Carioca (1919 a 1921 e 1923) 18 14

Amistosos (1919 a 1921 e 1923) 7 2

Campeonato Carioca (1927 a 1937) 130 127

Torneio Preparatório (1932) 3 1

Amistosos (1927 a 1935) 43 46

TOTAL 201 190

No torneio inicio foram 6 gols em 22 partidas.

TÍTULOS: Campeão Carioca (1930, 1932, 1933, 1934 e 1935).

ARTILHARIA:

Campeonato Carioca

1927: 30 gols

1933: 19 gols

SELEÇÃO BRASILEIRA PRINCIPAL (1929 a 1931):

Estréia: 09 / 01 / 1929 – 5 x 3 Barracas (Amistoso), Rio de Janeiro.

Jogos: 8

Gols: 6

Fontes: Lance: Série Grandes Clubes / BotafogoWikipedia,www.sambafoot.com.br / 100 anos gloriosos – almanaque do Centenário.

Do fundo do baú: Todas as terças e sextas

Próxima postagem: Castilho (Fluminense)

quarta-feira, 19 de março de 2008

GARRA, TRANQUILIDADE E VITÓRIA

Marcinho marcou os dois gols da vitória diante do Nacional-URU
Foto: Marcelo Theobald - Ag. O Globo

Torcedores do Mais Querido do Brasil,

O Flamengo jogando sobre pressão e ao lado da torcida no Maracanã cresce. Dessa vez não foi diferente. O público compareceu (mais de 50 mil torcedores) e foi importante para a vitória de 2 a 0 contra o Nacional, do Uruguai, pela Taça Libertadores. Os gols rubro-negros foram marcados por Marcinho que ajudou a equipe a assumir a liderança do Grupo 4.

Durante o último coletivo realizado na Gávea que durou pouco mais de 15 minutos, Joel Santana surpreendeu a todos colocando Marcinho como titular. Pelo visto, mais uma vez o Natalino calou a boca dos críticos que apostavam em Diego Tardelli como titular absoluto para essa partida.

O Mais Querido do Brasil não apresentou uma atuação impecável no jogo dessa noite, e com um pouco de lentidão na saída de bola no primeiro tempo foi facilmente bloqueado pelo time Cisplatino. O Mengão insistia em avançar pelo meio-campo, explorando pouco a liberdade dos alas Juan e Luizinho, que sustituiu Léo Moura suspenso devido o cartão vermelho contra o mesmo Nacional, em Montevidéu. Já o time comandado pelo técnico Gerardo Pelusso buscava o gol nos contra-ataques.

Aos três minutos de partida, Souza recebeu cartão amarelo por um carrinho. Seria um sinal de destempero e ansiedade? Que nada, a equipe da Gávea soube controlar os nervos, porém quem ameaçou primeiro foi o Nacional aos 15 minutos. Bruno voou para salvar um gol que parecia provável e na sequência a bola sobrou para Bertolo que não conseguiu o domínio e o camisa 1 voltou a pegar.

Depois do susto, o Flamengo acordou e marcou o gol que abriu o placar na raça. Aos 25 minutos, após escanteio da direita, Ronaldo Angelim cabeceou para a área, Fábio Luciano ajeitou e Marcinho completou para o fundo do gol na segunda tentativa cara a cara com o goleiro Viera. Fla 1 a 0.

O Nacional voltou a assustar no fim da primeira etapa com Fornaroli, que cabeceou com perigo para a grande defesa de Bruno.

No segundo tempo, o Flamengo foi dominado durante os primeiros 15 minutos. O time uruguaio trocava passes próximo a área rubro-negra, mas para nossa sorte não conseguiam uma finalização exata.

O Flamengo só chegou a assustar aos 18 minutos, após o lateral Luizinho colocar a bola na cabeça do atacante Souza que cabebeou para fora. Mas, quatro minutos depois, Marcinho, oportunista e sortudo, ampliou a vantagem. Novamente Luizinho cruzou da direita, Juan conseguiu carimbar a trave e o atacante na sobra, cabeceou para o fundo do gol. Fla 2 a 0.

Após o gol que deu maior tranquilidade, a garra demonstrada pelo Mengão foi muito apreciada pela torcida, que novamente deu show no Maior do Mundo e retoma as esperanças de classificação para as oitavas-de-final do torneio mais importante do continente americano. O próximo desafio pela Libertadores é contra o Cienciano, na altitude de Cuzco, dia 09 de abril.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2 x 0 NACIONAL

FLAMENGO: Bruno (7.5), Luizinho (7.5), Fábio Luciano (7.5), Ronaldo Angelim (6.5) e Juan (7.5);Cristian (8.5), Kleberson (7.0), Ibson (7.0) e Renato Augusto (8.0); Marcinho (8.5) (Maxi - 6.0) e Souza (5.5) (Obina - 5.5) - Técnico: Joel Santana (8.0).


NACIONAL: Viera, Acosta, Victorino, Barone e Romero; Óscar Morales,Arismendi, Cardaccio e Bertolo (Ligüera - 20'/2ºT); Richard Morales eFornalori (Vera - 37'/2ºT). Técnico: Gerardo Pelusso.

Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Auxiliares: Antonio Arias (PAR) e Nicolás Yegros (PAR)
Renda/público: R$ 1.081.079,00 / 47.096 pagantes (51.363 presentes)
Cartões amarelos: Souza (FLA); Arismendi, Fornaroli, Romero (NAC)

Leandro Amaral vai voltar!!!

Leandro Amaral voltará contra o Mesquita
Crédito: Paulo Sérgio


Caros amigos tricolores,

Parece que a bola de cristal do técnico Renato Gaúcho é mesmo poderosa: depois de afirmar que Leandro Amaral iria voltar logo a vestir a camisa do Flu, o atacante conseguiu liminar que o autoriza a jogar pelo tricolor das Laranjeiras. Porém, a volta de Leandro será somente na próxima quarta-feira, no jogo contra o Mesquita pelo Campeonato Carioca. A CBF já está informada da liminar, mas a Federação de Futebol do Rio (Ferj) ainda não foi comunicada pela justiça.

Coração Valente garante o Flu no Paraguai!!!!

"Coração valente" comemora: Flu é líder
Crédito: Cléber Mendes


Caros amigos tricolores,

O Fluminense foi ao Paraguai enfrentar o Libertad, em jogo válido pelo Grupo 8 da Taça Libertadores da América. E em seu terceiro jogo na competição, o tricolor contou com os gols do artilheiro Washington e venceu de virada por 2 x 1. Com o resultado, o tricolor das laranjeiras é o líder do grupo, com 7 pontos, ao lado da LDU-EQU, mas com melhor saldo de gols. O Libertad segue sem pontuar na competição.

O jogo de uma forma diferente, com o Fluminense partindo para cima de um acomodado Libertad, que nem parecia jogar em casa. Com um esquema em que dava liberdade aos apoiadores Thiago Neves e Conca, o time do técnico Renato Gaúcho dominava a partida. Com isso criou duas oportunidades seguidas, em chutes de longa distância de Thiago Neves e de Conca. Porém, aos 29 minutos, em falta de atenção de Luiz Alberto em cobrança de escanteio, Samudio subiu livre e abriu o placar para os donos da casa. O Flu acusou o golpe do gol e demorou a se reencontrar na partida. Mas quando o fez, foi fatal: aos 40 minutos, Gabriel fez grande tabela com Conca pela direita e cruzou na medida para Washington empatar a partida. 1 x 1 e final de primeiro tempo.

O segundo tempo começou da mesma forma do primeiro, com o FLu jogando melhor e a recompensa veio logo aos 5 minutos; Conca cobrou escanteio, a bola passou por todo mundo, menos pelo artilheiro Washington, que estufou as redes e virou o placar: Flu 2 x 1. A partir desse gol, o Flu recuou e passou a explorar os contra-ataques, puxados por Conca, ou Thiago Neves, que depois foi substituído por Tartá, que entrou muito bem e com bastante personalidade. O Libertad partiu com tudo para cima do Flu, e com a entrada do atacante Cuevas, passou a incomodar mais, desperdiçando duas claras chances de gol, uma com Samudio, livre chutando para fora e outra com o próprio Cuevas, mas nessa Fernando Henrique salvou o Flu. Depois disso, o Flu tocou a bola e esperou o apito final.

O FLu volta a jogar com o Libertad no dia 2 de abril, e se vencer novamente os paraguiaos e a LDU vencer o Arsenal, os dois times garantem vaga nas oitavas-de-finais de Libertadores 2008.


FICHA TÉCNICA:LIBERTAD 1 X 2 FLUMINENSE
Estádio: Estádio Defensores del Chaco, Assunção (PAR)
Data/hora: 19/03/2008 - 19h30min (de Brasília)
Árbitro: Héctor Baldassi (ARG)Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hernán Maidana (ARG)
Público: 1.321 pagantes
Cartões amarelos: Balbuena, Robles (LIB); Gabriel, Conca (FLU)
GOLS: Samudio, 29'/1ºT (1-0); Washington, 40'/1ºT (1-1); Washington, 5'/2ºT (1-2)

LIBERTAD: González; Balbuena (Marín, 9'/2ºT), Benítez, Sarabia e Cardozo; Pouso, Aquino, Robles e Martínez; Samudio (Gamarra, 22'/2ºT) e Olivera (Cuevas, 16'/2ºT). Técnico: Rubén Israel.
FLUMINENSE: Fernando Henrique; Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar (Roger, 34'/2ºT); Ygor, Arouca (Maurício, 22'/2ºT), Conca e Thiago Neves (Tartá, 29'/2ºT); Cícero e Washington. Técnico: Renato Gaúcho.

terça-feira, 18 de março de 2008

Dom Romero: o autêntico paraguaio!!!

Branco e Romerito: Dupla de sucesso no Flu dos anos 80
Crédito: Caio Barbosa
globo.com

Caros amigos tricolores,

O Fluminense está no Paraguai, onde enfrentará o Libertad, em jogo válido pela Taça Libertadores da América. Os dois times estão no grupo 8, no qual a LDU-EQU lidera com 7 pontos, 1 a mais que o Flu. O Arsenal-ARG tem 3 pontos e o Libertad ainda não pontuou.


Mas o que mais chama a atenção nesse jogo foi a visita feita pelo ex-craque tricolor Romerito. para quem não conhece, Romerito jogou pelo Flu na década de 80, conquistando os títulos do Carioca de 84 e 85 e também o Brasileirão de 1984, quando marcou o gol da vitória contra o Vasco no 1° jogo da decisão. O gol foi decisivo, porque no segundo jogo, o empate em 0 x 0 deu o título ao Tricolor das Laranjeiras. Dom Romero foi dar uma força ao time do técnico Renato Gaúcho e afirmou que se esse time conquistar a Libertadores, pode passar em idolatria o time da década de 80, que encheu de orgulho a torcida tricolor.

Agora é só esperar para ver!!!!

Do fundo do baú: América (RJ) 3 x 1 Flamengo (RJ) (1963)

No dia dezoito de Agosto de 1963, num domingo, América e Flamengo se enfrentaram pelo primeiro turno do Campeonato carioca no Estádio do Maracanã, com os americanos saindo vitoriosos pelo escore de três tentos a um. Nesse ano o Clube de Regatas do Flamengo foi o Campeão Carioca.

Principais artilheiros do campeonato carioca
Bianchini(BAN)………………......18 gols
Manuel(FLU)………………….....17 gols
Aírton(FLA)……………………....15 gols
Célio(VAS)................................15 gols
Parada (BAN)..........................13 gols
Quarentinha(BOT)..................11 gols

O Jogo

AMÉRICA(RJ) 3 x 1 FLAMENGO(RJ)
Data: 18/ 08/ 1963
Campeonato carioca
Local: São Januário
Juiz: Antonio Viug
Gols:Amorim,30/1ºT; Carlinhos,44/1ºT; Carlinhos,19/2ºT; Nelsinho,40/2ºT
AMÉRICA: Pompéia, Luciano, Wilson Santos, Sebastião Leônidas e Itamar; Sílvio e Amorim;Zezinho, Carlinhos, João Carlos e Abel/Técnico:
FLAMENGO:Mauro, Murilo ,Luís Carlos, Ananias, Vanderlei, Carlinhos, Nelsinho, Espanhol, Aírton, Dida, Osvaldo/ Técnico: Flávio Costa
Obs: Foram expulsos Itamar , Espanhol e Dida do Flamengo

O Craque: Abel

Abel Verônico da Silva Filho, ponta-esquerda rápido e driblador, nascido no bairro de Botafogo no Rio de Janeiro no dia 21 de outubro de 1941 e mudou-se para Raiz da Serra, distrito de Magé, com um ano de idade. Curiosamente, o município também revelou outro fenômeno do futebol: Garrincha, nascido no distrito vizinho, chamado Pau Grande. Essa coincidência foi determinante para que Abel tivesse sua primeira chance em um time grande.

Ex-ponta-esquerda do América/RJ (de 1961 a 1965), e do Santos (de 1965 a 1972), reside na Ponta da Praia em Santos (SP), onde trabalhou oito anos na Prefeitura como professor de futebol para garotos. Tem quatro filhos (um deles é jornalista esportivo, o excelente repórter Abel Neto da Rede Globo de Televisão) e seis netos. Dois de seus filhos, são gêmeos: Donald e Douglas.

Eles nasceram em Guadalajara, México, onde Abel jogou quatro anos pelo Atlas. Abel militou no futebol mexicano no Atlas de Guadalajara.de 1972 a 1976, quando encerrou sua brilhante carreira.

O ponta-esquerda iniciou a carreira no Estrela Futebol Clube, equipe da fábrica de pólvora pertencente ao Exército localizada em Magé. O pai era funcionário da fábrica. Aos 15 anos, acreditando em seu talento, Abel tentou teste no Flamengo. Treinou, mas não teve sorte. Sua história cruzou com a de Garrincha no ano seguinte, aos 16, quando a mãe encontrou com o ídolo de pernas tortas em uma domingueira de Raiz da Serra. Dona Nair ressaltou tanto as qualidades do filho, que Garrincha mandou que Abel o procurasse na terça-feira no Botafogo.

Dois dias depois, o ponta chegou com a irmã para ser apresentado ao técnico Marinho. Treinou um ano nas categorias de base do clube, mas acabou dispensado. Voltou para sua cidade e para o Estrela FC, além de ter começado a trabalhar na mesma fábrica que o pai, na área administrativa. Ao alcançar a maioridade, serviu o Exército em Petrópolis, cidade próxima a Magé. Como era franzino, acreditava que a preparação feita nas forças armadas o deixaria com compleição mais robusta.

Abel logo caiu nas graças do capitão, que o admirava pelo bom futebol e talento nas rotinas administrativas. Recebeu proposta para seguir carreira militar, mas foi demovido por um dos diretores de seu antigo clube, que o levou para tentar ingressar no Fluminense de Telê Santana. No entanto, a carreira teve início, de fato, no América (RJ), que havia acabado de ser campeão estadual.

Em 1965, aos 24 anos, o ponta esquerda chegava ao Santos FC para substituir Pepe, o Canhão da Vila. A transferência para o time da Vila Belmiro foi intermediada pelo representante do Peixe no Rio de Janeiro, Ramiro Valente. O técnico Lula teve então um agradável problema: na mesma época surgia o garoto Edu, que atuava na mesma função. Como escalar o time com dois pontas-esquerdas com tamanha habilidade? Para resolver a questão, Edu passou a jogar na ponta direita. O atleta ficou no Santos FC até 1971 e teve passagens pelo Coritiba, Londrina e encerrou a carreira aos 34 anos, no Guadalajara do México.

Voltou ao Brasil em 1976 e trabalhou como corretor de imóveis. Em 1982, concluiu o curso de Educação Física, que havia trancado alguns anos antes. Foi convidado para treinar as categorias de base da Portuguesa Santista. Em 1983, recebeu um convite para atuar no Qatar, na Arábia, onde permaneceu por quatro anos como treinador da equipe principal. Passou novamente pela Portuguesa Santista, retornou ao Qatar e ficou lá até 1995. Ao regressar a Santos, foi assessor da Secretaria de Esportes do Município, treinador do Estrela de Ouro Futebol Clube e desde 2000 atua no Departamento de Futebol de Base do Peixe.

Abel, foi Campeão Paulista quatro vezes pelo Santos Futebol ClubeComo atleta do Santos, ele fez 326 jogos com 29 gols.Abel jogou também no Coritiba, em 1971, emprestado pelo Santos. O encerramento de sua carreira foi realmente no futebol mexicano, em 1976, como ponta-esquerda do Atlas de Guadalajara.

Carreira:
1961-1965: América-RJ
1965-1971: Santos FC-SP
1971: Coritiba-PR
1971: Londrina-PR
1972-1976: Atlas Guadalajara - México

Títulos
Copa Brasil: 1965
Campeonato Paulista: 1965, 1967, 1968, 1969
Torneio Rio - São Paulo: 1966
Taça Roberto Gomes Pedrosa (São Paulo): 1968

Jogos pelo Brasil: 1
Gols pelo Brasil: 1

Fontes:www.samafoot.com /www.santos.globo.com / Site do Milton Neves / Súmula: Campeonato carioca 1902/1907-Roberto Assaf e Clóvis Martins.
Do fundo do baú: Todas as terças e sextas-feiras.
Próxima postagem: Nilo (Botafogo)

domingo, 16 de março de 2008

Tiago 2x0 Bruno e Vascão 100% na Taça Rio

Goleiro-artilheiro fez seu segundo gol pelo Vasco
Foto: www.crvascodagama.com


Alô galera do meu Vascão,

Nosso Vascão venceu mais uma! E com direito a gol do goleiro-artilheiro Tiago, que deixou o seu de pênalti. É o segundo gol de Tiago, que tem mais gols que Rogério Ceni na temporada.

A equipe do Vasco não deu bobeira e partiu para cima do fraco time do Cardoso Moreira. Logo aos 8 minutos, Wagner Diniz sofreu pênalti, o 11º sofrido pelo Vasco no Campeonato. Edmundo cobrou muito bem(milagre!!!) e fez. Vascão 1x0!

Alfredo Sampaio fez uma modificação na lateral-esquerda. O técnico escalou o jovem Edu no lugar de Calisto, e deu certo! O jogador fez boas jogadas pela esquerda e mostrou que tem o dom de fazer cruzamentos. Aos 14 minutos ele fez um cruzamento perfeito na cabeça de Alan Kardec, que cabeceou em cima do goleiro, mas a bola acabou batendo no zagueiro e entrando. Vascão 2x0!

Com a vantagem no placar o Vasco esfriou e tomou um susto. Aos 21 minutos, Tiago Campos chutou forte da entrada da área e acertou a trave.

O Vasco voltou do segundo surpreendendo o Cardoso Moreira. Edu fez bom cruzamento, Alan Kardec cabeceou e o experiente goleiro Zé Romário botou para escanteio. Zé Romário também teve dificuldades para defender um falta cobrada por Edmundo, aos 8 minutos.

O Cardoso Moreira fez o seu de honra e tirou a invencibilidade do goleiro Tiago. Aos 19 minutos, Vagner Carioca completou de cabeça a falta cobrada por Neném. Vascão 2x1!

Porém, o Vasco partiu para cima do Cardoso Moreira e, aos 26 minutos, Wagner Diniz sofreu novo pênalti, o 12º no campeonato. Tiago foi convidado por Edmundo para cobrar o pênalti e fez, com paradinha e tudo. Vascão 3x1!

Aos 28 minutos, Beto arrancou e tocou na saída do goleiro, para sacramentar a vitória do Vasco. Vascão, 100% na Taça Rio, 4x1 Cardoso Moreira!

VASCO 4 X 1 CARDOSO MOREIRA

VASCO: Tiago, Wagner Diniz, Eduardo, Jorge Luiz e Edu; Jonílson, Leandro Bomfim (Beto, intervalo), Alex Teixeira (Jean, 14'/2ºT) e Morais; Edmundo e Alan Kardec (Bruno Gallo, 32'/2ºT). Técnico: Alfredo Sampaio.

CARDOSO MOREIRA: Zé Romário, Thiago, Caboclo e Francis; Neném, Índio, Gugu (Célio Junior, intervalo), Henrique (Eliomar, 32'/2ºT) e Wallace; Vagner Carioca e Willian (Jhonnattann, 15'/2ºT). Técnico: Duílio.

GOLS: Edmundo (pênalti), 9'/1ºT (1-0); Alan Kardec, 14'/1ºT (2-0); Vagner Carioca, 20'/2ºT (2-1); Tiago, 26'/2ºT (3-1); Beto 28'/2ºT (4-1);

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 16/3/2008 - 16h (de Brasília)

Árbitro: Alex Borges Pedro (RJ)
Auxiliares: Marcelo Braz Mariano (RJ) e Marcelo Correa de Lima (RJ)

Renda/público: R$ 42.290,00 / 4.150 pagantes

HOJE FOI A BRINCA

Léo Moura demonstrando sua categoria no gramado do Maracanã
Marcia Feitosa - Fotocom.net

Torcedores do Mais Querido do Brasil,

"O Flamengo não reclama, o Flamengo joga." Com essas palavras do técnico Joel Santana, dá início essa postagem. Sim, perdemos, mas foi apenas uma simples batalha e não a guerra. E nessa batalha, colocamos os reservas, visando um confronto mais complicado e decisivo na próxima quarta-feira, contra o Nacional. Perdemos, mas não choramos como a caCHORARda, na final da Taça Guanabara desse ano. O Flamengo sabe reconhecer a derrota, já outros só demonstram a falta de competência e a mediocridade.

Em um Maracanã com um publico muito inferior a um clássico recheado de polêmicas e rivalidade, o Botafogo venceu o Flamengo por 3 a 2. Porém a derrota não diz o que houve na partida. A vontade rubro-negra era para ser premiada com pelo menos um empate.

A jogo começou a todo vapor. Toró, da entrada da área, arriscou um lindo chute para defesa da Pocahontas, Castillo. O time do "Chororô" deu o troco e quase marcou em um chute cruzado de Wellington Paulista, que Bruno se esticou para espalmar pela linha de fundo.

A primeira reclamação surgiu em uma lance de contato dentro da área rubro-negra entre Egídio e Jorge Henrique. O atacante pediu pênalti, mas o árbitro acertadamente não assinalou (Joge Henrique cai-cai, fato). Mas aos 22 minutos, em um vacilo de Gavilan, a bola sobrou limpa para Wellington Paulista que escolheu o canto e abriu o placar.

O Botafogo com a vantagem no placar, adotou a conduta dos times pequenos de recuar. O Mengão partiu pra cima e foi premiado com o gol de empate aos 36 minutos. Após uma falta de Túlio em Toró que reclamou da falta de fair-play do meia flamenguista na jogada, a bola procurou Obina que foi derrubado por Renato Silva na área. Penalti, que Léo Moura converteu de forma magnífica. Fla 1 a 1.

A alegria foi prévia, pois o "craque" Jailton fez pênalti em Lucio Flávio nos acréscimos. O volante seria expulso pois já tinha cartão amarelo, mas o árbitro foi camarada com o camisa 14. Tivesse o expulsado! Abre o olho Joel, Jaílton não dá mais! Volta para o Ipatinga!

Zé Carlos converteu a penalidade deixando o goleiro Bruno estático no centro do gol.

No segundo tempo, aos dois minutos, Toró driblou o goleiro Castillo e balançou a rede, porém o assistente marcou impedimento do "Motorzinho". O Botafogo chegou ao terceiro gol em mais uma falha de marcação. Egídio deixou um corredor na sua lateral esquerda, Wellington Paulista cruzou e Gavilan que deveria cuidar de Jorge Henrique, o deixou livre para cabecear. Bota 3 a 1.

Com o gol, o Alvinegro recuou novamente e o Fla diminuiu com Thiago Salles aos 23 minutos. Após cobrança de falta de Egídio na direita, Thiago Salles subiu mais que a zaga e diminuiu. Na sequência, mais polêmica. O goleiro Castillo se apegou a bola, impedindo o recomeço da partida. Daí, a confusão foi armada, entretanto ninguém foi expulso.

O Flamengo pressionou com seguidos chuveirinhos e nas jogadas individuais de Léo Moura. O "Botachoro" dava chutões para todos os lados e pedia a Deus para a partida acabar logo. Aos 46 minutos, mais uma confusão criada. Jorge Henrique ficou com a bola presa na linha de fundo e Jonatas chegou para apimentar o lance. Na visão do árbitro, apenas Jonatas mereceu a expulsão. Ainda teve tempo aos 48 minutos, para Obina ser expulso após dar um carrinho na bola, mas de forma imprudente.

O Flamengo enfrenta a Cabofriense no próximo sábado, pela Taça Rio, mas o Nacional é o adversário a ser batido no Maracanã, pela Libertadores. Hoje foi apenas um jogo-treino, foi a brinca, quarta-feira, será a vera.

Vamos Mengão, Avante Mengão, Nosso Time É Forte!


FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2 X 3 BOTAFOGO

FLAMENGO: Bruno (8.0), Leonardo Moura (8.5), Leonardo (6.5), Thiago Sales(7.0) e Egídio (6.0); Gavilán(5.0) (Léo Medeiros - 5.5), Jaílton(4.5) (Marcinho - 5.5), Toró (6.5) e Jônatas (6.5); Renato Augusto (7.5) (Maxi - 5.5) e Obina (6.0). Técnico: Joel Santana (5.5)

BOTAFOGO: Castillo, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho (Adriano Felício, 26'/2ºT); Alessandro, Diguinho, Túlio (Eduardo, 12'/2ºT), Lucio Flavio e Zé Carlos (Wellington Junior, 35'/2ºT); Jorge Henrique e Wellington Paulista - Técnico: Cuca.

Renda - Público: R$ 296.733,00 - 21.010 pagantes (23.418 presentes)
Árbitro: Marcelo de Souza Pinto (RJ)
Assistentes: Beival do Nascimento Souza (RJ) e Vilmar Raul (RJ)
Cartões Amarelos: Jaílton e Jônatas (FLA); Andre Luis, Jorge Henrique, Triguinho e Túlio (BOT)
Cartões Vermelhos: Jônatas, 42'2ºT (FLA); Obina, 48'2ºT (FLA)

Xô uruca !!!!


Obina e Renato Silva disputam bola pelo alto, fogão venceu bem o urubu.
Foto: Divulgação

Torcedores do glorioso,

Acabou a mandinga rubro-negra, foi sofrido, foi difícil, exatamente como deve ser um jogo do Botafogo, mas acima de tudo a vitória foi nossa. A arbitragem, como sempre, titubeou e não expulsou um jogador do Flamengo, marcou dois pênaltis inexistentes, um para cada lado, e ignorou um de Thiago Salles em Jorge Henrique. Mas no fim deu tudo certo e o fogão ganhou.

O Botafogo, que entrou em campo de uniforme preto, estava melhor no início do jogo, o urubu, como eu havia dito, esperou pacientemente pelo créu de hoje e ele veio. Se fazendo de difícil o Fla teve a primeira oportunidade do jogo, Toró arriscou de fora e Castillo salvou a meta, depois de algumas osportunidades do alvinegro, o gol saiu aos 22, depois de uma confusão na entrada da aréa rubro-negra, Jorge Henrique tocou de carrinho e Wellington Paulista finalizou, Botafogo 1 a 0. O atacante alvinegro deve ter seguido os ensinamentos da esposa, colocou o pé na forma.

O glorioso se recuou com o gol e passava a sair nos contra-ataques, depois de a bola ser parada para o atendimento a Renato Augusto, Túlio quis executar o chamado Fair-Play, mas o "expertinho" Toró, roubou a bola do volante alvinegro e sofreu falta do mesmo, na cobrança Obina foi derrubado em lance duvidoso, pênalti, Léo Moura bateu e converteu.

O gol não abalou o Botafogo que era superior no primeiro tempo do jogo, Lúcio Flávio foi derrubado na área, outro lance duvidoso, mas o árbitro Marcelo Pinto deu pênalti, Zé Carlos bateu bemp e deixou o glorioso em vantagem para o segundo tempo.

Na volta do intervalo os dois técnicos mantiveram os times, e quem chegou primeiro foi o Flamengo, Toró driblou Castillo e fez o gol que foi perfeitamente anulado pela arbitragem, o meia do rubro-negro estava impedido.

O Botafogo não demorou a dar a resposta, Aos sete minutos, Jorge Henrique apareceu bem na área e aproveitou o cruzamento de Wellington Paulista. O atacante cabeceou no canto direito de Bruno para fazer o terceiro gol do Botafogo. O goleiro rubro-negro nem chegou a pular. A partir daí o alvinegro esteve muito próximo de marcar o quarto gol, e o Flamengo estava completamente recuado, aceitando a pressão.

Mas isso mudou pouco depois, enquanto Joel Santana colocou jogadores de ataque, para explorar a defesa alvinegra, Cuca colocou jogadores com características defensivas, e o Botafogo ficou desestabilizado, nitidamente atrás, o alvinegro deu espaço ao rival que acabou marcando aos 24 minutos, após o cruzamento de Egídio, Thiago Salles cabeceou e fez o segundo gol do Flamengo, começou aí a primeira confusão do jogo, pois o goleiro Castillo demorou a repor a bola em jogo, o lance lembrou a final da Taça Guanabara, mas nenhum jogador foi punido.

O Flamengo ficou superior no jogo e criava grandes chances, enquanto o Botafogo buscava jogadas de contra-ataque. A situação do glorioso só ficou melhor depois que Jonatas e Obina foram expulsos merecidamente, a torcida do Botafogo soltou os gritos de "timinho" das arquibancadas ironizando a atitude dos jogadores do Flamengo.

E como resposta, uma paródia da música que os rubro-negros costumam cantar: - "Tu és, time de fanfarrão, ganha metendo a mão, que papelão... Eu, nunca me calarei, onde estiver gritarei, pega ladrão''.

O fim do jejum de quatro anos sem vitória tirou um incomodo que vinha se arrastando no alvinegro, creio que agora os confrontos contra o Flamengo serão um pouco mais tranquilos. Parabéns Botafogo, ninguém nos cala.

Antes de vir com a justificativa que foi com time reserva: o Flamengo jogou com Bruno, Toró, Jaílton e Léo Moura, todos titulares. Além de Renato Augusto que volta de contusão, Marcinho e Obina que entram em todos os jogos. Se esse é o reserva, sinceramente, não sei qual é o titular, esse é o time misto, reserva foi o Botafogo de 1997 que venceu o Fla por 1 a 0.

BOTAFOGO 3 x 2 FLAMENGO

Gols: Wellington Paulista aos 22; Léo Moura aos 39; e Zé Carlos aos 46 minutos do primeiro tempo; Jorge Henrique aos 7; Thiago Salles aos 24 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Jaílton (Flamengo); Jorge Henrique, Túlio, Andre Luiz e Triguinho (Botafogo)
Cartão vermelho: Jônatas
Árbitro: Marcelo de Souza Pinto (RJ)
Auxiliares: Beival do Nascimento Souza (RJ) e Vilmar Raul (RJ)
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro
Público: 21.010 pagante / Renda: R$ 296.733,00

BOTAFOGO: Castillo, Alessandro, Renato Silva, André Luís, Triguinho (A. Felício), Túlio (Eduardo), Diguinho, Lúcio Flávio, Zé Carlos (Wellington Jr.), Jorge Henrique e Wellington Paulista. Téc: Cuca

FLAMENGO: Bruno, Léo Moura, Leonardo, Thiago Sales, Egídio, Gavilán (Léo Medeiros), Jaílton (Marcinho), Jônatas, Toró, Renato Augusto (Maxi) e Obina. Téc: Joel Santana

sábado, 15 de março de 2008

Preparando as trincheiras...A guerra vai começar

Torcedores do Glorioso,

Que Botafogo e Flamengo são rivais de longa data, todos nós sabemos, mas o fato é que nos úlitmos anos, esse confronto tem sido um campeonato a parte. A impotância dessa partida cresceu, seja por parte do Botafogo que tenta quebrar o jejum de quatro anos sem vencer, seja pelo Flamengo que quer manter a hegemonia sobre o rival. Os úlitmos jogos foram conturbados, o Botafogo reclamou da arbitragem alegando má intensão, já o Flamengo pediu respeito e hostilizou o glorioso.

Amanhã é dia histórico, os dois times voltam a campo pela quarta rodada da Taça Rio, o Flamengo vai com o time reserva, jogando todo o favoritismo para o Botafogo, que se defende e tenta não gerar qualquer atrito. Tem tudo para ser um jogão, e que dessa vez a arbitragem não interfira para nenhum dos lados, se bem que acho que vão favorecer o Botafogo, para o glorioso não ter mais do que reclamar, espero estar errado.

Mas como sou um blogueiro alvinegro venho aqui para dar moral para o fogão:

O Botafogo de tantas conquistas, muitas delas ignoradas pelos nossos adversários sobre a alegação de que o fogão não é time grande, em parte concordo com eles, o Botafogo não é grande, é imenso. Não há como ignorar os três títulos mundiais que o Botafogo cedeu a seleção brasileira, através dos pés de seus maiores craques.

O Botafogo é o time que ainda não reconheceu o seu principal ídolo, pois dois deles brigam por essa nomeação, o saudoso Garrincha e o eterno Nílton Santos, um dilema que qualquer clube gostaria de ter.

"Pois bem, é chegado o momento da batalha, e como sempre não fugirás da luta. Te humilharam, zombaram de ti, pisaram em sua gloriosa história. Não se lembraram ou fizeram questão de esquecer que de ti vieste a maioria das glórias do futebol brasileiro pelo mundo afora. Podes não ter a maior torcida, mas tem a mais apaixonada. Poucos momentos tive de felicidade e na maior parte deles, foi por você BOTAFOGO. A sua torcida estará contigo e não te faltará. Lutem, briguem, transpirem e com certeza essa batalha será sua e os que ti humilharam terão que te aplaudir de pé!! TE AMO BOTAFOGO!!!", não se esqueçam, os guerreiros são humanos, portanto também choram. Seja de tristeza, alegria ou revolta.

Boa batalha.

Saudações Alvinegras.